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¿Qué es el Grupo de Acción Financiera Internacional (GAFI) o el Financial Action Task Force (FATF)?

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El Grupo de Acción Financiera Internacional – GAFI (Financial Action Task Force – FATF, en inglés) es una institución intergubernamental creada en 1989 por el G7 para promulgar un marco internacional de las normas de prevención del blanqueo de capitales. En aquel momento contaba con 16 países miembros y en la actualidad está formada por 34 países, 2 organizaciones regionales (Consejo de Cooperación de los Estados Árabes del Golfo (GCC) y la Comisión Europea), ocho miembros asociados y cuenta con 25 organizaciones internacionales como observadores entre las que están el FMI, la ONU y el Banco Mundial.

El GAFI es un organismo multidisciplinar

Es un organismo multidisciplinar, con expertos en temática jurídica, financiera y operativa. El GAFI cuenta con un presupuesto y una estructura de tamaño modesto, y no está adherido a ningún organismo internacional aunque su secretaría está ubicada desde 1992 en la sede de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE) en París.

El pleno del GAFI está formado por representantes de los estados miembros y se reúne tres veces al año. En el caso de España suelen acudir a los plenos representantes de los ministerios de Economía, Asuntos Exteriores y Cooperación, Interior y Justicia, así como representantes de la SEPBLAC. Su presidencia es rotativa, de tal forma que cada año corresponde a uno de sus miembros.

Las 40 recomendaciones del GAFI

El GAFI ha publicado una serie de 40 recomendaciones que consisten en un marco conceptual que requiere la implementación legal y normativa en cada país miembro para adaptar su marco regulatorio a estos estándares internacionales.

La misión inicial de la GAFI fue centrarse en la prevención de la utilización del sistema bancario y otras instituciones financieras para el blanqueo de capitales derivado del narcotráfico. Las primeras recomendaciones en esta línea de actuación fueron publicadas en 1990. En 1996 fueron modificadas para reflejar la evolución del lavado de activos y sus técnicas, y para ampliar el espectro de los delitos asociados. Tras el atentado a las Torres Gemelas en EE.UU. en 2001, el GAFI expandió su objetivo en contra de la financiación de actos y organizaciones terroristas. En 2003 las recomendaciones fueron revisadas de nuevo y la última modificación se llevó a cabo en 2012 abarcando el lavado de activos, la financiación del terrorismo, así como también la financiación de la proliferación de armas de destrucción masiva.

Esta última revisión de las recomendaciones es la que está vigente actualmente y entre los cambios cabe destacar la modificación que se hizo sobre el Enfoque Basado en el Riesgo en una sola recomendación que se aplica trasversalmente y que prioriza la evaluación de riesgos a escala nacional, para adaptar la normativa hacia esa dirección, teniendo además en cuenta la evolución de esos riesgos.

En cuanto a la Cooperación y Coordinación Nacional se recomienda la creación de legislación para la prevención del blanqueo de capitales, y la creación de un ente que lo coordine.

Otra novedad fundamental es la incorporación del delito fiscal como delito precedente del lavado de activos y se incorporó el deber de considerar la adopción de medidas que permitan que el producto o los instrumentos del delito sean decomisados sin que se requiera de una condena penal -decomiso sin condena-. Además las nuevas recomendaciones también hacen mención a que debe impedirse el abuso de estructuras jurídicas y que las autoridades competentes deben tener acceso oportuno a la información de dueño beneficiario de personas jurídicas y fideicomisos.

Con respecto al financiamiento del terrorismo, se aclaró el estándar, sobre todo en cuanto a la implementación de sanciones financieras dirigidas y se insta a implementar sanciones para cumplir con las Resoluciones del Consejo de Seguridad de Naciones Unidas relativas a la prevención, represión e interrupción de la proliferación de armas de destrucción masiva y su financiamiento.

La lista negra del GAFI

Periódicamente también el GAFI también publica una lista de estados o territorios que no cooperan. La última actualización de esta lista se llevó a cabo en febrero 2015 e incluye a 2 países en la lista roja: Irán y Corea del Norte; 3 en la lista negra: Argelia, Ecuador, y Birmania (República de la Unión de Myanmar) y 12 países en la lista gris: Indonesia, Afganistán, Angola, Guayana, Panamá, Irak, Papúa Nueva Guinea, Laos, Siria, Uganda, Sudán, Yemen.

