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¡6,4%! La señal positiva económica de China es más fuerte

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La Oficina Nacional de Estadísticas de China publicó el miércoles pasado los datos, mostrando que el PIB alcanzó los 213.433,3 mil millones de yuanes en el primer trimestre, un 6,4% más que el año anterior, y la tasa de crecimiento fue igual en comparación con el cuarto trimestre del año pasado. Los principales indicadores de las operaciones económicas, como el empleo, los precios y los ingresos durante el mismo período fueron en general mejores de lo esperado. Esto muestra que la economía china logró un inicio sin problemas este año, lo que no solo impulsó la confianza del mercado, sino que también sentó una buena base para lograr los objetivos esperados de crecimiento económico durante todo el año.

Específicamente se dice, el funcionamiento de la economía china en el primer trimestre tiene tres características claras:

Ante todo, la tendencia de progreso constante es la más obvia. La tasa de crecimiento del 6,4% en el primer trimestre está dentro del rango del 6% a 6,5% del objetivo de crecimiento previsto por el gobierno chino, que es mejor que la tasa de crecimiento más reciente del FMI de 6,3% para la economía china. En el primer trimestre, hubo 3,24 millones de nuevos empleos en áreas urbanas, completando el 29,5% de las tareas objetivo anuales; el ingreso disponible per cápita de los habitantes nacionales aumentó en realidad un 6,8%; el IPC (Índice Nacional de Precios al Consumidor) aumentó moderadamente en un 1,8%, el IPP (el índice de precios en fábrica del productor) aumentó ligeramente en un 0,4% … Estas medidas de los principales indicadores de la economía de un país indican que la economía china ha resistido firmemente la presión a la baja y se está estabilizando.

En segundo lugar, la estructura económica ha sido optimizada. En la actualidad, la economía china está recurriendo a un desarrollo de alta calidad. Uno de los criterios importantes para juzgar es el grado de optimización estructural, si puede lograr una transición de “no tener” a “bueno”.

En tercer lugar, la confianza del mercado es más fuerte. Para el capital y el mercado, la confianza es más importante que el oro. En el primer trimestre, el índice de confianza del consumidor de China aumentó en 3,2 puntos porcentuales con respecto al cuarto trimestre del año anterior, las empresas de inversión extranjeras y de Hong Kong, Macao y Taiwán aumentaron un 1,4%, la importación y exportación de carga aumentó un 3,7% y los nuevos préstamos en RMB aumentaron a 5,81 billones de yuanes, un incremento de 952,6 mil millones de yuanes. En marzo, el índice de gerentes de compras de manufactura (PMI, por sus siglas en inglés) se volvió a un rango próspero… Todo lo cual mostró que la liquidez del mercado era razonablemente abundante y la confianza en invertir en la industria aumentó significativamente.

En el contexto de la escalada actual de la fricción del comercio mundial y la creciente incertidumbre del desarrollo económico, no es fácil para la economía china lograr los resultados anteriores en el primer año. Esto refleja que la economía china ha resistido choques externos como las fricciones comerciales y ha demostrado una gran capacidad de resistencia a la presión, lo que asentó las bases para la recuperación económica de China. Por otro lado, este es también el lanzamiento del firme impulso del gobierno chino para la reforma y la apertura y la política programada, lo que aumenta la confianza mundial en el gobierno chino y la confianza en el mercado chino, creando así un entorno favorable para que la economía china logre un buen comienzo.

Como la segunda economía más grande del mundo, la economía de China se ha estabilizado y se ha recuperado, lo que sin duda es algo bueno para el mundo. La última Perspectiva de la economía mundial publicada por el Fondo Monetario Internacional ha reducido su pronóstico de crecimiento global este año, pero en las principales economías del mundo solo ha aumentado el crecimiento económico de China. Este análisis muestra que China continuará desempeñando un papel de función del motor en la economía mundial.

Ahora China va a seguir manteniendo un desarrollo de la economía en un rango razonable para asegurar que la economía china sea un barco estable y seguro.

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O que se sabe sobre a GlobalCoin, criptomoeda que o Facebook quer lançar em 2020

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O Facebook está finalizando o projeto de lançar no primeiro bimestre de 2020 sua própria criptomoeda, um dos pilares de um sistema de pagamentos digitais que funcionaria em uma dezena de países.

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, teve encontro sobre criptomoeda com o dirigente do banco central do Reino Unido. (Fotos: BBC)

A empresa, que deve dar mais detalhes nos próximos meses, pretende testar a GlobalCoin ainda neste ano.

