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25 anos depois, guerra suja entre Schwarzenegger e Stallone vem à baila

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Mensagens incendiárias em filmes, declarações arrogantes e mais. A briga pelo cetro da masculinidade musculosa tem dois nomes: Arnold e Sylvester

Em uma indústria (a do entretenimento) que muitas vezes põe em confronto as mulheres, como divas, e destaca a amizade entre os homens, considerando-os colegas, é necessário e refrescante lembrar a luta de titãs que por anos mantiveram as duas sínteses absolutas da masculinidade no final do século XX: Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone. Uma briga que já terminou, mas voltou à tona graças a um artigo da Vulture publicado há um ano e que as redes sociais popularizaram novamente esta semana.

Mas, primeiro, um pouco de história. Stallone (Nova York, 1946) e Schwarzenegger (Áustria, 1947) se conheceram em 1977, quando ambos dividiram uma mesa na cerimônia do Globo de Ouro daquele ano. Stallone já era uma grande estrela –Rocky se tornara o filme de maior bilheteria em 1976 nos Estados Unidos e Canadá –, e Schwarzenegger, ainda não.

Em 1985, Arnold –também transformado em blockbuster graças aos dois filmes de Conan, o Bárbaro (1982 e 1984) – disse de Sylvester em uma entrevista: «Eu me irritaria se ouvisse o meu nome mencionado na mesma frase que o de Stallone. Ele usa dublês de ação nas suas cenas. Eu, não». E1988, no entanto, ele dizia que havia tentado ser amigo dele, mas ele não lhe dava «boas vibrações».

Naquele mesmo ano, quando Sylvester se casou com Brigitte Nielsen, os rumores indicavam que ela tivera um caso com Arnold. Alguns jornalistas em Hollywood chegaram a afirmar que Arnold tinha se encarregado de promover o romance dela com Sylvester para se livrar de Brigitte: nessa época, ele já estava bem casado com uma Kennedy, Maria Shriver.

Stallone também não era um anjo: de acordo com um artigo do tabloide News of the World, publicado nos anos 80, ele estava por trás de rumores de que na juventude Schwarzenegger sentia simpatia por Hitler, rumores que chegaram ao The New York Times e à CNN. Além disso, muitos viram em seus filmes mais famosos dardos lançados em direção a seu rival. Em Rocky 4 (1985) havia um vilão russo, loiro e com um modo quase robótico de falar (interpretado por Dolph Lundgren), que, para muitos espectadores, parodiava Schwarzenegger. E em uma cena na prisão, em Tango & Cash – Os Vingadores (1989), Stallone conta a um dos prisioneiros (o mais louco de todos), pouco antes de esmagar seu rosto contra as barras: «Gostei de você em Conan, o Bárbaro!». Quem estrelou Conan, o Bárbaro? Schwarzenegger, claro (a propósito, filmado em Cuenca e Almeria, na Espanha).

Nos anos 90, as coisas pareciam se acalmar. Stallone e Schwarzenegger deixaram de lado a rivalidade, mesmo que apenas por dinheiro: juntos, criaram a rede de cafeterias Planet Hollywood (que teve uma filial Madri durante anos). E as referências de um ao outro em seus filmes continuaram, mas em tom de humor: em O Último Grande Herói (1993), estrelado por Schwarzenegger, havia um pôster de O Exterminador do Futuro com o rosto de Stallone. E em Demolidor, durante uma conversa com Sandra Bullock, Stallone descobre que os EUA tiveram um presidente chamado Schwarzenegger. «Mas, ele era presidente?» «Sim, apesar de não ter nascido neste país», responde Bullock.

A relação entre os dois pareceu ter se tornado mais próxima à medida que suas estrelas perdiam o brilho o tipo de filmes de ação superlativa deixava de ser moda. No início deste século, um deles se afastou da interpretação para entrar na política (Arnold) e outra vivia sua fase de menor relevância profissional (Sylvester). Os dois voltariam à glória graças à exaltação nostálgica da saga Os Mercenários: no segundo filme, em 2012, eles dividiram pela primeira vez a tela. E em 2013, os dois estrelaram juntos Rota de Fuga. Um filme que foi um fracasso nos Estados Unidos, mas não no restante do mundo, onde os dois ainda pareciam exercer atração entre um público que sentia falta de seus ídolos da infância.

