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Mega da Virada pode render salário milionário a apostador premiado

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Faltam exatamente dois meses para a Mega da Virada, a loteria especial que pode entrar para a história como aquela com a maior premiação já paga no Brasil. O concurso especial da Mega-Sena que é realizado no último dia do ano está estimado em R$ 300 milhões, mas o número pode subir nas próximas semanas por conta do volume de apostas.

E se iniciar 2020 com R$ 300 MILHÕES na conta já é um sonho, melhor ainda é saber que esse valor pode te render ainda mais de R$ 1 milhão por mês, sem que para isso seja necessário mexer no valor da premiação. É o que acontecerá caso uma única aposta acerte as seis dezenas da Mega da Virada e decida investir a quantia total na poupança, sem risco de perder dinheiro.

Um «salário» desses é digno de grandes celebridades brasileiras e te permite levar uma vida sem preocupações financeiras e ainda desfrutar de muito luxo e experiências incríveis que somente os R$ 300 MILHÕES da Mega-Sena podem oferecer. O valor é tão alto que apenas com o rendimento de um ou dois meses já é possível adquirir uma franquia de grandes multinacionais que estão no Brasil, e, assim, ter seu próprio negócio.

Quanto a Mega da Virada já distribuiu?

Iniciada em 2009, a Mega da Virada já nasceu com o ambicioso projeto de bater recordes. E os números não mentem. Nas dez edições que já aconteceram, o concurso especial distribuiu R$ 2.471.048.116,41 – já são 810.406 apostas premiadas até o momento.

Como apostar?

Apostar na Mega da Virada é muito simples. Para quem já conhece o Sorte Online, é o mesmo procedimento para apostar na Mega-Sena. Basta selecionar de seis a 15 dezenas entre as 60 disponíveis. Quanto mais números forem escolhidos, maiores são as chances de ser premiado – e maior é o valor da aposta, consequentemente.

O prêmio principal vai para quem acertar os seis números que serão sorteados na Mega da Virada. Ainda, são premiados aqueles que marcarem cinco ou quatro pontos, mas com um valor menor. Como é um concurso especial, ele não é acumulativo. Isso significa que se nenhuma aposta cravar a sena, o valor estimado de R$ 300 MILHÕES será distribuído na faixa seguinte, a da quina.

A aposta simples para a Mega da Virada no Sorte Online custa R$ 4,75. No entanto, é possível aumentar muito as chances de ser premiado gastando bem pouco: apostar em bolões. Nesta modalidade é possível ser mais agressivo, investindo em jogos com mais de seis dezenas ou então em combos com vários jogos. Em caso de vitória, o prêmio é dividido entre todos aqueles que adquiriram cota (s) da série premiada. Projetado por especialistas, eles são comercializados a partir de R$ 10,00.

Para apostar no Sorte Online basta se cadastrar no site, escolher em qual loteria deseja apostar e em qual a modalidade de jogo fará o seu investimento. As apostas simples, realizadas através do «Faça o seu jogo», podem ser registradas até às 13h (de Brasília), enquanto os bolões podem ser adquiridos até às 19h (de Brasília), do dia do sorteio.

Atenção na hora de apostar!

As apostas para a Mega da Virada acontecem simultaneamente aos concursos regulares da Mega-Sena. Portanto, antes de finalizar a sua compra e garantir o seu jogo, certifique-se de que ele é válido para o concurso desejado, seja ele o especial de fim de ano ou um dos que acontece semanalmente.

Conheça o Sorte Online

O Sorte Online é pioneiro em loterias na internet. Há mais de 15 anos no mercado, o site já distribuiu mais de R$ 88,7 MILHÕES em prêmios aos seus usuários.

Fonte: Sorte Online

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Sexo sustentável? O novo preservativo vegan que está fazendo sucesso

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A startup alemã Einhorn lucra anualmente cinco milhões de euros com a venda de preservativos e produtos de higiene feminina vegans e sustentáveis.

Sexo sustentável? O novo preservativo vegan que está fazendo sucesso

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LIFESTYLE SEXO E PRESERVATIVOS

Provavelmente você nunca pensou no assunto, mas o preservativo tradicional não é um produto vegan. Apesar do seu componente principal ser o látex, seiva extraída das seringueiras, esta contém também caseína, uma proteína de origem animal utilizada como lubrificante. Com foco nos consumidores vegans e que prezam pela sustentabilidade, a empresa alemã Einhorn passou a produzir um preservativo vegan e sustentável.

A Einhorn trocou a caseína por um lubrificante natural feito de plantas e só adquire látex extraído por meios o mais ecologicamente possíveis. Segundo informações da rede BBC, distanciaram-se das monoculturas da borracha em larga escala, que resultam no desmatamento e destruição de habitats naturais, e compram o produto de pequenos produtores na Tailândia, que evitam o uso de pesticidas.

Adicionalmente, uma equipe da Einhorn  acompanha a produção pelo menos três meses por ano, para evitar que os trabalhadores sejam submetidos a más condições de trabalho, acontecimento recorrente em seringais. Nessas produções, os agricultores recebem também 15% acima do salário mínimo.

A embalagem é feita com papel reciclado e o único problema a ser resolvido é o uso de alumínio, que ainda não foi banido do pacote. Vale ressaltar que a Einhorn  não é a primeira a fazer isso: a marca norte-americana Glyde lançou um preservativo vegan em 2013 e desde então outras alternativas sustentáveis começaram a surgir nas prateleiras.

De qualquer modo, a Einhorn vendeu no ano passado mais de 4,5 milhões de preservativos e conquistou uma grande fatia do mercado de preservativos, que vale oito mil milhões de euros. 

