Conectate con nosotros

Otros

Tasa de procreo aumentó 1,5% en el último año

Publicado

en

Si bien Paraguay tiene el más bajo índice de tasa de procreo en la ganadería, teniendo en cuenta los países de la región, en el último año se experimentó un incremento del 1,5%, mani­festó José Martín Camper­chioli,presidente del Servicio Nacional de Calidad y Salud Animal (Senacsa).

Entre el 2016 al 2017, la tasa de marcación promedio nacio­nal era del 46% y con este incremento este índice ascen­dió a 47,5%. Esto representa que en el nivel de productivi­dad actual nacional de cada 100 vacas en edad deproduc­ción se producen 47,5 terne­ros al año.

Pese al leve incremento, los índicesnacionales están aún muy distantes de otros países de la región,manifestó Cam­perchioli. Puso ejemplo a la Argentina, que tiene un pro­medio de marcación del 60%.

El presidente del servicio veterinario oficial destacó la importancia de ir incre­mentando los nivelesde productividad en la ganade­ría nacional y expresó que con cada 1% de aumento que se logra en la tasa de procreo se insertanmás de 200.000 terneros al sistema. Expresó que los trabajos quese vie­nen realizando en la ganade­ría, tanto en la partede pro­ducción como en la sanidad, tendrán sus resultados enel corto plazo.

LA PREOCUPACIÓN
De acuerdo a los comenta­rios de referentes del sector ganadero nacional, existe una imperiosa necesidad de incrementar los índices productivos a nivel nacional, principalmente en el estrato de los pequeños producto­res. Los índices de produc­tividad de este segmento son muy bajos y en el caso de la tasa de procreo se ubica en torno al 30%; es decir, 30 terneros por 100 hembras en edad reproductiva.

En el segmento empresa­rial elíndice es del 54% y esta diferencia es debida principalmente a la falta de conocimiento tecnoló­gico y asistencia técnica, de acuerdo a las estadísticas del Viceministerio de Ganade­ría(VMG).

De acuerdo al reporte del Viceministerio de Ganadería (VMG), aumentando solo el 1% el promedio nacional de la tasa de procreo se pueden pro­ducir 25.000 toneladas más de carne bovina para el consumo interno y la exportación.
LN

Sigue leyendo
Comentarios

Otros

Mayaro, dengue, zika e chikungunya: veja semelhanças e diferenças entre os vírus transmitidos por mosquitos

Publicado

en

Pesquisas indicam que o vírus mayaro está circulando no Rio de Janeiro e no interior de São Paulo. Doença é transmitida pela picada de mosquito Haemogogos, que vive na mata. Preocupação é que ele poss

.

Mosquito Aedes aegypti transmite a dengue, zika e chikungunya; já o Haemagogus janthinomys transmite a febre de Mayaro. Cientistas temem que o vírus do mayaro possa se adaptar e ser transmitido também pelo Aedes. — Foto: Emphyrio/Pixabay

Duas pesquisas divulgadas neste mês apontam evidências de que o vírus da febre de mayaro já está circulando no Rio de Janeiro e no interior de São Paulo.

Descoberto em 1955, o vírus é transmitido pelo mosquito silvestre Haemagogus janthinomys, é endêmico (tem presença contínua) na Amazôniapreocupação dos especialistas é que o mayaro se adapte ao meio urbano e passe também a ser transmitido pelo Aedes Aegypti, vetor de doenças como a denguezika chikungunya.

Veja a diferença entre as doenças dengue, zika, chikungunya e mayaro

G1 Ciência e Saúde

00:00/01:21

Veja a diferença entre as doenças dengue, zika, chikungunya e mayaro

Veja a diferença entre as doenças dengue, zika, chikungunya e mayaro

Os sintomas da febre do mayaro são semelhantes aos da chikungunya. Não há vacina para nenhuma das doenças.

Para Amílcar Tanuri, coordenador do Laboratório de Virologia Molecular da UFRJ, onde o estudo sobre o mayaro no Rio foi realizado, o esforço de prevenção deve se concentrar no combate ao mosquito.

Sintomas de doenças transmitidas por mosquitos — Foto: Rodrigo Sanches e Diana Yukari/G1
Sintomas de doenças transmitidas por mosquitos — Foto: Rodrigo Sanches e Diana Yukari/G1

Sintomas de doenças transmitidas por mosquitos — Foto: Rodrigo Sanches e Diana Yukari/G1

Dengue

  • Transmissão: picadado Aedes aegypti
  • Proliferação: água parada
  • Sintomas: febre alta (acima de 38ºC); dores musculares intensas; dor ao movimentar os olhos; mal estar; falta de apetite; dor de cabeça; manchas vermelhas no corpo
  • Duração: 2 a 7 dias
  • Complicação: dor abdominal; vômitos; sangramentos nas mucosas
  • Prevenção: evitar a proliferação do mosquito
  • Vacina: só na rede privada. É indicada para quem já teve dengue

