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Tequila faz bem para digestão, osteoporose e até colesterol: 5 benefícios científicos

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Quem não abre mão de uma dose de tequila em festas e happy hour pode ter motivos extras para permanecer fiel à preferência: estudos apontam que a bebida pode trazer diversos – e curiosos – benefícios para a saúde.

Benefícios da tequila para a saúde

1. Cientistas do México descobriram que as substâncias da planta de tequila podem ajudar a aumentar no organismo os níveis de cálcio e magnésio, minerais essenciais para manter os ossos fortes. Em outras palavras, a tequila pode combater a osteoporose.

2. Se consumida com moderação, a tequila, ao contrário da maioria das bebidas alcoólicas, não resulta em aumento de peso. Segundo um estudo do American Chemical Society, açúcares da planta agavina, matéria prima da tequila, não são absorvidas pelo organismo e, portanto, não engordam.

3. O mesmo levantamento ainda provou que a planta da tequila, por ser rica em fibras, pode ajudar a baixar os níveis de colesterol ruim. Além disso, a bebida ainda teria poder de quebrar as moléculas de gordura no organismo.

4. De acordo com um estudo científico realizado em 2012, a tequila, por ter componentes que aumentam a produção de bactérias boas no intestino, pode ser boa aliada da digestão.

5. Se você costuma se sentir relaxado ou mesmo sonolento após tomar tequila, saiba que, segundo um estudo divulgado pelo Natural Health Remedies, a bebida realmente tem ação calmante e pode contribuir para o sono. Desde que, claro, consumida com moderação.

Apesar de ser considerada pela ciência uma bebida que garante benefícios à saúde, a tequila não deve ser encarada como um remédio e, como possui alto teor alcoólico, deve ser sempre consumida com moderação e responsabilidade.

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Ações da petroleira saudita Aramco sobem 10% no primeiro dia de cotação em bolsa

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Valor de mercado total da empresa foi elevado para US$ 1,88 trilhão, o que transforma a Aramco na empresa cotada em bolsa mais valiosa do mundo.

Por France Presse

As ações da petroleira saudita Aramco dispararam 10% nesta quarta-feira (11), o máximo diário permitido, o que eleva a avaliação da empresa a US$ 1,88 trilhão, na maior Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês) da história.

As ações subiram 3,2 riais (US$ 0,85) nos primeiros segundos de cotação e alcançaram 35,2 riais (US$ 9,4), o transforma a Aramco na empresa cotada em Bolsa mais valiosa do mundo.

A entrada na Bolsa da Aramco deve tornar o Tadawul, o índice de referência da Bolsa da Arábia Saudita, em um dos 10 principais do mundo.

Nos primeiros segundos de cotação foram disponibilizadas ao mercado 16 milhões de ações.

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Estatal de petróleo levanta mais de US$ 25 bi na maior oferta inicial de ações já feita

Estatal de petróleo levanta mais de US$ 25 bi na maior oferta inicial de ações já feita

Aramco levantou um recorde de 25,6 bilhões de dólares com seu IPO na semana passada, após anos de esforços do príncipe Bin Salman para abrir a companhia para investidores e obter recursos para ajudar a diversificar a economia saudita para além do petróleo.

A empresa descartou ofertas em Nova York e Londres após estrangeiros criticarem a avaliação e levantarem dúvidas sobre a transparência corporativa. Ao invés disso, a empresa focou no mercado de Riad, para investidores sauditas e abastados aliados do Golfo Pérsico.

A petroleira é a empresa mais lucrativa do mundo, com dividendos (remuneração aos acionistas) planejados de US$ 75 bilhões no próximo ano, mais de cinco vezes o da Apple.

A negociação das ações é uma aposta diante da perspectiva de que a demanda global por petróleo desacelere a partir de 2025, devido a medidas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e o aumento do uso de veículos elétricos.

O IPO envolve risco político, já que o governo saudita, que depende da Aramco para a maior parte de seu financiamento, continuará a controlar a empresa.

