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Foco de constante tensão, fronteira com o Paraguai é alvo de ação do DOF

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Operação Saturação segue por tempo indeterminado e conta com reforço da PM e helicóptero; onda de violência tomou a região de Paranhos.

Ação em municípios na fronteira com o Paraguai não tem data para terminar e ocorre em meio a aumento da tensão por conta da ação de criminosos. (Foto: DOF/Divulgação)
O DOF (Departamento de Operações de Fronteira) deflagrou nesta sexta-feira (28) a operação Saturação em trecho da faixa de fronteira com o Paraguai que abrange os municípios de Coronel Sapucaia, Paranhos e Sete Quedas. A ação ocorre ao mesmo tempo em que a violência atribuída a uma disputa entre grupos de traficantes têm causado medo em moradores nas localidades dos lados brasileiro e paraguaio da fronteira, principalmente no entorno de Sete Quedas.
Anunciada como uma grande ação, que conta com suporte de helicóptero da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), a Saturação ocorrerá por tempo indeterminado, segundo o coronel PM Kleber Haddad Lane, comandante do DOF. Equipes da Polícia Militar dos três municípios também são suporte às ações.

Conforme o DOF, a operação visa a combater crimes transfronteiriços, como o contrabando de armas e munições e o tráfico de drogas, bem como recuperar veículos objetos de roubos e furtos (comumente usados para o transporte de produtos ilícitos), cumprir mandados de prisão e reforçar o policiamento e bloqueios para fiscalização em estradas estaduais e vicinais.

A região de fronteira viveu novos momentos de ebulição nos últimos dias, principalmente na comunidade paraguaia de Ypejhú, vizinha a Paranhos. Em 19 de dezembro, mais de 30 bandidos armados promoveram um ataque com explosivos à mansão e a uma loja de veículos em busca de Diego Zacarias Alderete Peralta, apontado como chefe local do tráfico.

No mesmo dia, um comerciante brasileiro teve a casa invadida por bandidos. Emiliano Fernandes foi espancado e ameaçado de morte caso não fizesse um pagamento de US$ 200 mil até o início de 2019. Autoridades paraguaias se deslocaram para a região a fim de tentar apaziguar a região do outro lado da fronteira. O jornal ABC Color cita o brasileiro Sérgio de Arruda Quintiliano Neto, 32, o Minotauro, como mandante de ação para tentar controlar o crime organizado.

Na noite de quinta-feira (27), também em Paranhos, um tiroteio deixou um traficante ferido e resultou na apreensão de um Toyota Corolla roubado no início do ano em Curitiba (PR). Equipes do DOF patrulhavam a região e foram acionadas por moradores, que informaram sobre a troca de tiros. O veículo foi localizado com marcas de disparos, vidros quebrados e portas destravadas, além de marcas de sangue.

O condutor, de 19 anos, disse ter sido fechado pelos ocupantes de uma caminhonete, que efetuaram os disparos. Ele revelou que pegou o veículo em Itaquiraí com um amigo e seguiu para Paranhos, onde carregaria o automóvel com drogas. CGNEWS

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WhatsApp é usado por 53% para compartilhar notícias no Brasil

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Leandro Haberli*O WhatsApp se tornou uma rede primária para discutir e compartilhar notícias em países não ocidentais. No Brasil, o aplicativo é usado por 53% para compartilhar notícias, segundo o estudo Digital News Report produzido pelo Reuters Institute for the Study of Journalism.Crédito:EBC

O levantamento também mostra que nesses países as pessoas são mais propensas a participarem de grandes grupos do WhatsApp com quem não conhecem, o que reflete como esses aplicativos podem ser usados para compartilhar facilmente informações em grande escala, incentivando potencialmente a disseminação de fake news.

Grupos públicos e privados do Facebook que discutem notícias e política se tornaram populares na Turquia (29%) e no Brasil (22%), mas são muito menos usados em países ocidentais como o Canadá (7%) ou a Austrália (7%).

A preocupação com fake news permanece alta: no Brasil, 85% dizem estar preocupados com o que é real e falso na internet. A preocupação também é alta no Reino Unido (70%) e nos EUA (67%), mas muito menor na Alemanha (38%) e na Holanda (31%).

Em todos os países, o nível médio de confiança nas notícias em geral caiu 2 pontos percentuais, para 42%, e menos da metade (49%) concorda que eles confiam na mídia que eles mesmos usam.

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Guaíra – PRF apreende quase uma tonelada de maconha, 460 mil carteiras de cigarros e recupera dois veículos roubados

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na sexta (19), 963 quilos de maconha, 460 mil carteiras de cigarros contrabandeados e recuperou dois veículos roubados em 2016.

Na madrugada de sexta-feira (19), por volta das 2 horas, agentes da PRF deram ordem de parada a um motorista que conduzia uma Renault Master, mas este fugiu. Em acompanhamento ao veículo, pela BR-272, em Guaíra, em dado momento, o motorista abandonou o veículo e correu em direção a uma mata próxima e não foi localizado. No veículo, estavam 60 mil carteiras de cigarros contrabandeados do Paraguai. Os policiais verificaram que o veículo de carga havia sido roubado em Passo Fundo (RS), em março de 2016 e estava com placas falsas. O veículo foi lacrado e enviado para a Receita Federal.

