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Paraguaya sacó sus “alas” y vuela alto

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Camila Aracelli es la joven y hermosa paraguaya que se convirtió en azafata de Emirates.

“Estoy desde el 16 de noviembre del 2018”, empezó contando una joven compatriota, quien con tan solo 21 años se encuentra trabajando como azafata para una de las aerolíneas más importantes del mundo, Emirates.

Dejando su querido Tomás Romero Pereira, distrito de la ciudad de María Auxiliadora, situado en el departamento de Itapúa, Camila Aracelli Ponillaux lleva viviendo hace 4 meses en Dubái, un país donde las maravillas la sorprenden en cada despertar.

La mitad de su estadía la pasa entrenando, mientras la restante, de vuelvo en vuelvo, ya que aún sigue en periodo de prueba.

Comentó que trabajando en la capital de Paraguay, por un tiempo, como operadora mayorista de turismo, le entró la curiosidad de querer recorrer el mundo.

Buscando ya oportunidades para llegar a su objetivo y conversando con una amiga sobre su ideal, le pasó el flyer de Emirates donde buscaban azafata, dudando un poco sobre ello, pero sin vueltas que dar, se postuló quedando entre las 7 seleccionadas.

“Todos los requisitos que ellos pedían yo los tenía, y viajan a 72 países y sumando entonces me era perfecto para la meta que yo tenía. Apliqué y de entre 280 postulantes fui una de las 7 en pasar”, contaba la joven paraguaya.

Camila desde los 7 años empezó a estudiar inglés, pero cuando cumplió los 17 fue a vivir en Kansas por un intercambio cultural y a los 20 años a Pennsylvania por 4 meses, lo cual la ayudó mucho más en reforzar el idioma yanqui.

“Vivir lejos de mi familia desde joven también me ayudó a animarme”, señaló la joven, quien hasta el momento lleva recorriendo países como Inglaterra, Corea del Sur, Australia. Pasó por China, Suecia, Seychelles, Malasia y Rusia. Además de tener ya un recorrido personal por Brasil, Argentina, Perú, Estados Unidos y Jamaica.

Hay muchos otros paraguayos trabajando para la compañía

Cami la Aracelli no es la única compatriota que deja en alto al país guaraní sino que cuenta que son como 60 paraguayos entre los 20 mil tripulantes, además de asegurar que se siente orgullosa de haber compartido con la primera oficial mujer paraguaya en la compañía que se acaba de graduar.

“Tuve la oportunidad de viajar con ella a Brisbane, y no saben lo bien que se sintió hablar puramente paraguayo en la cabina de piloto del avión más grande del mundo.

También tengo un amigo supervisor de cabina que está hace 12 años en la compañía, me hablaron de algún Purser, que al mismo tiempo es entrenador en el colegio de aviación y es paraguayo”, dijo la joven azafata.CRONICA

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O que se sabe sobre a GlobalCoin, criptomoeda que o Facebook quer lançar em 2020

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O Facebook está finalizando o projeto de lançar no primeiro bimestre de 2020 sua própria criptomoeda, um dos pilares de um sistema de pagamentos digitais que funcionaria em uma dezena de países.

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, teve encontro sobre criptomoeda com o dirigente do banco central do Reino Unido. (Fotos: BBC)

A empresa, que deve dar mais detalhes nos próximos meses, pretende testar a GlobalCoin ainda neste ano.

No mês passado, o fundador da empresa, Mark Zuckerberg, se encontrou com Mark Carney, dirigente do Banco Central do Reino Unido, para falar sobre as oportunidades e os riscos que envolvem o lançamento de uma criptomoeda.

Além disso, a empresa pediu conselhos ao Tesouro americano, sobre questões operacionais e regulatórias de oficiais, e a companhias de transferência de dinheiro, como Western Union, em busca de maneiras fáceis e baratas para pessoas sem contas bancárias mandarem e receberem dinheiro.

Como funcionará a criptomoeda do Facebook?

O Facebook, que reúne mais de 2 bilhões de perfis no mundo, quer seu sistema de pagamentos com moeda digital sirva para usuários que também não tenham conta bancária.

A empresa, dona também do WhatsApp e do Instagram, busca quebrar barreiras financeiras, competir com bancos e reduzir custos de consumidores.

