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Chicago: após se aproximar do menor preço em 10 anos, soja tem alta expressiva

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Confira as principais notícias sobre dólar, mercado agropecuário e previsão do tempo para começar o dia bem informado

20 de setembro de 2018 às 06:18
Por Canal Rural, com informações da Agência Safras, Agência Brasil e Somar

O mercado brasileiro de soja teve um dia de poucos negócios e de preços entre estáveis e mais altos. Chicago apresentou boa alta, mas o dólar recuou frente ao real. Os produtores seguem cautelosos e, em algumas regiões, com o foco voltado ao início do plantio.

Bolsa internacional

Os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago fecharam em alta. Após se aproximar do menor patamar em 10 anos nesta terça, dia 18, o mercado teve uma quarta de recuperação técnica.

Na maior parte do dia, a reação foi limitada pela pressão sazonal exercida pelo início da colheita da maior safra da história dos Estados Unidos e pelos desdobramentos da guerra comercial entre norte-americanos e chineses. Mas, no fim da sessão, os ganhos se acentuaram.

SOJA NO MERCADO FÍSICO – SACA DE 60 KG
Passo Fundo (RS): R$ 89
Cascavel (PR): R$ 89
Rondonópolis (MT): R$ 82
Dourados (MS): R$ 83,50
Porto de Paranaguá (PR): R$ 96,50
Porto de Rio Grande (RS): R$ 96
Porto de Santos (SP): R$ 95
Porto de São Francisco do Sul (SC): R$ 95
Confira mais cotações
SOJA NA BOLSA DE CHICAGO (CBOT) – BUSHEL
Novembro/2018: US$ 8,30 (+16 cents)
Janeiro/2019: US$ 8,43 (+15,75 cents)
Nos subprodutos, a posição outubro do farelo fechou com ganho de US$ 5,90 (1,96%), sendo negociada a US$ 306,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em outubro fecharam a 27,25 centavos de dólar, com alta de 0,13 centavo ou 0,47%.

MILHO
A Bolsa de Chicago para o milho fechou com preços mais altos. O mercado foi sustentado por um movimento de recuperação técnica, motivado por cobertura de posições vendidas.

A elevação, no entanto, não foi tão contundente como a verificada para a soja e o trigo. A reação encontrou limite no cenário fundamental, com a perspectiva de uma safra cheia nos Estados Unidos, onde a colheita teve início e está adiantada na comparação com a média.

No Brasil

O milho manteve os preços fracos no Brasil. Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o mercado se depara com uma situação mais confortável no que diz respeito à oferta. “A fixação aumentou em diversos estados e os principais consumidores do país conseguiram posicionar seus estoques de maneira satisfatória”, comenta.

MILHO NO MERCADO FÍSICO – SACA DE 60 KG
Rio Grande do Sul: R$ 45
Paraná: R$ 36
Campinas (SP): R$ 40,50
Mato Grosso: R$ 28
Porto de Santos (SP): R$ 39
Porto de Paranaguá (PR): R$ 38,50
São Francisco do Sul (SC): R$ 38,50
Veja o preço do milho em outras regiões
MILHO NA BOLSA DE CHICAGO (CBOT) – BUSHEL
Dezembro/2018: US$ 3,45 (+2,50 cents)
Março/2019: US$ 3,58 (+2,50 cents)
CAFÉ
Após quatro sessões seguidas de desvalorização na Bolsa de Nova York, o café arábica voltou a subir nesta quarta, encerrando as operações em alta. Na terça, dia 18, a variedade encerrou o dia no patamar mais baixo dos últimos 13 anos.

Mas a sessão foi volátil e NY chegou a ter perdas mais uma vez, testando níveis ainda mais baixos ante a ampla oferta global em ano de safra recorde no Brasil e de boas safras em outras origens.

Segundo traders, os ganhos vieram diante de um movimento de recuperação técnica, associado à baixa do dólar contra o real e outras moedas e também diante da reação do petróleo.

Londres

Em mais uma sessão de ampla volatilidade, a bolsa inglesa acabou recuando diante de fatores técnicos e terminou o dia em baixa. Na sessão anterior, Londres fechou no terreno positivo e o arábica em NY caiu. Nesta quarta, Londres compensou e terminou pressionada.

