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Exige presidencia de VOX o una asesoría de binacional: mimada de Afara y su plan ‘de la gran puta’

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AUDIO. Un audio que corre como «un virus agresivo» en las redes sociales, cuya voz es de la dirigente oficialista Marian Torres (excandidata a gobernadora de Central y luego a diputada)continúa la «serie» de elementos que revelan cómo se distribuyen cargos jugosos entre los amigos abdistas.

“Acabo de hablarle a Julio (Spaini) y le dije que quiero la presidencia de VOX, me dijo eso es muy difícil, te soy sincero”, comienza el mensaje de voz de Marian a su interlocutor, Daniel Martinez .

En el siguiente tramo subraya que su contraparte, le ofreció un cargo de asesoría en “cualquier ente”, pero que ella le enfatizó que no le interesa asesoría de entes del montón, sino de una de las hidroeléctricas (sueldos entre 60 y 70 millones de guaraníes).

“Yo te puedo dar asesoría donde queres me dijo. Yo le dije no quiero asesoría de cualquier lugar, solo asesoría de la binacional, o sino no. Yo necesito mantener mi electorado o sino cómo voy a hacer para el 2020 (municipales) le dije!, agrega.

En la continuidad de su relato, la mujer sostiene que su interlocutor quedó en darle el Ok en los próximos días, y que lleve su proyecto para concretar el negocio.

“Así que depende de ese proyecto para que yo esté como presidenta de VOX y si estoy ahí como presidente si o si vas a tener un buen cargo, sabés luego, porque vos me diste la idea, obvio”, refiere la dirigente.

ADMITE QUE ES ELLA

En conversación con radio Monumental, Marian Torres admite que ella es la que habla en el audio, que su interlocutor es hijo del periodista Benicio Martinez, y el Spaini es el ingeniero que ideó el proyecto para “salvar a VOX”.

“Esa es era una idea para la presidencia de VOX, pero desde que escuché (la difusión) el audio desisti de eso. Cuando se habla de un proyecto así no tiene que salir”, respondió Torres, al ser consultada sobre el tema.

Cuando le auscultaron sobre detalles del proyecto, Marian Torres refirió en tono enfático algunos detalles sobre el trasfondo de las negociaciones que lo llevarían a la presidencia de la telefónica estatal.

“Te voy a dar un ejemplo. Necesitás tener un proyecto de la gran puta, necesitás contacto, me querés presentar tu proyecto” remarcó.

Luego en tono de desilusión, la dirigente abdista admitió que ya dejó de lado esa aspiración. También admitió que se manejaba su nombre para un consulado en Bolivia, pero que ella no aceptará eso, porque tiene aspiraciones de ser intendente de Lambaré, en el 2020.

Marian Torres es abogada, comerciante, y descendió a la arena política de la mano del movimiento liderado por Juan Afara. Antes había participado de un concurso denominado Mis Cola, de la que resultó reina.

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Os 15 países mais promissores para a maconha (e a situação do Brasil)

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Com avanço da legalização, mercado de maconha deve crescer mais de 1.000% em poucos anos, segundo Euromonitor.

São Paulo – “O Novo Normal”: o slogan da MedMen, uma das maiores varejistas de maconha dos Estados Unidos, dá o tom da mudança nas atitudes com a substância ao redor do mundo.PUBLICIDADE

A previsão da provedora de pesquisa de mercado Euromonitor é que as vendas legais de cannabis disparem 1.200% no espaço de sete anos, indo de US$ 12 bilhões anuais em 2018 para US$ 166 bilhões em 2025.

A Euromonitor analisou recentemente os 100 maiores mercados consumidores do planeta para identificar onde a maconha tem um futuro mais promissor usando três critérios principais.

O primeiro foi a escala do “mercado do pecado”, ou seja: quantas pessoas hoje fumam tabaco, consomem bebidas alcoólicas e usam maconha mesmo que ilegalmente.