O projeto, apelidado de Libra, foi noticiado pela primeira vez em dezembro passado.

O Facebook também estaria negociando com comerciantes online para que aceitem a moeda como pagamento em troca de taxas de transação mais baixas.

O que é uma criptomoeda?

Moedas virtuais podem ser usada para pagar por coisas na vida real, como um quarto de hotel, comida ou até uma casa.

Elas são armazenadas em carteiras e podem ser enviadas de forma anônima entre usuários.

Criptomoedas são rodadas com a tecnologia blockchain, que usa blocos de informação, como acordos ou transações, a serem armazenados em uma rede de computadores.

A informação é armazenada cronologicamente, pode ser vista por uma comunidade de usuários, e normalmente não é administrada por uma autoridade central como um banco ou um governo.

O conceito foi criado para garantir segurança e anonimato aos usuários, prevenindo adulteração ou sequestro da rede.

Por que a criptomoeda do Facebook gera preocupações?

O Facebook tem sido criticado pelo modo com administra e preserva as informações pessoais de usuários, e por isso reguladores devem examinar de perto o lançamento de uma criptomoeda da empresa.

No início do mês, o Senado americano escreveu uma carta aberta a Zuckerberg perguntando como que a moeda funcionará, que proteção será oferecida ao consumidor e como será a proteção das informações.

Mark Zuckerberg

Empresa já tentou criar moeda virtual há uma década

O Facebook também debateu o processo de checagem de identidade e como reduzir os riscos de lavagem de dinheiro com o Tesouro americano.

Estima-se que o Facebook e seus parceiros queiram prevenir grandes flutuações cambiais atrelando a moeda a câmbios estabelecidos, como o dólar americano, o euro e o iene japonês.

Empreitada anterior da empresa não vingou

Não é a primeira vez que o Facebook tenta aproveitar a onda das moedas digitais. Há uma década, a empresa criou o Facebook Credits, moeda virtual que permitia aos usuários comprar itens em aplicativos na rede social.

Mas a companhia acabou com o projeto há dois anos depois que afundou.

Na nova empreitada, a empresa terá que navegar também uma míriade de regulações nos países em que quer entrar. Um deles é a Índia, que recentemente refreou o segmento de moedas digitais.

As conversas estão na fase inicial com governos, bancos centrais e reguladores, e pessoas que acompanham o processo admitem que lançar qualquer criptomoeda até o começo do ano que vem é uma meta ambiciosa.

Procurados, Facebook, Western Union e o Banco da Inglaterra não quiseram comentar o assunto.

Acesso a dados financeiros

A maior atração das moedas digitais para bancos e grandes empresas é a tecnologia por trás delas.

A tecnologia blockchain pode ajudar a reduzir o tempo e o custo de mandar dinheiro através de fronteiras ultrapassando redes bancárias.

O especialista David Gerard disse que o Facebook teria acesso a informações valiosas sobre gastos criando seu próprio sistema de pagamento.

No entanto, ele questionou por que a gigante rede social precisaria de sua própria criptomoeda para guardar os dados. Ele disse que, em vez disso, o Facebook poderia criar uma plataforma como o PayPal, que permite a usuários transferirem moedas tradicionais.

Criptomoedas são vulneráveis a flutuações de valor, que, segundo Gerard, pode criar uma barreira para o sucesso da GlobalCoin do Facebook.

«Pessoas normais não querem lidar com uma moeda que está subindo e descendo o tempo todo», ele explicou.

Mas Garrick Hileman, um pesquisador da London School of Economics, disse que o projeto pode ser um dos eventos mais significativos na curta história de criptomoedas.

Ele faz uma estimativa conservadora: 30 milhões de pessoas usam criptomoedas hoje.

Fonte: BBC Brasil

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Scania anuncia investimento de R$ 1,4 bilhão no Brasil

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As oscilações de humor do mercado acerca da política e da economia brasileira parecem passar longe da indústria automotiva. Nesta terça-feira (21), a Scania anunciou um programa de investimentos de 1,4 bilhão de reais de 2021 a 2024, além de um aporte extra de 75 milhões de reais que começam a ser aplicados imediatamente em um novo centro de pesquisa e desenvolvimento em São Bernardo do Campo (SP).