No mês passado, o fundador da empresa, Mark Zuckerberg, se encontrou com Mark Carney, dirigente do Banco Central do Reino Unido, para falar sobre as oportunidades e os riscos que envolvem o lançamento de uma criptomoeda.

Além disso, a empresa pediu conselhos ao Tesouro americano, sobre questões operacionais e regulatórias de oficiais, e a companhias de transferência de dinheiro, como Western Union, em busca de maneiras fáceis e baratas para pessoas sem contas bancárias mandarem e receberem dinheiro.

Como funcionará a criptomoeda do Facebook?

O Facebook, que reúne mais de 2 bilhões de perfis no mundo, quer seu sistema de pagamentos com moeda digital sirva para usuários que também não tenham conta bancária.

A empresa, dona também do WhatsApp e do Instagram, busca quebrar barreiras financeiras, competir com bancos e reduzir custos de consumidores.

O projeto, apelidado de Libra, foi noticiado pela primeira vez em dezembro passado.

O Facebook também estaria negociando com comerciantes online para que aceitem a moeda como pagamento em troca de taxas de transação mais baixas.

O que é uma criptomoeda?

Moedas virtuais podem ser usada para pagar por coisas na vida real, como um quarto de hotel, comida ou até uma casa.

Elas são armazenadas em carteiras e podem ser enviadas de forma anônima entre usuários.

Criptomoedas são rodadas com a tecnologia blockchain, que usa blocos de informação, como acordos ou transações, a serem armazenados em uma rede de computadores.

A informação é armazenada cronologicamente, pode ser vista por uma comunidade de usuários, e normalmente não é administrada por uma autoridade central como um banco ou um governo.

O conceito foi criado para garantir segurança e anonimato aos usuários, prevenindo adulteração ou sequestro da rede.

Por que a criptomoeda do Facebook gera preocupações?

O Facebook tem sido criticado pelo modo com administra e preserva as informações pessoais de usuários, e por isso reguladores devem examinar de perto o lançamento de uma criptomoeda da empresa.

No início do mês, o Senado americano escreveu uma carta aberta a Zuckerberg perguntando como que a moeda funcionará, que proteção será oferecida ao consumidor e como será a proteção das informações.

Mark Zuckerberg

Empresa já tentou criar moeda virtual há uma década

O Facebook também debateu o processo de checagem de identidade e como reduzir os riscos de lavagem de dinheiro com o Tesouro americano.

Estima-se que o Facebook e seus parceiros queiram prevenir grandes flutuações cambiais atrelando a moeda a câmbios estabelecidos, como o dólar americano, o euro e o iene japonês.

Empreitada anterior da empresa não vingou

Não é a primeira vez que o Facebook tenta aproveitar a onda das moedas digitais. Há uma década, a empresa criou o Facebook Credits, moeda virtual que permitia aos usuários comprar itens em aplicativos na rede social.

Mas a companhia acabou com o projeto há dois anos depois que afundou.

Na nova empreitada, a empresa terá que navegar também uma míriade de regulações nos países em que quer entrar. Um deles é a Índia, que recentemente refreou o segmento de moedas digitais.

As conversas estão na fase inicial com governos, bancos centrais e reguladores, e pessoas que acompanham o processo admitem que lançar qualquer criptomoeda até o começo do ano que vem é uma meta ambiciosa.

Procurados, Facebook, Western Union e o Banco da Inglaterra não quiseram comentar o assunto.

Acesso a dados financeiros

A maior atração das moedas digitais para bancos e grandes empresas é a tecnologia por trás delas.

A tecnologia blockchain pode ajudar a reduzir o tempo e o custo de mandar dinheiro através de fronteiras ultrapassando redes bancárias.

O especialista David Gerard disse que o Facebook teria acesso a informações valiosas sobre gastos criando seu próprio sistema de pagamento.

No entanto, ele questionou por que a gigante rede social precisaria de sua própria criptomoeda para guardar os dados. Ele disse que, em vez disso, o Facebook poderia criar uma plataforma como o PayPal, que permite a usuários transferirem moedas tradicionais.

Criptomoedas são vulneráveis a flutuações de valor, que, segundo Gerard, pode criar uma barreira para o sucesso da GlobalCoin do Facebook.

«Pessoas normais não querem lidar com uma moeda que está subindo e descendo o tempo todo», ele explicou.

Mas Garrick Hileman, um pesquisador da London School of Economics, disse que o projeto pode ser um dos eventos mais significativos na curta história de criptomoedas.

Ele faz uma estimativa conservadora: 30 milhões de pessoas usam criptomoedas hoje.