A gigante petroleira

A Aramco nasceu de um acordo de concessão assinado em 1933 pelo governo saudita com a companhia americana Standard Oil Company of California. A prospecção começa em 1935 e três anos depois, o petróleo começa a jorrar.

Em 1949, a produção de petróleo atinge o nível recorde de 500.000 barris por dia (mbd) e segue aumentando após a descoberta de outros grandes campos petrolíferos, como Ghawar, o maior do mundo, com reservas comprovadas de 60 bilhões de barris.

Em 1973, em pleno ‘boom’ dos preços do petróleo, vinculado ao embargo árabe do ouro negro contra os Estados Unidos por seu apoio a Israel, o governo saudita adquire 25% da Aramco, com os quais o percentual do Estado chega a 60%, tornando-o acionista majoritário.

Em 1980, a empresa é nacionalizada e oito anos depois, rebatizada de Saudi Arabian Oil Company ou Saudi Aramco.

Desde os anos 1990, a Aramco investiu centenas de bilhões de dólares em projetos de expansão e sua capacidade de produção atual é de 12 milhões de barris diários.

Hoje, a Aramco possui 260 bilhões de barris de reservas comprovadas de petróleo, tornando a Arábia Saudita o segundo país com as maiores reservas do mundo, atrás da Venezuela.

A empresa, com sede em Dhahran, também tem filiais e refinarias em outros países e redes de oleodutos nacionais e internacionais e ampliou sua presença à indústria petroquímica.

Em abril passado, o grupo publicou suas contas pela primeira vez e anunciou um lucro líquido de US$ 111,1 bilhões em 2018, uma cifra 46% superior à do ano anterior, e receita anual de US$ 356 bilhões.

A entrada na Bolsa foi atrasada em várias ocasiões, devido a condições pouco favoráveis dos mercados.

Em setembro, os ataques de drones contra instalações da Aramco provocaram a suspensão de metade da produção e geraram o temor de uma perda de confiança dos investidores.

A Arábia Saudita acusou o Irã de ter estimulado o ataque, reivindicado oficialmente pelos rebeldes huthis do Iêmen, que têm o apoio de Teerã.

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Novas tecnologias digitais aumentam produtividade de empresas

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Indústria 4.0 é um termo recente que explica a aplicação das novas tecnologias nos principais processos industriais.

Um programa piloto realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), com 43 empresas de 24 estados, mostrou que as novas tecnologias digitais da Indústria 4.0 aumentam em cerca de 22% a produtividade de micro, pequenas e médias empresas. Denominado Indústria Mais Avançada, o projeto é o primeiro a testar o impacto na produção do uso de ferramentas de baixo custo como sensoriamento, computação em nuvem e internet das coisas (IoT).

Indústria 4.0 é um termo recente que explica a aplicação das novas tecnologias nos principais processos industriais. Entre as características mais marcantes estão a automação de tarefas e o controle de dados e informações. O surgimento e utilização dessas ferramentas está sendo classificado como a quarta revolução industrial, devido à possibilidade de um impacto mais profundo e por se caracterizar por um conjunto de tecnologias que permitem a fusão do mundo físico, digital e biológico. 

Entre as ferramentas utilizadas estão a Impressão 3D (adição de material para fabricar objetos, formados por várias peças, constituindo uma montagem); Inteligência Artificial (busca simular a capacidade humana de raciocinar, tomar decisões, resolver problemas, dotando softwares e robôs de capacidade de automatizar vários processos); Internet das Coisas (possibilidade de que objetos físicos estejam conectados à internet, podendo assim executar de forma coordenada uma determinada ação).

Há ainda a Biologia Sintética (convergência de novos desenvolvimentos tecnológicos nas áreas de química, biologia, ciência da computação e engenharia, permitindo o projeto e construção de novas partes biológicas); e Sistemas Ciber-Físicos (sintetizam a fusão entre o mundo físico e digital, com todo objeto físico e os processos físicos que ocorrem, em função desse objeto, digitalizados). 