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Os 15 países mais promissores para a maconha (e a situação do Brasil)

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Com avanço da legalização, mercado de maconha deve crescer mais de 1.000% em poucos anos, segundo Euromonitor.

São Paulo – “O Novo Normal”: o slogan da MedMen, uma das maiores varejistas de maconha dos Estados Unidos, dá o tom da mudança nas atitudes com a substância ao redor do mundo.PUBLICIDADE

A previsão da provedora de pesquisa de mercado Euromonitor é que as vendas legais de cannabis disparem 1.200% no espaço de sete anos, indo de US$ 12 bilhões anuais em 2018 para US$ 166 bilhões em 2025.

A Euromonitor analisou recentemente os 100 maiores mercados consumidores do planeta para identificar onde a maconha tem um futuro mais promissor usando três critérios principais.

O primeiro foi a escala do “mercado do pecado”, ou seja: quantas pessoas hoje fumam tabaco, consomem bebidas alcoólicas e usam maconha mesmo que ilegalmente.

O segundo critério foi sociodemográfico, do tamanho da população e quanta renda ela tem disponível para gastar, e o terceiro foi o status legal e a expectativa sobre quando a maconha será enfim liberada.

A América Latina tem três representantes nos 15 mercados mais promissores, mas o Brasil só aparece na 26 ªposição apesar de ser um dos maiores mercados consumidores do mundo, inclusive na área do “pecado”.

O Senado aprovou neste mês mudanças na política sobre drogas que facilitam a internação involuntária de dependentes e a nova orientação do governo federal na área, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), excluiu o conceito de redução de danos.

“O Brasil é um daqueles mercados potencialmente significativos para a cannabis onde a liderança política é abertamente oposta, ou no mínimo ambígua, em relação à legalização. Outras são Trump nos Estados Unidos e [o vice primeiro-ministro Matteo] Salvini na Itália”, diz Shane MacGuill, gerente da indústria de tabaco da Euromonitor International.

Apesar disso, a consultoria prevê a possibilidade de legalização total da maconha dentro de cinco anos nos Estados Unidos e três anos na Itália. Os países estão em segundo e terceiro lugar, respectivamente, no ranking dos mercados mais promissores.

Shane diz que as tendências políticas foram consideradas pela consultoria, mas que há outros fatores de longo prazo que contam muito, como a trajetória de investimentos corporativos e a aceitação da opinião pública.

Uma pesquisa Datafolha de 2018 mostra que apesar do apoio à legalização ser o maior desde o início da série histórica em 1995, dois em cada três brasileiros acham que fumar maconha deve continuar sendo proibido.

É a resistência cultural que faz com que países asiáticos ricos e populosos como Coreia do Sul e Japão só apareçam na segunda metade do ranking de mercados mais promissores, por exemplo.

O Canadá aparece no topo em grande parte por ter sido o primeiro grande país a legalizar totalmente a maconha, mas sua importância relativa deve declinar ao longo do tempo com a tendência de legalização centrada nos EUA e na Europa.

O mercado comum e a livre circulação na União Europeia sugerem que na medida que a liberalização avançar em países grandes como França, Espanha e Alemanha, ela tende a se tornar um fato consumado mesmo nos vizinhos com maiores restrições.

A consultoria avalia que da mesma forma que acontece no mercado de alimentação, não deve haver um padrão mundial único, com cada país experimentando um tipo de regulação.

“O Uruguai tem alto nível de envolvimento estatal na sua economia de forma geral, enquanto os EUA é o país dos empreendimentos privados, então não surpreende que adotem modelos na mesma linha para a cannabis”, diz Shane.

A taxação é outro ponto de ajuste fino: não pode ser muito baixa, pois o potencial de arrecadação do produto é um dos principais argumentos pró-legalização, mas não pode ser muito alta a ponto de estimular a manutenção de um amplo mercado ilegal.

Mas o que tudo significa para as empresas de cigarro e bebida: maior concorrência ou novas oportunidades? A resposta não está clara, dizem os analistas.

“Alguns fumantes podem usar a cannabis legal para parar de fumar, alguns consumidores em potencial podem escolher consumir a cannabis legal ao invés de tabaco e nicotina e muitos fumantes passarão a usar novos métodos de entrega para cannabis, esperando usá-los cada vez mais também para entrega de nicotina”, diz Shane.