No Brasil

Apesar da baixa do dólar, a alta do arábica em NY sustentou as cotações domésticas de café. Não houve grandes volumes negociados durante o dia, mas o comprador subiu um pouco as bases, principalmente daqueles de melhor de qualidade.

CAFÉ NO MERCADO FÍSICO – SACA DE 60 KG
Arábica/bebida boa – Sul de MG: R$ 405 a R$ 410
Arábica/bebida boa – Cerrado de MG: R$ 410 a R$ 415
Arábica/rio tipo 7 – Zona da Mata de MG: R$ 340 a R$ 350
Conilon/tipo 7 – Vitória (ES): R$ 315 a R$ 320
Confira mais cotações
CAFÉ ARÁBICA NA BOLSA DE NOVA YORK (ICE FUTURES US) – LIBRA-PESO
Dezembro/2018: 96,70 (+0,85 cents)
Março/2019: 100,05 (+0,85 cents)
CAFÉ ROBUSTA NA BOLSA INTERNACIONAL DE FINANÇAS E FUTUROS DE LONDRES (LIFFE) – TONELADA
Novembro/2018: US$ 1.487 (-US$ 5)
Janeiro/2019: US$ 1.492 (-US$ 6)
BOI
A expectativa era de que os preços do boi perdessem força à medida que o fim do mês se aproxima, mas indo na contramão, o mercado fechou com mais um dia de valorizações. A oferta restrita não dá tranquilidade para os frigoríficos comprarem boiadas, com isso, a alta nas cotações atingiu 14 das 32 praças levantadas.

Em São Paulo a arroba passou a barreira dos R$ 150 à vista, livre de Funrural, e o boi gordo tem sido negociado, em média, a R$150,50 por arroba no estado, também à vista e livre do imposto. É uma alta de 3,1% desde o início do mês.

Em Mato Grosso do Sul, a disponibilidade de animais prontos para o abate está mais crítica e por lá as valorizações são recorrentes. Na região de Três Lagoas, por exemplo, o boi gordo está custando 4% mais do que valia há duas semanas.

No vizinho Mato Grosso, o mercado comprador está menos pressionado, pois a oferta de animais na região tem sido suficiente para compor as escalas de abate sem muita necessidade de aumentar as ofertas de compra, principalmente nas regiões ao redor de Alta Floresta e Juara.

No estado, a exceção fica por conta da zona em torno de Confresa e Vila Rica, nestas áreas a oferta está apertada e o boi gordo está sendo negociado por preços acima da referência.

BOI GORDO NO MERCADO FÍSICO – ARROBA À VISTA
Araçatuba (SP): R$ 150,50
Triângulo Mineiro (MG): R$ 145
Goiânia (GO): R$ 138
Dourados (MS): R$ 145
Mato Grosso: R$ 128 a R$ 133
Marabá (PA): R$ 137
Rio Grande do Sul (oeste): R$ 4,30 (kg)
Paraná (noroeste): R$ 148
Sul (TO): R$ 135,50
Veja a cotação na sua região
DÓLAR E IBOVESPA
A cotação do dólar fechou o pregão em baixa de 0,43%, cotada a R$ 4,1242 para venda. O Banco Central manteve a política tradicional de swaps cambiais (equivalentes à venda de dólares no mercado futuro), sem leilões extraordinários de venda futura da moeda.

O índice de ações do índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), terminou a sessão desta quarta-feira em leve baixa de 0,19%, com 78.168 pontos, invertendo as últimas três sessões seguidas em alta. As ações da Petrobras acompanharam a queda, terminando o dia em baixa de 1,33%, enquanto os papéis da Vale subiram 1,24%.

PREVISÃO DO TEMPO PARA QUINTA-FEIRA, DIA 20

Sul

Os três estados devem amanhecer com céu nublado, reflexo das instabilidades registradas na região. No Rio Grande do Sul, o tempo fica fechado e ocorre chuva de maneira fraca e isolada. Já nos estados de Santa Catarina e no Paraná chove a qualquer hora do dia com volumes bem elevados. Há chance para muitas descargas elétricas e com chance até para granizo.