Mas o golpe de misericórdia veio em outubro de 2017. Um jornalista do site Slashfilm participou de uma sessão de perguntas e respostas com os fãs, que Schwarzenegger realizava em homenagem ao 30º aniversário do Predador. Sua longa rivalidade com Stallone foi uma das questões-chave, e o ator não se esquivou.

«Estou feliz por termos aparado nossas diferenças porque aquilo não era agradável», confessou o astro de ação. «Estávamos atacando um ao outro na mídia sem parar. Nós nos insultamos e apontávamos os pontos fracos do outro. Era tão competitivo. Tornou-se algo tão absurdo que, de repente, estávamos discutindo para ver quem tinha o corpo mais musculoso, quem usava a maior arma ou quem tinha a faca mais afiada.»

A boa notícia vem agora: Schwarzenegger confirmou um boato que corre em Hollywood há anos e contou que, graças a ele, ou melhor, por culpa sua, Stallone aceitou o que é provavelmente o pior filme de sua carreira e um dos piores da história de Hollywood: Pare! Senão Mamãe Atira (1992). A trama? Um policial solteiro e mulherengo recebe a visita da mãe, Tutti, que o trata como uma criança e testemunha o crime de um peixe graúdo no mercado negro de armas. Depois disso, ela se torna uma estranha parceira de investigação do filho. A mãe, a propósito, era a grande comediante Estelle Getty, Sofia em Supergatas. Mas nem ela conseguiu salvar o filme.

Naquela época era comum que os dois astros da ação lutassem pelos projetos mais apetitosos. E a lenda diz que, quando o roteiro de Pare! Senão Mamãe Atira chegou a Schwarzenegger, ele o achou horroroso, claro, mas resolveu vazar para a imprensa que estava muito interessado, para que Stallone brigasse por ele e acabasse sendo o protagonista.

«É verdade», respondeu Arnold. «Li o roteiro. Era tão ruim! Também fiz filmes pestilentos, eu sei, mas aquele era realmente muito ruim. Então eu disse para mim mesmo (isso foi quando eu e Sylvester não nos dávamos bem): vou fingir que tenho um tremendo interesse neste roteiro. Sei como Hollywood funciona. Então, pedi uma quantia indecente de dinheiro. Dessa forma, eles diriam: ‘Vamos dá-lo para Sylvester, talvez possamos contratá-lo por menos.’ E eles lhe disseram: ‘Schwarzenegger está muito interessado, aqui estão os recortes de imprensa em que ele fala sobre o projeto. Se você quiser fazer e pegar o projeto, estará disponível para você. E ele fez! Ele fez de verdade. Uma semana depois, eles me disseram: ‘Sylvester assinou para fazer o filme’. E eu levantei meu punho e gritei: ‘Sim!’»

Um golpe de mestre Pare! Senão Mamãe Atira foi um fracasso de bilheteria. Fizeram mil piadas sobre ele, tanto em Os Simpsons como em Saturday Night Live. Stallone disse em uma entrevista em 2012 que aquele foi «talvez um dos piores filmes do sistema solar, incluindo filmes alieníginas que não vimos. Um verme poderia ter escrito um roteiro melhor». E então ele brincou: «Em alguns países, acho que na China, eles transmitem o filme na televisão uma vez por semana para conseguir que a taxa de natalidade permaneça em zero. Se exibirem duas vezes por semana, acho que a China seria extinta em vinte anos.» (Guillermo Alonso, ElPaís)

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Devastación en reserva Morombí contaminará el Acuífero Guaraní

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Un estudio, encargado por el Fondo Mundial para la Naturaleza (WWF, por sus siglas en inglés), registró la desaparición de 800.000 ejemplares de árboles autóctonos en los últimos cinco años. Esto tiene lugar en varios sectores dentro de la reserva natural privada Morombí y afecta a 3.000 hectáreas, según explica Óscar Rodas, gerente de Cambio Climático de WWF Paraguay.

Una serie de funestos efectos –menciona Rodas– acarrearía esta indiscriminada tala ilegal que se viene denunciando desde 2014.