“O objetivo do Senai com a experiência-piloto, chamada de Indústria mais Avançada, é refinar um método de baixo custo, alto impacto e de rápida implementação, que ajude as empresas brasileiras a se inserirem na 4ª Revolução Industrial. A iniciativa do Senai prova que a Indústria 4.0 é para todos: qualquer tipo de empresa, em qualquer estado do Brasil. O resultado nacional é relevante, e, principalmente, houve ganhos significativos para todas as empresas atendidas”, disse o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi. 

Segundo o Senai, os pilotos foram realizados entre maio de 2018 e outubro deste ano, em empresas dos segmentos de alimentos e bebidas, metalmecânica, moveleiro, vestuário e valçados. Foram instalados sensores para coletar dados, e as informações foram transmitidas para uma plataforma que acompanha em tempo real o desempenho da linha de produção, podendo ter maior controle dos indicadores do processo e antecipar-se a possíveis problemas.

“As empresas que obtiveram maiores ganhos com as tecnologias digitais foram aquelas que utilizavam menos técnicas de gerenciamento da produção antes de participar do programa. A técnica nova, ao ser introduzida em uma empresa que utiliza poucos métodos de gestão, proporciona ganho maior em produtividade”, disse o gerente executivo de Inovação e Tecnologia do Senai, Marcelo Prim.

De acordo com o Senai, a análise mostrou ainda que a percepção do ganho obtido com a tecnologia é muito afetada pelo porte da empresa. As médias e grandes empresas tendem a investir em tecnologias da Indústria 4.0 para dar continuidade aos esforços de aumento de produtividade. Os micro e pequenos empresários valorizam mais a agilidade permitida pelo sistema. 

“O sistema permite aprender com o processo produtivo, diminuindo o tempo de resposta, tornando-o mais ágil e previsível. Garantir que aquilo que o empresário planejou será entregue nos prazos que ele combinou com o mercado traz um nível de competitividade maior para a pequena empresa, e ela consegue se inserir mais facilmente nas cadeias de valor”, explicou Prim. 

Entre as recomendações para aderir à indústria 4.0 estão enxugar processos, qualificar trabalhadores, empregar tecnologias disponíveis e de baixo custo, investir em pesquisa. 

Com informações da Agência Brasil

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Mito ou verdade: nutricionista explica se maçã dá fome ou não

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Quem está começando uma dieta ou tem o hábito de ter uma alimentação saudável, com certeza já pode ter passado pela seguinte situação: comer uma maça e, em seguida, o estômago “roncar”. Em algumas pessoas, ao invés de matar a fome, essa fruta aumenta a vontade de comer. Mas isso é um mito ou verdade?

Foto: Leonardo de França, Midiamax

Segundo a nutricionista esportiva Bruna Samways, é verdade. Isso porque a maçã é uma fruta leve, de fácil digestão e porque contém um componente que explica essa sensação de (mais) fome.

“Ela vai dar mais fome por causa do ácido málico que contém, por isso ela pode acelerar esse apetite. Muitos pacientes chegam reclamando que isso acontece, mas isso é normal e pode acontecer em algumas pessoas”, explicou Bruna.

Para quem não o conhecia, o ácido málico é uma substância que é facilmente encontrada em frutas e legumes, principalmente na maçã. O ácido málico traz benefícios para a saúde, como aumentar a imunidade do corpo, reduzir o risco de acumulação de metais tóxicos no organismo e promover uma pele mais lisa e firme.

Outras frutas que contém o ácido málico além da maçã são as cerejas, lichias, pêssegos, tomates e morangos, que também são classificados como alimentos mais leves, conforme a nutricionista. Para quem quer seguir a dieta e manter uma alimentação saudável, pode também optar por frutas mais ficas em fibras, como pera, manga, laranja e alimentos com gorduras boas, como o abacate e o coco.

Mas por causa disso deverá parar de comer a maçã? Não por isso. A dica para obter saciedade por mais tempo é consumir a maçã acompanhada de algum alimento fonte de proteína, gordura ou fibra, pois esses nutrientes são digeridos mais lentamente pelo nosso organismo e irão retardar o esvaziamento gástrico dessa refeição. A maçã tem excelente valor nutritivo, e seu consumo pode trazer diversos benefícios à saúde.

Foto: Leonardo de França, Midiamax
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