As temperaturas não devem subir muito por toda região por conta da nebulosidade e da chance de chuva ao longo do dia.

Sudeste

Áreas de instabilidade ganham força e levam chuva na parte da tarde para todo estado de São Paulo e atingem até o sul de Minas Gerais. Há chances de que as precipitações sejam fortes, acompanhadas de descargas elétricas e as condições podem gerar até queda de granizo.

Nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e as demais áreas de MG devem ocorrer chuva leve ao longo do dia, mais concentradas pelo fim da tarde.

Com isso, as temperaturas por todo o Sudeste devem ficar mais elevadas e a sensação é de calor.

Centro-Oeste

Chance de temporais por todo o estado de Mato Grosso do Sul, resultado das áreas de instabilidade que ganham força na região. No Mato Grosso, ela ocorre com intensidade moderada, e em Goiás, como pancadas de chuva isoladas.

As temperaturas devem ser altas por todo Centro-Oeste, porém a umidade do ar não deve ficar muito baixa.

Nordeste

O sol continua atuando no interior da região, deixando a umidade relativa do ar baixa e e aumentando ainda mais a sensação de calor. A chuva fica concentrada apenas na faixa litorânea de toda região Nordeste.

Norte

O tempo continua instável em todos os estados, incluindo até o oeste do Tocantins onde a chuva chega ao fim do dia. Os maiores acumulados continuam concentrados na faixa oeste, além disso, esta chuva vem acompanhada por altos volumes, intensa atividade elétrica e rajadas de vento de intensidade forte.

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Canciller destaca resultados positivos contra el crimen transnacional ante organismo de la ONU

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Asunción, IP.- El canciller nacional, Luis Alberto Castiglioni, manifestó el compromiso del Gobierno nacional en la lucha contra el crimen organizado y el financiamiento de actividades criminales, en su reunión con Yury Fedotov, director general de la Oficina de las Naciones Unidas en Viena y director ejecutivo de la Oficina de las Naciones Unidas contra la Droga y el Delito (UNODC).

Castiglioni resaltó que el Gobierno paraguayo demostrado su predisposición y una agenda completa para hacer frente al lavado de activos, para lo cual se ha elaborado un paquete de medidas legislativas que apuntan específicamente contra el lavado de dinero y la financiación del terrorismo.

Resaltó además que desde el inicio de este periodo de Gobierno se han realizado operativos que arrojaron resultados muy positivos en la lucha contra el narcotráfico.

Señaló que el Presidente Mario Abdo Benítez y los integrantes del Poder Ejecutivo trabajan constantemente para coordinar acciones que cumplan con los objetivos del Plan de Acción en el marco del Decreto Nº 507/2018, con acciones en el ámbito estructural transversal, de la prevención, detección e investigación y cooperación internacional, tal como el Jefe de Estado lo expresó en su último discurso ante la Asamblea General de las Naciones Unidas.

Reafirmó igualmente el compromiso del Paraguay de profundizar la cooperación con la ONUDC, cuyos temas de gestión revisten gran importancia para el país. Asimismo resaltó la importancia de trabajar juntos para promover la seguridad en la región, incluyendo la lucha contra el crimen transnacional y el financiamiento del terrorismo en el área de la Triple Frontera.

A su turno, el Director Ejecutivo Fedotov reconoció la tarea realizada por el Gobierno paraguayo, especialmente el compromiso para incrementar la transparencia y combatir la corrupción.

El encuentro además fue propicio para destacar la participación de la delegación paraguaya en el 28° periodo de sesiones de la CCPCJ (Comisión de Prevención del Delito y Justicia Penal), así como para reafirmar el compromiso del Paraguay para continuar con los esfuerzos en mejorar la prevención del delito y justicia penal y de esa manera contribuir al logro de los Objetivos de Desarrollo Sostenible. A fin de reafirmar su compromiso y voluntad, el Paraguay aspira ocupar un lugar en la CCPCJ para el periodo 2022–2024.

Castiglioni y Fedotov reafirmaron también el interés mutuo tanto del Paraguay como de UNODC de seguir manteniendo vínculos de cooperación estrechos en materia de lucha contra el crimen transnacional, las drogas ilícitas, el terrorismo y la corrupción, en el entendido de que los desafíos globales requieren de respuestas globales.

