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Narcotráfico

Beira-Mar fala sobre Marcola no ‘Câmera Record’: ‘Um cara honrado’

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Traficante falou por mais de três horas com exclusividade ao jornalístico e deu informações inéditas sobre o crime organizado

Domingos Meirelles questionou Beira-Mar sobre PCC

Domingos Meirelles questionou Beira-Mar sobre PCC

Divulgação/ Record

De dentro do presídio mais rígido, Fernandinho Beira-Mar, um dos traficantes mais temidos do Brasil, revela informações até então desconhecidas do submundo do crime organizado aos jornalistas Domingos Meirelles, Gustavo Costa, Gabriela Pimentel, Fabíola Correa e Marcelo Menezes.

As quase três horas de entrevista, a mais longa que ele já deu, foram divididas em duas edições do Câmera Record. Beira-Mar falou sobre tráfico internacional de armas e drogas, da crueldade ao executar desafetos, das suas conexões com o grupo paramilitar As FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e da parceria com lideranças de outras organizações criminosas.

«Eu sou amigo da cúpula do PCC. Tenho muito respeito pelo Marcola, muita admiração por ele porque ele é um cara honrado. A gente puxou cadeia junto. Eu estava no Regime Disciplinar Diferenciado, em Presidente Bernardes, e ele também», responde ao ser perguntado por Domingos Meirelles sobre suas relações com líderes de facções rivais.

Condenado a mais de 200 anos de prisão, Beira-Mar é considerado um homem cruel com seus inimigos. Entre as atrocidades comandadas por ele, uma deles manchou de sangue sua ficha criminal.

Em agosto de 1999, a Polícia Federal intercepta uma conversa telefônica. Do outro lado da linha está Michel dos Santos. Michel teria tido uma relação com uma namorada de Fernandinho. Ele foi então sequestrado, torturado e esquartejado vivo.

Ao ser questionado sobre esse episódio por Meirelles, Beira-Mar muda o tom de voz, crítica a gravação da polícia, mas assume a responsabilidade de ter mandado torturar e matar Michel. «As pessoas não entendem que às vezes você toma tipos de atitude no calor do momento. Eu tive razão de tomar aquela atitude», confessa.

A equipe de jornalistas revela também como o traficante estava controlando seus negócios de dentro da Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia.

É exclusivo! O Câmera Record vai ao ar logo após o Domingo Espetacular.

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Narcotráfico

Fiscalía no descarta implicancia de «altos cargos» en estructura narco

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Desde la Fiscalía aseguraron contar con elementos para considerar que los nueve policías detenidos este martes tenían participación activa en estructuras de narcotráfico. No se descarta la implicancia de más uniformados, incluso de «altos cargos».

El fiscal Adjunto de la Unidad Especializada contra el Narcotráfico, Marcos Alcaraz, informó a Úlima Hora que la Operación Dominio –de la cual formó parte el operativo llamado Dignidad, ejecutado este martes– se inició 10 meses atrás, en combate al crimen organizado.

Alcaraz detalló que las investigaciones se basaron en escuchas telefónicas y que actualmente cuentan con elementos contundentes para considerar que los agentes de la Policía Nacional detenidos formaban parte activa del narcotráfico, dentro de cargos y ubicaciones estratégicas.

“Hablamos de una estructura criminal donde cada tanto aparecen policías en lugares estratégicos para brindar protección, información y apoyo logístico”, refirió.

El representante del Ministerio Público comentó que todos los policías detenidos tenían en su poder teléfonos “cabritos”, que presumiblemente eran utilizados para comunicarse con los demás integrantes de bandas de narcotraficantes.

Marcos Alcaraz mencionó que incluso uno de los agentes implicados intentó ocultar su celular en su vehículo y que las llaves del rodado las guardó dentro de su ropa interior.

“Estos teléfonos serán intervenidos y como resultado de ello no podemos descartar, en absoluto, que haya más policías implicados. Incluso puede existir el nexo de algunos altos jefes”, precisó.

Son nueve los uniformados arrestados por el caso. Se trata del comisario principal Edelio Celso Loreiro García, el subcomisario Pedro Molinas, el subcomisario Rubén Darío Duarte, junto con Venancio Bolaños Torres, Mario Figueroa Velázquez, Carlos Ever Navarro Morales, Pablo César Morales, Luis Carlos Gómez Santacruz y Sebastián Ramón Silva.

Los agentes fueron detenidos en distintos procedimientos realizados en Asunción, Pedro Juan Caballero, Puentesiño, Concepción y San Carlos.

Operación Dominio

Los procedimientos antidrogas que forman parte del operativo denominado Dominio se iniciaron en enero pasado con la incautación de 381 kilos de cocaína en Sargento José Félix López, conocido como ex Puentesiño.

El segundo se realizó en febrero, con el nombre de Operación Polaris, donde se decomisaron 2.200 kilos de cocaína en la ciudad de Yby Yaú, mientras que el tercero también ocurrió en ex Puentesiño, donde cayeron 388 kilos de la misma droga.

La detención de los uniformados fue parte de la cuarta etapa, la Operación Dignidad, que está vinculada al plan de acción de Dominio. UH

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Narcotráfico

CANINDEYU.DESTRUYEN CASI 4 HECTÁREAS DE MARIHUANA EN TIERRA OCUPADA POR NATIVOS

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Agentes del Departamento de Antinarcóticos de la Policía Nacional, de la Regional de Curuguaty, destruyeron varias hectáreas de cultivos de marihuana y picada de la hierba prohibida, además de un rancho precario en una propiedad privada ocupada por indígenas. La intervención se llevó a cabo luego de varias denuncias realizadas ante las autoridades, refirieron los empleados de la propiedad, perteneciente a Juan Carlos Villalba.
El procedimiento se realizó esta mañana en la comunidad denominada Veraro, distrito de Maracaná, Canindeyú, según los datos primarios. Toda la marihuana hallada fue destruida por orden del fiscal antinarcóticos de Curuguaty Lucrecio Cabrera, quien manifestó que un total de tres hectáreas y media de cultivos fueron eliminados, además de algunas bolsas de marihuana picada que ya no servían, indicó el fiscal.

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Narcotráfico

PF destrói 3 mil toneladas de maconha de plantações no Paraguai

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A 3ª fase da Operação Nova Aliança, que tem como objetivo a erradicação de plantações de maconha no Paraguai, foi concluída esta semana e resultou na destruição de 3 mil toneladas da droga. A quantidade deste ano ultrapassa o volume destruído em 2017 e 2018.

As ações de combate às plantações de maconha no país vizinho envolveram, conjuntamente, os agentes da Polícia Federal (PF) e da Secretaria Nacional Anti Drogas do Paraguai. De acordo com a PF, esse tipo de trabalho é eficaz e reduz custos.

“A estratégia de atacar a produção da droga, antes de que ela chegue ao mercado brasileiro, traz grande economia ao país, pois milhões de reais deixam de ser gastos em repressão ao tráfico interno, em prisões e processos judiciais, que se tornam menos comuns, uma vez que a quantidade de maconha que circula no país cai drasticamente”.

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