“Não esperamos um grande ciclo de investimentos para modernizar os produtos e a nossa fábrica. Precisamos ter uma evolução constante”, afirma o diretor de relações institucionais da Scania na América Latina, Gustavo Bonini.

O anúncio da marca de caminhões e ônibus, que está há mais de 60 anos no País, vem em um momento que outras montadoras também estão apostando suas fichas por aqui. Recentemente, a General Motors anunciou um aporte de 10 bilhões de reais em suas plantas no Estado de São Paulo. A Honda também divulgou aporte de 500 milhões de reais em seu parque fabril de motos na Zona Franca de Manaus. Ainda no primeiro trimestre, a Hyundai anunciou aporte de 125 milhões de reais para aumento de capacidade na planta de Piracicaba (SP). Um ponto fora da curva, neste cenário, é a Ford, que anunciou que fechará sua fábrica de caminhões em São Bernardo do Campo como parte de uma estratégia de deixar o negócio de veículos pesados.

Para Bonini, o investimento da Scania no Brasil visa longo prazo. O foco, segundo ele, é principalmente o desenvolvimento de produtos com combustíveis alternativos. “Estamos estudando e desenvolvendo todos os tipos de tendências, passando pelo gás natural, híbridos, elétricos, entre outros”, acrescenta. Segundo ele, um programa de investimentos da ordem de 2,6 bilhões de reais ainda está em curso no País e vai até 2020.

O diretor da Scania salienta que, hoje, o complexo industrial da empresa no ABC Paulista é modular, ou seja, a manufatura depende da chegada do pedido à linha. “Além de produtos customizados, isso nos deu flexibilidade principalmente durante a crise dos últimos anos, quando contratamos 1.200 funcionários”, destaca. Hoje, a unidade conta com 4.500 funcionários.

Com grande foco, atualmente, nas exportações, a montadora encerrou 2018 com 65% a 70% da produção voltada às vendas externas. “Claro que a crise na Argentina, que é um importante mercado para nós, nos afetou. Mas temos conseguido compensar essa retração. Nosso perfil continua exportador”, garante Bonini. No Brasil, a montadora informa ter 20,9% de market share na categoria de caminhões pesados, uma das mais disputadas localmente. EXAME

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Papa nomeia mulheres para cargos-chave no Vaticano pela primeira vez

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O Papa Francisco nomeou quatro mulheres como consultoras na secretaria-geral do Sínodo dos Bispos, considerado um departamento chave no Vaticano, nesta sexta-feira (24). É a primeira vez que mulheres ocupam este cargo na Igreja Católica, informou a Santa Sé, desde que o sínodo foi fundado, há mais de 50 anos.

O Sínodo é uma assembleia de bispos que representam o conjunto de todos os bispos da Igreja Católica e tem a missão de ajudar o Papa no governo da Igreja. Ele também pode oferecer orientações sobre a doutrina católica que podem ser transformadas em lei pelo pontífice. Foi estabelecido em 1965 pelo Papa Paulo VI.

Três freiras e uma mulher não ordenada na Igreja foram nomeadas para a secretaria-geral, uma instituição permanente vaticana que se encarrega de preparar a assembleia do Sínodo e de aplicar suas conclusões.

«É uma ótima notícia, porque, até agora, não havia estruturas para as mulheres terem influência nos sínodos enquanto estão sendo preparados», disse à Reuters Zuzanna Fliosowska, gerente geral do Voices of Faith, um grupo de defesa internacional que promove um papel maior para as mulheres na Igreja.

A próxima reunião do grupo, marcada para outubro deste ano, vai discutir as necessidades da Igreja na região da Amazônia – como, por exemplo, a escassez extrema de padres, diz a Reuters.

Duas das quatro nomeadas são italianas – a irmã Alessandra Smerilli, professora de economia, e Cecilia Costa, professora de sociologia. As outras são a Irmã Maria Luisa Berzosa Gonzalez, da Espanha, e a Irmã Nathalie Becquart, da França.

Além delas, foram nomeados dois consultores homens: os reverendos Giacomo Costa e Rossano Sala.

G1

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