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Brasil

Tensão geopolítica amplia risco para o agronegócio

Publicada em 06/03/26 às 05:16h - 959 visualizações

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Tensão geopolítica amplia risco para o agronegócio
 (Foto: saltodelguairaaldia.com)

A alta do petróleo tende a elevar o preço dos combustíveis

A escalada de tensões no Oriente Médio começa a gerar reflexos relevantes nos mercados globais e amplia o grau de incerteza para o agronegócio. A combinação de petróleo mais caro, pressão cambial e riscos logísticos em rotas estratégicas pode afetar custos de produção e também o fluxo de exportações agrícolas, especialmente no ciclo 2026/27.

Segundo avaliação da Céleres Consultoria, o primeiro impacto ocorre no mercado de energia. A alta do petróleo tende a elevar o preço dos combustíveis e ampliar pressões inflacionárias, o que pode aumentar os custos operacionais do produtor rural brasileiro na próxima safra. Ao mesmo tempo, a instabilidade internacional tem pressionado moedas emergentes. Nas últimas semanas o real se desvalorizou frente ao dólar, movimento que pode sustentar no curto prazo a formação de preços de grãos no país.

“O reflexo mais provável seria sobre os preços do petróleo. Como consequência, temos aumento nos preços de combustíveis e pressão inflacionária. Para o produtor rural brasileiro, se esse efeito for repassado, podemos ter um custo maior de combustíveis para a safra 2026/27”, destaca Enilson Nogueira, Coordenador de Estudos Econômicos da Céleres Consultoria.

Outro ponto sensível está na logística global. O Estreito de Ormuz é uma rota fundamental para petróleo e insumos agrícolas, e qualquer interrupção pode afetar o fornecimento mundial de fertilizantes. Analistas da consultoria destacam que o Irã responde por cerca de 10% das exportações globais de ureia e que o Oriente Médio concentra um quarto da oferta mundial do produto, o que aumenta o risco de encarecimento dos nitrogenados.

No lado da demanda, o milho brasileiro aparece entre as commodities mais expostas. O Irã tornou-se um dos principais compradores do cereal nos últimos anos e adquiriu mais de 9 milhões de toneladas em 2025. Uma eventual redução nos embarques pode elevar os estoques internos e pressionar os preços domésticos.

Agrolink - Leonardo Gottems




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