Zika

  • Transmissão: picada do Aedes aegypti; sexo sem proteção; mãe para o feto na gravidez
  • Proliferação: água parada
  • Sintomas: febre baixa; dor de cabeça; dores no corpo e nas juntas; manchas vermelhas no corpo; olho vermelho
  • Duração: 3 a 7 dias
  • Complicações: encefalite; Síndrome de Guillain-Barré; doenças neurológicas; microcefalia
  • Prevenção: evitar a proliferação do mosquito
  • Vacina: não tem

Chikungunya

  • Transmissão: picada do Aedes aegypti
  • Proliferação: água parada
  • Sintomas: febre alta (acima de 38°C); pele e olhos avermelhados; coceira; dores no corpo e articulações (joelhos e pulsos); dor de cabeça
  • Duração: até 15 dias
  • Complicações: encefalite; Síndrome de Guillain-Barré; complicações neurológicas
  • Prevenção: evitar a proliferação do mosquito
  • Vacina: não tem

Mayaro

  • Transmissão: picada do Haemagogus janthinomys
  • Proliferação: copa de árvores; mata
  • Sintomas: febre alta (acima de 38ºC); dor de cabeça; dor muscular; dor e inchaço nas articulações; manchas no corpo
  • Duração: até 15 dias
  • Complicações: encefalite; artrite crônica
  • Prevenção: evitar a proliferação do mosquito; evitar área de mata
  • Vacina: não tem

Número de casos

O Ministério da Saúde afirma que não há casos registrados da febre mayaro no país. O órgão ressalta, no entanto, que o diagnóstico de mayaro pode ser confundido com o de chikungunya.

No Rio de Janeiro, onde há evidências de que o mayaro contaminou três pacientes, a incidência da chikungunya aumentou.

De janeiro até o início de maio de 2018,foram 106 casos prováveis de chikungunya a cada 100 mil habitantes. Em 2019, no mesmo período, a taxa ficou em 121,8 casos prováveis a cada 100 mil habitantes – aumento de quase 15%.

Em números absolutos, o estado do Rio já registrou 20,9 mil casos prováveis de chikungunya até 4 de maio de 2019. No mesmo período de 2018, o número era de 18,2 mil.

Enquanto surgem evidências sobre o mayaro, casos de dengue e zika continuam a crescer no país.

Houve um aumento de 403,7% nos casos prováveis de dengue neste ano, se comparado ao mesmo período do ano passado, segundo o Ministério da Saúde. A maior incidência é no estado de Minas Gerais, com 1 mil casos a cada 100 mil habitantes.

Já a zika teve aumento de 7,3%. O estado com maior incidência é o Tocantins, com 46,3 casos a cada 100 mil habitantes.

Evidências de mayaro no Sudeste

No Rio, pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) confirmaram a presença do vírus em casos autóctones (de pessoas que não viajaram e se contaminaram no próprio estado) analisando a sorologia de três pacientes que se infectaram em 2015. Os testes deram positivo para mayaro.

Em São Paulo, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) analisaram amostras de sangue de doadores de São Carlos e também encontraram anticorpos para o mayaro.

Mosquito haemagogus janthinomys, que também transmite a febre amarela — Foto: Reprodução
Mosquito haemagogus janthinomys, que também transmite a febre amarela — Foto: Reprodução

Mosquito haemagogus janthinomys, que também transmite a febre amarela — Foto: Reprodução

Fonte: G 1

Sigue leyendo

Otros

Os 15 países mais promissores para a maconha (e a situação do Brasil)

Publicado

en

Com avanço da legalização, mercado de maconha deve crescer mais de 1.000% em poucos anos, segundo Euromonitor.

São Paulo – “O Novo Normal”: o slogan da MedMen, uma das maiores varejistas de maconha dos Estados Unidos, dá o tom da mudança nas atitudes com a substância ao redor do mundo.PUBLICIDADE

A previsão da provedora de pesquisa de mercado Euromonitor é que as vendas legais de cannabis disparem 1.200% no espaço de sete anos, indo de US$ 12 bilhões anuais em 2018 para US$ 166 bilhões em 2025.

A Euromonitor analisou recentemente os 100 maiores mercados consumidores do planeta para identificar onde a maconha tem um futuro mais promissor usando três critérios principais.

O primeiro foi a escala do “mercado do pecado”, ou seja: quantas pessoas hoje fumam tabaco, consomem bebidas alcoólicas e usam maconha mesmo que ilegalmente.

O segundo critério foi sociodemográfico, do tamanho da população e quanta renda ela tem disponível para gastar, e o terceiro foi o status legal e a expectativa sobre quando a maconha será enfim liberada.

A América Latina tem três representantes nos 15 mercados mais promissores, mas o Brasil só aparece na 26 ªposição apesar de ser um dos maiores mercados consumidores do mundo, inclusive na área do “pecado”.

O Senado aprovou neste mês mudanças na política sobre drogas que facilitam a internação involuntária de dependentes e a nova orientação do governo federal na área, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), excluiu o conceito de redução de danos.

“O Brasil é um daqueles mercados potencialmente significativos para a cannabis onde a liderança política é abertamente oposta, ou no mínimo ambígua, em relação à legalização. Outras são Trump nos Estados Unidos e [o vice primeiro-ministro Matteo] Salvini na Itália”, diz Shane MacGuill, gerente da indústria de tabaco da Euromonitor International.