Algo parecido pode acontecer com a indústria do álcool, setor já vem sendo desafiada por novas tendências geracionais e de comportamento, com o consumo responsável e o foco na saúde, aponta Spiros Malandrakis, gerente da indústria de Bebidas Alcoólicas na Euromonitor International.

O caminho mais proveitoso seria encarar a cannabis não como rival e sim como parceira, buscando integração via pesquisas conjuntas, aquisições e sinergia entre marcas. Há sinais de que isso já está acontecendo.

A moral da história seria a mesma da legalização: se não pode combatê-los, junte-se a eles. Veja quais são os 15 mercados no topo da lista da Euromonitor:

  1. Canadá
  2. Estados Unidos
  3. Itália
  4. Uruguai
  5. Alemanha
  6. Chile
  7. Austrália
  8. México
  9. Espanha
  10. Holanda
  11. República Tcheca
  12. Reino Unido
  13. França
  14. Argentina
  15. Portugal

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APF presenta licitación para implementar VAR en el torneo local

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Asunción, IP.- La Asociación Paraguaya de Fútbol (APF) presentó la licitación para la prestación de servicios de tecnología de video-arbitraje (VAR), que se prevé su implementación a partir del Torneo Apertura 2020.

En la conferencia de prensa dieron todos los detalles Jorge Figueredo (VAR Project Manager), Carlos Torres (VAR Referee Instructor), Óscar Guillén (Presidente de BDO), y el Dr. Eduardo De Gásperi (Asesor Legal del BDO).

La empresa BDO se encargó de la elaboración de un pliego con todos los requerimientos técnicos que se van a precisar para que se cumplan con los requerimientos para que el proyecto VAR sea exitoso.

Más detalles de la licitación se encuentran en el siguiente enlace.

Con respecto a las fechas de esta licitación, Guillén explicó que arranca hoy, 24 de mayo, e irá hasta el 29 de mayo, días en los que se podrán adquirir los pliegos que tienen un costo de 2.500$ y las empresas que podrán solicitarlos son aquellas que están certificadas por FIFA, de forma a asegurar la calidad de los servicios a ser contratados.

Entretanto, desde el 29 de mayo al 7 de junio se abre un período de consultas y la fecha límite en la que se brindarán las respuestas es el 10 de junio. Posteriormente el 26 de junio, los proveedores podrán hacer una descripción de las propuestas técnicas con mayor claridad, recordando que la fecha de presentación de la adjudicación será el 28 de junio, informó la APF.

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El encuentro con la vida y la naturaleza a través de un libro

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Asunción, IP.- “El libro de las hierbas preciosas” es un libro que nos ayuda a descubrir una nueva visión del mundo, según explica Urbano Palacios, sobre su “opera prima” en solitario.   

La obra narra la historia de un joven indígena que luego de vivir en la ciudad busca sus raíces indígenas, descubriendo un mundo nuevo a través de los secretos de las plantas y de la naturaleza misma en los suelos habitados por los mbya guaraní.

“Es una obra de tolerancia absoluta,  a las  manifestaciones de las diversas formas de vida, que esta englobada en la cultura universal, en esa estamos todos, la experiencia de este chico también va ahí” comenta Palacios.

Agregó que se trata de un “emotivo relato del choque cultural de la urbe y del campo, del bosque, de la selva, de lo primitivo, en tiempos de globalización”

El mencionado libro será presentado el próximo  31 de mayo a las 19 horas en la Biblioteca Nacional, ubicado en De las Residentas casi Perú. La presentación será de acceso libre y el libro está dirigido a todo público.

Sobre el autor 

Urbano Palacios es filósofo, antropólogo y cineasta, nació en Pedro Juan Caballero, Paraguay en 1970, estudió Filosofía y Antropología en la Universidad Nacional de Asunción. Participó de la película “Birdwatchers” del 2008. Tiene especialización en la Universidad de la Habana y en Trento, Italia, siempre dentro del campo de las ciencias humanas.

Según comenta, vivió entre los indígenas de varios países, “vi la íntima relación de los pueblos con las plantas, su entorno, con el bosque o con  el resto del bosque que queda, evidentemente cuando se va narrando, se  va juntando cosas  en la observación y ahí en mi peregrinar en cada pueblo he visto varias cosas, así se fue coagulando,   creciendo en este libro”

Se trata de su primer libro en solitario, ya que anteriormente fue coautor en otras obras interdisciplinarias de tipo científico. Aclara que este libro que será lanzado es fruto de la imaginación basada en la observación.

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