O segundo critério foi sociodemográfico, do tamanho da população e quanta renda ela tem disponível para gastar, e o terceiro foi o status legal e a expectativa sobre quando a maconha será enfim liberada.

A América Latina tem três representantes nos 15 mercados mais promissores, mas o Brasil só aparece na 26 ªposição apesar de ser um dos maiores mercados consumidores do mundo, inclusive na área do “pecado”.

O Senado aprovou neste mês mudanças na política sobre drogas que facilitam a internação involuntária de dependentes e a nova orientação do governo federal na área, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), excluiu o conceito de redução de danos.

“O Brasil é um daqueles mercados potencialmente significativos para a cannabis onde a liderança política é abertamente oposta, ou no mínimo ambígua, em relação à legalização. Outras são Trump nos Estados Unidos e [o vice primeiro-ministro Matteo] Salvini na Itália”, diz Shane MacGuill, gerente da indústria de tabaco da Euromonitor International.

Apesar disso, a consultoria prevê a possibilidade de legalização total da maconha dentro de cinco anos nos Estados Unidos e três anos na Itália. Os países estão em segundo e terceiro lugar, respectivamente, no ranking dos mercados mais promissores.

Shane diz que as tendências políticas foram consideradas pela consultoria, mas que há outros fatores de longo prazo que contam muito, como a trajetória de investimentos corporativos e a aceitação da opinião pública.

Uma pesquisa Datafolha de 2018 mostra que apesar do apoio à legalização ser o maior desde o início da série histórica em 1995, dois em cada três brasileiros acham que fumar maconha deve continuar sendo proibido.

É a resistência cultural que faz com que países asiáticos ricos e populosos como Coreia do Sul e Japão só apareçam na segunda metade do ranking de mercados mais promissores, por exemplo.

O Canadá aparece no topo em grande parte por ter sido o primeiro grande país a legalizar totalmente a maconha, mas sua importância relativa deve declinar ao longo do tempo com a tendência de legalização centrada nos EUA e na Europa.

O mercado comum e a livre circulação na União Europeia sugerem que na medida que a liberalização avançar em países grandes como França, Espanha e Alemanha, ela tende a se tornar um fato consumado mesmo nos vizinhos com maiores restrições.

A consultoria avalia que da mesma forma que acontece no mercado de alimentação, não deve haver um padrão mundial único, com cada país experimentando um tipo de regulação.

“O Uruguai tem alto nível de envolvimento estatal na sua economia de forma geral, enquanto os EUA é o país dos empreendimentos privados, então não surpreende que adotem modelos na mesma linha para a cannabis”, diz Shane.

A taxação é outro ponto de ajuste fino: não pode ser muito baixa, pois o potencial de arrecadação do produto é um dos principais argumentos pró-legalização, mas não pode ser muito alta a ponto de estimular a manutenção de um amplo mercado ilegal.

Mas o que tudo significa para as empresas de cigarro e bebida: maior concorrência ou novas oportunidades? A resposta não está clara, dizem os analistas.

“Alguns fumantes podem usar a cannabis legal para parar de fumar, alguns consumidores em potencial podem escolher consumir a cannabis legal ao invés de tabaco e nicotina e muitos fumantes passarão a usar novos métodos de entrega para cannabis, esperando usá-los cada vez mais também para entrega de nicotina”, diz Shane.

Algo parecido pode acontecer com a indústria do álcool, setor já vem sendo desafiada por novas tendências geracionais e de comportamento, com o consumo responsável e o foco na saúde, aponta Spiros Malandrakis, gerente da indústria de Bebidas Alcoólicas na Euromonitor International.

O caminho mais proveitoso seria encarar a cannabis não como rival e sim como parceira, buscando integração via pesquisas conjuntas, aquisições e sinergia entre marcas. Há sinais de que isso já está acontecendo.