La UNODC es un líder mundial en la lucha contra las drogas ilícitas y la delincuencia internacional, además de estar encargada de ejecutar el programa principal de las Naciones Unidas contra el terrorismo.

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Habilitan duplicación de Ruta 7 desde Caaguazú hasta Minga Guazú

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Asunción, IP.- Este sábado fue habilitada al tránsito el último tramo del proyecto de duplicación de la Ruta VII, desde Minga Guazu hasta el km 183, en la altura de Pastoreo, departamento de Caaguazú.

Con este evento ya se encuentran habilitados para la circulación los 113.7 kms de duplicación comprometidos en la obra con inicio en el km 183 hasta el km 296,7 (Minga Guazu).

La obra fue realizada por el Consorcio Tape Pora, que cuenta con la concesión de este tramo por 30 años a partir de la Ley 5.625/16.

El contrato de ampliación de la concesión estipula que la duplicación no implicará el incremento del costo del peaje. La fijación de la tasa de tránsito seguirá con el sistema de la actual concesión y la continuidad de los servicios de comunicación, auxilio mecánico, remolque, ambulancia y patrullaje sin costo para el usuario.

Entre las principales obras, se tienen construidos 42 retornos tipo herradura o «U» preparados para realizar la maniobra de retorno dentro del área central de la carretera, y 22 retornos con cruce en un sentido ubicado en sectores de velocidad controlada.

Entre los trabajos complementarios se cuentan con 5 pasarelas peatonales del tipo inclusivo, ubicadas estratégicamente en las distintas zonas urbanas que atraviesa el proyecto, informó el Ministerio de Obras Públicas (MOPC).

La financiación fue realizada por el Consorcio con la colocación de bonos de la compañía, adquiridos por ocho banco locales, más el aporte accionistas y el flujo del cobro del peaje, para llegar a los US$ 130 millones necesarios para la obra.

Por su parte, el MOPC se encuentra trabajando en la liberación de la franja de dominio y las circunvalaciones necesarias para realizar la ampliación de la Ruta Nº 2, desde la ciudad de Ypacarai hasta el inicio de la Ruta 7 en Caaguazú, en lo que será un tramo de 142 km.

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Mayaro, dengue, zika e chikungunya: veja semelhanças e diferenças entre os vírus transmitidos por mosquitos

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Pesquisas indicam que o vírus mayaro está circulando no Rio de Janeiro e no interior de São Paulo. Doença é transmitida pela picada de mosquito Haemogogos, que vive na mata. Preocupação é que ele poss

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Mosquito Aedes aegypti transmite a dengue, zika e chikungunya; já o Haemagogus janthinomys transmite a febre de Mayaro. Cientistas temem que o vírus do mayaro possa se adaptar e ser transmitido também pelo Aedes. — Foto: Emphyrio/Pixabay

Duas pesquisas divulgadas neste mês apontam evidências de que o vírus da febre de mayaro já está circulando no Rio de Janeiro e no interior de São Paulo.

Descoberto em 1955, o vírus é transmitido pelo mosquito silvestre Haemagogus janthinomys, é endêmico (tem presença contínua) na Amazôniapreocupação dos especialistas é que o mayaro se adapte ao meio urbano e passe também a ser transmitido pelo Aedes Aegypti, vetor de doenças como a denguezika chikungunya.

Veja a diferença entre as doenças dengue, zika, chikungunya e mayaro

G1 Ciência e Saúde

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Veja a diferença entre as doenças dengue, zika, chikungunya e mayaro

Veja a diferença entre as doenças dengue, zika, chikungunya e mayaro

Os sintomas da febre do mayaro são semelhantes aos da chikungunya. Não há vacina para nenhuma das doenças.

Para Amílcar Tanuri, coordenador do Laboratório de Virologia Molecular da UFRJ, onde o estudo sobre o mayaro no Rio foi realizado, o esforço de prevenção deve se concentrar no combate ao mosquito.