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Free shop como modelo de negocio afirma el empresario paraguayo Felipe Cogorno Álvarez

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Free shop como modelo de negocio afirma el empresario paraguayo Felipe Cogorno Álvarez 

Felipe Cogorno Álvarez junto a otros empresarios de frontera son los principales impulsores de este modelo comercial en Paraguay

El comercio fronterizo se vuelve cada vez más competitivo teniendo en cuenta los avances que existen en la ciudad brasileña de Foz de Iguazú colindante con Ciudad del Este, como por ejemplo la apertura del primer Free Shop mediante una ley que fue aprobada en el 2012 permitiendo una cota US$ 300.

Ciudades fronterizas podrían quedar en desventaja según el empresario Felipe Cogorno Álvarez   

Ante la apertura del Free Shop en una ciudad del país vecino se presenta un escenario poco favorable para el comercio esteño ya que, los ciudadanos brasileños por facilidad y comodidad, decidirán comprar sin salir de su país lo cual repercute directamente en el flujo de compradores extranjeros del lado Paraguayo y por sobre todo a uno de los principales grupos empresariales liderado por Felipe Cogorno Álvarez, uno de los directores del Grupo Cogorno.

Son varios los planteamientos que se presentan desde el sector empresarial que hace años viene trabajando de manera conjunta para hacer crecer el comercio en la capital del Alto Paraná, una de ellas tiene que ver con un proyecto de ley que permita habilitar el mismo formato Free Shop en ciudades de nuestro país como: Ciudad del Este, Pedro Juan Caballero y Salto del Guaira a modo de no quedar en desventaja con el lado brasileño.

El proyecto de ley en cuestión está siendo impulsado por varios empresarios de la zona que van desde shoppings, supermercados mayoristas, casas de electrónica entre otras quienes plantean específicamente habilitar los comercios libres de impuestos con una cota de US$ 500, por consecuencia afirman desde este sector que deberán renunciar vender a connacionales y se limitarán exclusivamente al público brasilero.

Felipe Cogorno Álvarez quien es propietario de Shopping China, y otras empresas que lidera junto a sus hermanos Gustavo y José Carlos plantea que Paraguay debe reconsiderar la apertura de Free Shops en frontera. Estos comercios existen en zonas fronterizas de Argentina, Uruguay y ahora Brasil, por lo tanto, Paraguay queda totalmente rezagado en ese ámbito, estando en desventaja con los demás países de la región.

O Natal do Shopping China já chegou, e com ele o bom velhinho! e o que será ele tem pra você neste natal?

A puertas del fin de semana…🎊 #VS #bowling te ofrece las mejores promociones 🤩 🎳 contamos con 3 ambientes climatizados y el mejor atendimiento..🎊💁‍♂️ — em Saltos De Guairá, Canindeyu, Paraguay.

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El 2020 será el peor en 70 años para la región, según Cepal

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AFP
REDACCIÓN INTERNACIONAL

Las crecientes demandas sociales y las presiones por reducir la desigualdad en América Latina y el Caribe acentúan el complejo contexto que vive la economía de la región, que apenas crecerá un 0,1% en 2019 y que en 2020 cerrará la peor etapa en 70 años.

A las turbulencias sociales y políticas de algunos países, se suman la desaceleración en la demanda interna, una baja venta agregada externa y mercados financieros internacionales más frágiles que conducen a una “desaceleración económica generalizada y sincronizada a nivel de países y de sectores”.

El diagnóstico se encuentra en el Balance Preliminar de las Economías de América Latina y el Caribe 2019, dado a conocer ayer en Santiago de Chile por la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal).

BAJAS. El 2019 es el sexto año consecutivo de bajo crecimiento para las economías de la región, con una tasa casi nula (frente al 1% de 2018), mientras que para 2020 la proyección se sitúa en torno al 1,3%, lo que conforma al periodo 2014-2020 como el de menor crecimiento en las últimas siete décadas. “Algo no funciona”, aseveró la secretaria ejecutiva de la Cepal, Alicia Bárcena, y detalló que el PIB per cápita se contrajo 4% entre 2014-2020 en la región, lo que implica una caída promedio anual del -0,5%.

Además, ilustró que la desocupación nacional aumentará de 8,0% en 2018 a 8,2% en 2019, lo que implica un alza de un millón de personas, llegando a un nuevo máximo de 25,2 millones.

A ello se suma un deterioro en la calidad del empleo por el crecimiento del trabajo por cuenta propia (que superó al empleo asalariado) y de la informalidad laboral. También cayeron la inversión, el consumo per cápita, las exportaciones y la calidad del empleo.

“Vimos crecientes y urgentes demandas sociales para aumentar inclusión social en ingresos y bienes públicos. La región no aguanta políticas de ajuste y requiere políticas para estimular el crecimiento y reducir la desigualdad”, comentó Bárcena.

“Las condiciones actuales necesitan que la política fiscal se centre en la reactivación del crecimiento y en responder a las crecientes demandas sociales”, abundó.

Finalmente, llamó a un mayor gasto público en inversión y políticas sociales para reactivar la economía.

DESACELERACIÓN. Según el informe, 23 de 33 países de América Latina y el Caribe (18 de 20 en América Latina) presentarán una desaceleración de su crecimiento durante 2019, mientras que 14 anotarán una expansión de 1% o menos al finalizar el año.

La actividad económica de Sudamérica crecerá de -0,1% en 2019 al 1,2% en 2020. El informe prevé para Venezuela un mayor retroceso, con una contracción de -25,5%, seguido por Nicaragua (-5,3%), Argentina (-3,0%) y Haití (-0,7%).

Brasil, por su parte, registrará una expansión del 1% y Paraguay 0,2 %.

Los desafíos de reactivación económica regional se dan en un entorno global de bajo dinamismo económico, que en 2019 crecerá solo un 2,5%.

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