La vista satelital (ver foto inferior) avizora un panorama dantesco: desde la desaparición de toda la biodiversidad, flora y fauna de la zona (hogar del yaguareté, Panthera onca, especie en peligro de extinción) hasta la contaminación de humedales tributarios de una de las más grandes reservas mundiales de agua dulce.

Ocurre que dentro de esta reserva, que es la de mayor superficie del Bosque Atlántico por detrás de la reserva del Mbaracayú, existen dos lugares de recarga del Acuífero Guaraní, la segunda reserva del agua dulce más importante del mundo.

De las 33.000 hectáreas que tiene Morombí, 25.000 hectáreas “son puro bosque, lo más diverso que se tiene en esta parte del continente, incluso más que el Amazonas en cuanto a árboles nativos, señala Rodas. El resto son humedales que sirven de afluente al depósito subterráneo de agua.

El experto explica que los sitios de recarga son el “filtro natural”, donde penetran las aguas al subsuelo y recarga al acuífero que Paraguay comparte con Brasil, Argentina y Uruguay. “El acuífero es como una gran bolsa de agua que si se elimina el bosque que protege las zonas de recarga, puede contaminar el acuífero y eso ya es irreversible”, advierte.

Dentro de la reserva Morombí, además, se produce el 60% del caudal del río Acaray que provee de energía a la única hidroeléctrica en territorio soberano, y que es la represa Acaray.

IRREPARABLE

El estudio señalado al inicio, elaborado por la ingeniera forestal Victoria Soerensen, da cuenta de que al menos 400 árboles por día se han perdido en Morombí.

“Es un daño grave a un patrimonio natural genético. Queda todavía un sector oeste de la reserva bastante íntegro; pero al ritmo que va eso podría quedar totalmente afectado en menos de dos años”, alerta Rodas.

Tanto al noreste como al sureste de la reserva son los puntos más afectados ante la ocupación y actividades ilícitas (carboneras y plantaciones de marihuana).

“Este proceso de depredación provocará que la reserva pierda su equilibrio natural e ingresará en un proceso de degradación de bosque que puede ser definitivo; no va a poder recuperarse porque los árboles de mayor tamaño van a ser talados”, dice y pasa a enumerar las consecuencias que se avizoran si no se detiene la tala.

“Produciría un desequilibrio en el clima, una pérdida en la calidad de los recursos hídricos, colmatación de manantiales, la contaminación de acuíferos, pérdida de vida silvestre (yaguareté, yvyra campana), de recursos genéticos para desarrollar emprendimientos agroforestales sostenibles con la comunidad”, enumera.

WWF hizo un estudio que arrojó que el Bosque Atlántico es una de las 200 ecorregiones más importantes a nivel del planeta en cuanto a diversidad biológica.

“Eso da para dimensionar lo que estamos perdiendo desde el punto de vista ambiental y cultural”, sostiene.

SALIDA

El camino para evitar la catástrofe –plantea– es el “diálogo” entre las autoridades del Gobierno y los pobladores de la zona de amortiguamiento de la reserva.

“Finalmente, las poblaciones rurales, las familias campesinas, si llegan a un diálogo con los administradores de Morombí, el Gobierno establece un diálogo, ese potencial ambiental (agua, clima, yerba mate, hierbas medicinales del bosque, ka’a he’ê) puede ser aprovechado de una manera racional”, postula sobre lo que llama “productos no maderables” del bosque; así también se pueden usar los recursos con fines turísticos e investigación científica.

Recuerda que los municipios tienen el mandato de promover un plan de desarrollo sostenible para mejorar la calidad de vida a largo plazo de sus poblaciones.

“Hay que cambiar el paradigma de tumbar bosques para satisfacer necesidades muy a corto plazo y dejar de lado la planificación”, concluye.



Tala. En dos años, la masa boscosa de la reserva Morombí puede desaparecer, según alerta la WWF.

Daño. Esta expoliación de los árboles propiciará el deterioro de las aguas subterráneas de la zona. UH

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JOVEN SANALBERTEÑA FUE DETENIDA EN BRASIL CON CARGA DE MACONHA.