A moral da história seria a mesma da legalização: se não pode combatê-los, junte-se a eles. Veja quais são os 15 mercados no topo da lista da Euromonitor:

  1. Canadá
  2. Estados Unidos
  3. Itália
  4. Uruguai
  5. Alemanha
  6. Chile
  7. Austrália
  8. México
  9. Espanha
  10. Holanda
  11. República Tcheca
  12. Reino Unido
  13. França
  14. Argentina
  15. Portugal

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APF presenta licitación para implementar VAR en el torneo local

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Asunción, IP.- La Asociación Paraguaya de Fútbol (APF) presentó la licitación para la prestación de servicios de tecnología de video-arbitraje (VAR), que se prevé su implementación a partir del Torneo Apertura 2020.

En la conferencia de prensa dieron todos los detalles Jorge Figueredo (VAR Project Manager), Carlos Torres (VAR Referee Instructor), Óscar Guillén (Presidente de BDO), y el Dr. Eduardo De Gásperi (Asesor Legal del BDO).

La empresa BDO se encargó de la elaboración de un pliego con todos los requerimientos técnicos que se van a precisar para que se cumplan con los requerimientos para que el proyecto VAR sea exitoso.

Más detalles de la licitación se encuentran en el siguiente enlace.

Con respecto a las fechas de esta licitación, Guillén explicó que arranca hoy, 24 de mayo, e irá hasta el 29 de mayo, días en los que se podrán adquirir los pliegos que tienen un costo de 2.500$ y las empresas que podrán solicitarlos son aquellas que están certificadas por FIFA, de forma a asegurar la calidad de los servicios a ser contratados.

Entretanto, desde el 29 de mayo al 7 de junio se abre un período de consultas y la fecha límite en la que se brindarán las respuestas es el 10 de junio. Posteriormente el 26 de junio, los proveedores podrán hacer una descripción de las propuestas técnicas con mayor claridad, recordando que la fecha de presentación de la adjudicación será el 28 de junio, informó la APF.

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El encuentro con la vida y la naturaleza a través de un libro

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Asunción, IP.- “El libro de las hierbas preciosas” es un libro que nos ayuda a descubrir una nueva visión del mundo, según explica Urbano Palacios, sobre su “opera prima” en solitario.   

La obra narra la historia de un joven indígena que luego de vivir en la ciudad busca sus raíces indígenas, descubriendo un mundo nuevo a través de los secretos de las plantas y de la naturaleza misma en los suelos habitados por los mbya guaraní.

“Es una obra de tolerancia absoluta,  a las  manifestaciones de las diversas formas de vida, que esta englobada en la cultura universal, en esa estamos todos, la experiencia de este chico también va ahí” comenta Palacios.

Agregó que se trata de un “emotivo relato del choque cultural de la urbe y del campo, del bosque, de la selva, de lo primitivo, en tiempos de globalización”

El mencionado libro será presentado el próximo  31 de mayo a las 19 horas en la Biblioteca Nacional, ubicado en De las Residentas casi Perú. La presentación será de acceso libre y el libro está dirigido a todo público.

Sobre el autor 

Urbano Palacios es filósofo, antropólogo y cineasta, nació en Pedro Juan Caballero, Paraguay en 1970, estudió Filosofía y Antropología en la Universidad Nacional de Asunción. Participó de la película “Birdwatchers” del 2008. Tiene especialización en la Universidad de la Habana y en Trento, Italia, siempre dentro del campo de las ciencias humanas.

Según comenta, vivió entre los indígenas de varios países, “vi la íntima relación de los pueblos con las plantas, su entorno, con el bosque o con  el resto del bosque que queda, evidentemente cuando se va narrando, se  va juntando cosas  en la observación y ahí en mi peregrinar en cada pueblo he visto varias cosas, así se fue coagulando,   creciendo en este libro”

Se trata de su primer libro en solitario, ya que anteriormente fue coautor en otras obras interdisciplinarias de tipo científico. Aclara que este libro que será lanzado es fruto de la imaginación basada en la observación.

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