Sintomas de doenças transmitidas por mosquitos — Foto: Rodrigo Sanches e Diana Yukari/G1
Sintomas de doenças transmitidas por mosquitos — Foto: Rodrigo Sanches e Diana Yukari/G1

Sintomas de doenças transmitidas por mosquitos — Foto: Rodrigo Sanches e Diana Yukari/G1

Dengue

  • Transmissão: picadado Aedes aegypti
  • Proliferação: água parada
  • Sintomas: febre alta (acima de 38ºC); dores musculares intensas; dor ao movimentar os olhos; mal estar; falta de apetite; dor de cabeça; manchas vermelhas no corpo
  • Duração: 2 a 7 dias
  • Complicação: dor abdominal; vômitos; sangramentos nas mucosas
  • Prevenção: evitar a proliferação do mosquito
  • Vacina: só na rede privada. É indicada para quem já teve dengue

Zika

  • Transmissão: picada do Aedes aegypti; sexo sem proteção; mãe para o feto na gravidez
  • Proliferação: água parada
  • Sintomas: febre baixa; dor de cabeça; dores no corpo e nas juntas; manchas vermelhas no corpo; olho vermelho
  • Duração: 3 a 7 dias
  • Complicações: encefalite; Síndrome de Guillain-Barré; doenças neurológicas; microcefalia
  • Prevenção: evitar a proliferação do mosquito
  • Vacina: não tem

Chikungunya

  • Transmissão: picada do Aedes aegypti
  • Proliferação: água parada
  • Sintomas: febre alta (acima de 38°C); pele e olhos avermelhados; coceira; dores no corpo e articulações (joelhos e pulsos); dor de cabeça
  • Duração: até 15 dias
  • Complicações: encefalite; Síndrome de Guillain-Barré; complicações neurológicas
  • Prevenção: evitar a proliferação do mosquito
  • Vacina: não tem

Mayaro

  • Transmissão: picada do Haemagogus janthinomys
  • Proliferação: copa de árvores; mata
  • Sintomas: febre alta (acima de 38ºC); dor de cabeça; dor muscular; dor e inchaço nas articulações; manchas no corpo
  • Duração: até 15 dias
  • Complicações: encefalite; artrite crônica
  • Prevenção: evitar a proliferação do mosquito; evitar área de mata
  • Vacina: não tem

Número de casos

O Ministério da Saúde afirma que não há casos registrados da febre mayaro no país. O órgão ressalta, no entanto, que o diagnóstico de mayaro pode ser confundido com o de chikungunya.

No Rio de Janeiro, onde há evidências de que o mayaro contaminou três pacientes, a incidência da chikungunya aumentou.

De janeiro até o início de maio de 2018,foram 106 casos prováveis de chikungunya a cada 100 mil habitantes. Em 2019, no mesmo período, a taxa ficou em 121,8 casos prováveis a cada 100 mil habitantes – aumento de quase 15%.

Em números absolutos, o estado do Rio já registrou 20,9 mil casos prováveis de chikungunya até 4 de maio de 2019. No mesmo período de 2018, o número era de 18,2 mil.

Enquanto surgem evidências sobre o mayaro, casos de dengue e zika continuam a crescer no país.

Houve um aumento de 403,7% nos casos prováveis de dengue neste ano, se comparado ao mesmo período do ano passado, segundo o Ministério da Saúde. A maior incidência é no estado de Minas Gerais, com 1 mil casos a cada 100 mil habitantes.

Já a zika teve aumento de 7,3%. O estado com maior incidência é o Tocantins, com 46,3 casos a cada 100 mil habitantes.

Evidências de mayaro no Sudeste

No Rio, pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) confirmaram a presença do vírus em casos autóctones (de pessoas que não viajaram e se contaminaram no próprio estado) analisando a sorologia de três pacientes que se infectaram em 2015. Os testes deram positivo para mayaro.

Em São Paulo, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) analisaram amostras de sangue de doadores de São Carlos e também encontraram anticorpos para o mayaro.

Mosquito haemagogus janthinomys, que também transmite a febre amarela — Foto: Reprodução
Mosquito haemagogus janthinomys, que também transmite a febre amarela — Foto: Reprodução

Mosquito haemagogus janthinomys, que também transmite a febre amarela — Foto: Reprodução

Fonte: G 1

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