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Según el portal de noticias del vecino país ( vvale.com.br) Una joven identificada como ( Vanesa Rodrígues de Souza) 19 años, fue sorprendida por la Policía Rodoviáría Federal (PRF) ,el miércoles último por transportar casi (103) kilos de marihuana escondida en un automóvil.
La detención fue realizada en la BR.163 en la ciudad de Marechal Cândido Rondon, región Oeste do Paraná.

La marihuana estaba escondida en la parte lateral del vehículo, en el panel, en la pierdas ,en el piso y al costado de los asientos. El vehículo se trata de un Toyota Allion.
La (PRF) hizo el procedimiento hasta la delegación de la Policía Federal en Guaíra.

(Venesa)manifestó lo siguiente: Yo agarré el vehículo ya cargado en Ciudad del Este Paraguay, y con dirección a la Ciudad de Chapeco ,Oeste catarinense.

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Mario Abdo lanza un guiño a Cartes durante inauguración de ruta en Canindeyú

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El presidente de la República, Mario Abdo Benítez, inauguró este sábado la ruta Curuguaty-Villa Ygatimi-Ypehjú, en el Departamento de Canindeyú. Durante el acto, el mandatario se recordó de su antecesor Horacio Cartes.

Mario Abdo Benítez

Mario Abdo Benítez no figuraba como uno de los oradores del acto oficial realizado en Ypehju. Sin embargo, tomó la palabra para lanzar un guiño a su antecesor y correligionario Horacio Cartes, quien es líder del movimiento Honor Colorado.

El gesto del actual jefe de Estado se da en el marco de la búsqueda de consenso que le permita una gobernabilidad, sobre todo, tras la crisis política que se generó por la cuestionada acta sobre Itaipú, que finalmente quedó sin efecto.

“Esto es la continuidad de una política de estado, es un ejemplo metafórico y real de la construcción de políticas públicas, con una visión que nos permita corresponsabilidad en la construcción del futuro de la Nación y hay que decirlo así como son las cosas”, dijo el mandatario.

Mario Abdo destacó que la obra inaugurada se inició “bajo la voluntad política del anterior Gobierno”, en referencia a la gestión de Horacio Cartes, y se culminó durante su administración.

“De eso se trata la conciencia democrática, que nos lleve a entender de que el Paraguay no depende de un presidente, que se debe trazar un destino común, a pesar de las diferencias para que progrese nuestro país”, subrayó.

Horacio Cartes fue uno de los artífices para evitar que se lleve a cabo el juicio político a Mario Abdo y a Hugo Velázquez, principales cabezas del Ejecutivo. Los opositores amenazaban con su destitución tras filtrarse el acta sobre Itaipú.

Los representantes de Honor Colorado, en un principio apoyaron, pero 24 horas después cambiaron de opinión. Con una unidad granítica, los colorados hicieron pasar la crisis política. Sin embargo, los cartistas pidieron «gestos» al movimiento oficialista Colorado Añetete.

En ese sentido, recientemente fue designado Rodolfo Friedmann como ministro de Agricultura y Ganadería (MAG). De esa forma dejó su banca en el Senado, tras ocupar por un año en reemplazo de Cartes, quien no pudo jurar como senador activo.

Guiño para Wiens y Friedmann

El presidente de la República también aprovechó la ocasión para destacar el trabajo del ministro de Obras Públicas, Arnoldo Wiens, quien figura entre uno de los integrantes del Gabinete presidencial más criticados por la ciudadanía y sectores políticos.

“Recuerdo que cuando lo designé al compañero Arnoldo Wiens como ministro del MOPC recibí muchas críticas porque no es ingeniero, le dimos un tiempo y podemos decir con mucha satisfacción que de agosto a agosto, con seis meses de lluvia, batimos récord histórico en obras públicas con más de USD 500 millones ejecutados y USD 1.000 millones en adjudicación. Alguien que no es ingeniero demostró un gran trabajo”, dijo.

La expresión “no es ingeniero” se podría interpretar como un respaldo rebote al nuevo ministro de Agricultura y Ganadería, Rodolfo Friedmann, quien recibe múltiples críticas por no tener formación vinculada a la producción. UH

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