Fonte: BBC Brasil

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Scania anuncia investimento de R$ 1,4 bilhão no Brasil

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As oscilações de humor do mercado acerca da política e da economia brasileira parecem passar longe da indústria automotiva. Nesta terça-feira (21), a Scania anunciou um programa de investimentos de 1,4 bilhão de reais de 2021 a 2024, além de um aporte extra de 75 milhões de reais que começam a ser aplicados imediatamente em um novo centro de pesquisa e desenvolvimento em São Bernardo do Campo (SP).

“Não esperamos um grande ciclo de investimentos para modernizar os produtos e a nossa fábrica. Precisamos ter uma evolução constante”, afirma o diretor de relações institucionais da Scania na América Latina, Gustavo Bonini.

O anúncio da marca de caminhões e ônibus, que está há mais de 60 anos no País, vem em um momento que outras montadoras também estão apostando suas fichas por aqui. Recentemente, a General Motors anunciou um aporte de 10 bilhões de reais em suas plantas no Estado de São Paulo. A Honda também divulgou aporte de 500 milhões de reais em seu parque fabril de motos na Zona Franca de Manaus. Ainda no primeiro trimestre, a Hyundai anunciou aporte de 125 milhões de reais para aumento de capacidade na planta de Piracicaba (SP). Um ponto fora da curva, neste cenário, é a Ford, que anunciou que fechará sua fábrica de caminhões em São Bernardo do Campo como parte de uma estratégia de deixar o negócio de veículos pesados.

Para Bonini, o investimento da Scania no Brasil visa longo prazo. O foco, segundo ele, é principalmente o desenvolvimento de produtos com combustíveis alternativos. “Estamos estudando e desenvolvendo todos os tipos de tendências, passando pelo gás natural, híbridos, elétricos, entre outros”, acrescenta. Segundo ele, um programa de investimentos da ordem de 2,6 bilhões de reais ainda está em curso no País e vai até 2020.

O diretor da Scania salienta que, hoje, o complexo industrial da empresa no ABC Paulista é modular, ou seja, a manufatura depende da chegada do pedido à linha. “Além de produtos customizados, isso nos deu flexibilidade principalmente durante a crise dos últimos anos, quando contratamos 1.200 funcionários”, destaca. Hoje, a unidade conta com 4.500 funcionários.

Com grande foco, atualmente, nas exportações, a montadora encerrou 2018 com 65% a 70% da produção voltada às vendas externas. “Claro que a crise na Argentina, que é um importante mercado para nós, nos afetou. Mas temos conseguido compensar essa retração. Nosso perfil continua exportador”, garante Bonini. No Brasil, a montadora informa ter 20,9% de market share na categoria de caminhões pesados, uma das mais disputadas localmente. EXAME

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Papa nomeia mulheres para cargos-chave no Vaticano pela primeira vez

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O Papa Francisco nomeou quatro mulheres como consultoras na secretaria-geral do Sínodo dos Bispos, considerado um departamento chave no Vaticano, nesta sexta-feira (24). É a primeira vez que mulheres ocupam este cargo na Igreja Católica, informou a Santa Sé, desde que o sínodo foi fundado, há mais de 50 anos.

O Sínodo é uma assembleia de bispos que representam o conjunto de todos os bispos da Igreja Católica e tem a missão de ajudar o Papa no governo da Igreja. Ele também pode oferecer orientações sobre a doutrina católica que podem ser transformadas em lei pelo pontífice. Foi estabelecido em 1965 pelo Papa Paulo VI.

Três freiras e uma mulher não ordenada na Igreja foram nomeadas para a secretaria-geral, uma instituição permanente vaticana que se encarrega de preparar a assembleia do Sínodo e de aplicar suas conclusões.

«É uma ótima notícia, porque, até agora, não havia estruturas para as mulheres terem influência nos sínodos enquanto estão sendo preparados», disse à Reuters Zuzanna Fliosowska, gerente geral do Voices of Faith, um grupo de defesa internacional que promove um papel maior para as mulheres na Igreja.

A próxima reunião do grupo, marcada para outubro deste ano, vai discutir as necessidades da Igreja na região da Amazônia – como, por exemplo, a escassez extrema de padres, diz a Reuters.

Duas das quatro nomeadas são italianas – a irmã Alessandra Smerilli, professora de economia, e Cecilia Costa, professora de sociologia. As outras são a Irmã Maria Luisa Berzosa Gonzalez, da Espanha, e a Irmã Nathalie Becquart, da França.

Além delas, foram nomeados dois consultores homens: os reverendos Giacomo Costa e Rossano Sala.

G1

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