Apesar disso, a consultoria prevê a possibilidade de legalização total da maconha dentro de cinco anos nos Estados Unidos e três anos na Itália. Os países estão em segundo e terceiro lugar, respectivamente, no ranking dos mercados mais promissores.

Shane diz que as tendências políticas foram consideradas pela consultoria, mas que há outros fatores de longo prazo que contam muito, como a trajetória de investimentos corporativos e a aceitação da opinião pública.

Uma pesquisa Datafolha de 2018 mostra que apesar do apoio à legalização ser o maior desde o início da série histórica em 1995, dois em cada três brasileiros acham que fumar maconha deve continuar sendo proibido.

É a resistência cultural que faz com que países asiáticos ricos e populosos como Coreia do Sul e Japão só apareçam na segunda metade do ranking de mercados mais promissores, por exemplo.

O Canadá aparece no topo em grande parte por ter sido o primeiro grande país a legalizar totalmente a maconha, mas sua importância relativa deve declinar ao longo do tempo com a tendência de legalização centrada nos EUA e na Europa.

O mercado comum e a livre circulação na União Europeia sugerem que na medida que a liberalização avançar em países grandes como França, Espanha e Alemanha, ela tende a se tornar um fato consumado mesmo nos vizinhos com maiores restrições.

A consultoria avalia que da mesma forma que acontece no mercado de alimentação, não deve haver um padrão mundial único, com cada país experimentando um tipo de regulação.

“O Uruguai tem alto nível de envolvimento estatal na sua economia de forma geral, enquanto os EUA é o país dos empreendimentos privados, então não surpreende que adotem modelos na mesma linha para a cannabis”, diz Shane.

A taxação é outro ponto de ajuste fino: não pode ser muito baixa, pois o potencial de arrecadação do produto é um dos principais argumentos pró-legalização, mas não pode ser muito alta a ponto de estimular a manutenção de um amplo mercado ilegal.

Mas o que tudo significa para as empresas de cigarro e bebida: maior concorrência ou novas oportunidades? A resposta não está clara, dizem os analistas.

“Alguns fumantes podem usar a cannabis legal para parar de fumar, alguns consumidores em potencial podem escolher consumir a cannabis legal ao invés de tabaco e nicotina e muitos fumantes passarão a usar novos métodos de entrega para cannabis, esperando usá-los cada vez mais também para entrega de nicotina”, diz Shane.

Algo parecido pode acontecer com a indústria do álcool, setor já vem sendo desafiada por novas tendências geracionais e de comportamento, com o consumo responsável e o foco na saúde, aponta Spiros Malandrakis, gerente da indústria de Bebidas Alcoólicas na Euromonitor International.

O caminho mais proveitoso seria encarar a cannabis não como rival e sim como parceira, buscando integração via pesquisas conjuntas, aquisições e sinergia entre marcas. Há sinais de que isso já está acontecendo.

A moral da história seria a mesma da legalização: se não pode combatê-los, junte-se a eles. Veja quais são os 15 mercados no topo da lista da Euromonitor:

  1. Canadá
  2. Estados Unidos
  3. Itália
  4. Uruguai
  5. Alemanha
  6. Chile
  7. Austrália
  8. México
  9. Espanha
  10. Holanda
  11. República Tcheca
  12. Reino Unido
  13. França
  14. Argentina
  15. Portugal

Sigue leyendo

Otros

APF presenta licitación para implementar VAR en el torneo local

Publicado

en

Asunción, IP.- La Asociación Paraguaya de Fútbol (APF) presentó la licitación para la prestación de servicios de tecnología de video-arbitraje (VAR), que se prevé su implementación a partir del Torneo Apertura 2020.

En la conferencia de prensa dieron todos los detalles Jorge Figueredo (VAR Project Manager), Carlos Torres (VAR Referee Instructor), Óscar Guillén (Presidente de BDO), y el Dr. Eduardo De Gásperi (Asesor Legal del BDO).

La empresa BDO se encargó de la elaboración de un pliego con todos los requerimientos técnicos que se van a precisar para que se cumplan con los requerimientos para que el proyecto VAR sea exitoso.

Más detalles de la licitación se encuentran en el siguiente enlace.

Con respecto a las fechas de esta licitación, Guillén explicó que arranca hoy, 24 de mayo, e irá hasta el 29 de mayo, días en los que se podrán adquirir los pliegos que tienen un costo de 2.500$ y las empresas que podrán solicitarlos son aquellas que están certificadas por FIFA, de forma a asegurar la calidad de los servicios a ser contratados.

Entretanto, desde el 29 de mayo al 7 de junio se abre un período de consultas y la fecha límite en la que se brindarán las respuestas es el 10 de junio. Posteriormente el 26 de junio, los proveedores podrán hacer una descripción de las propuestas técnicas con mayor claridad, recordando que la fecha de presentación de la adjudicación será el 28 de junio, informó la APF.

Sigue leyendo

Más popular