Por volta das 2h10, agentes da PRF tentaram abordar um motorista de uma Palio Weekend, na BR-272, em Guaíra. O motorista fugiu e foi perseguido pela equipe. Em dado momento, ele saltou do veículo e se embrenhou em uma vegetação e não foi localizado. No carro, foram encontrados 1,5 mil carteiras de cigarros contrabandeados. O carro também foi encaminhado para a Receita Federal.

Cerca de 3 horas, agentes da PRF e da Denarc, em operação conjunta, deram ordem de parada a um Corolla com placas paraguaias, mas o motorista fez o retorno e fugiu. Ele foi perseguido pela BR-163, na ponte Ayrton Senna, mas abandonou o carro em movimento e fugiu em direção a uma mata lindeira e não foi encontrado. No carro, havia 963 quilos de maconha. Ainda, descobriram que o carro havia sido roubado em São Paulo (SP), em junho de 2016. A ocorrência foi encaminhada para a Polícia Civil em Cascavel.

Ao amanhecer, por volta das 7h, agentes da PRF tentaram abordar um motorista de uma carreta, mas ele desobedeceu a ordem e fugiu, na BR-163, em Marechal Cândido Rondon. Ele foi perseguido mas conseguiu fugir e se escondeu em uma plantação. No caminhão, foram encontrados 400 mil carteiras de cigarros contrabandeados do Paraguai. O caminhão estava com placas falsas e foi encaminhado, junto com os cigarros, para a Receita Federal em Guaíra.

Portal Guaíra com informações da PRF

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Celdas de puro cemento a prueba de sonidos, 23 horas al día: así será el ‘entierro en vida’ del Chapo

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Joaquín «El Chapo» Guzmán ya ha sido trasladado de la prisión de Manhattan (Nueva York), donde permaneció arrestado durante el proceso judicial en su contra, según confirmó su defensa, que desconoce el paradero de su cliente, si bien todo apunta a que su destino es la «Alcatraz de las Rocosas», en Colorado.

FUENTE: EFE

La abogada Mariel Colón aseguró que ayer, en torno a las 17.40 hora local (21.40 GMT), la defensa del Chapo recibió la notificación de que su cliente se encontraba “en tránsito” y que había sido trasladado al aeropuerto, aunque no pudo certificar el paradero del condenado por narcotráfico ni si está fuera del Estado de Nueva York.

Según el New York Post, el Chapo ya podría estar en la cárcel de máxima seguridad (Supermax) del estado de Colorado, conocida como la “Alcatraz de las Rocosas”. La Administrative Maximum Facility (ADX), en Florence, es de las más seguras del mundo y está a 90 millas al sur de Denver.

La defensa del Chapo afirmó que todo esto “deja muy claro” que las autoridades estadounidenses sabían que iban a trasladarlo cuanto antes de la prisión de Manhattan y criticó no haber recibido ninguna explicación, insistiendo en que no sabe si tienen a su cliente “escondido” en Nueva York o en otro lugar.

El juez federal que llevó el caso contra el narcotraficante mexicano, Brian Cogan, dictó ayer con su sentencia a cadena perpetua que la decisión sobre la prisión donde El Chapo pasará el resto de sus días tomará en torno a 60 días.

En principio, el Chapo iba a pasar dos meses en el penal de máxima seguridad de Manhattan, donde no puede salir al exterior y que, según dijo ayer el capo, ha supuesto para él una “tortura” física y psicológica desde que llegó extraditado a Estados Unidos en enero de 2017.

Diferentes analistas apuntan a que el Chapo podría cumplir la condena en la prisión federal de máxima seguridad en Colorado, el “Alcatraz de las Rocosas”, la cárcel más segura del país, que podría ser la escogida por el juez Cogan.

Esta prisión, Administrative Maximum Facility (ADX), en Florence, en el estado de Colorado, es de las más seguras del mundo y es conocida también como Supermax, 90 millas al sur de Denver.

Abrió sus puertas en 1994 para albergar a los reos más peligrosos y otros que representen amenaza para la seguridad nacional.

El confinamiento en solitario y de extrema seguridad que ha vivido Guzmán Loera desde que fue extraditado desde México a EE.UU. en enero de 2017, -en una celda de 18 metros cuadrados en la cárcel federal en Manhattan con una ventana opaca-, continuará por el resto de su vida en este país.

Las celdas en la ADX son paredes de cemento y a prueba de sonido para evitar la comunicación con otros reos, algunas sin ventanas, donde los reclusos pasan 23 horas a solas, con contacto mínimo con personal de la ADX. Las tuberías de las unidades en que está dividida la prisión no transmiten sonidos.

A esta prisión son enviados aquellos que el sistema federal de prisiones ha declarado los más peligrosos, como líderes de pandillas violentas, terroristas, o reos que han atacado a otros prisioneros o a oficiales de seguridad de cárceles a través del país.

La ADX alberga hasta 405 reos y entre los que estuvieron allí figuró Timothy McVeigh, condenado a pena capital y ejecutado en 2001 por el atentado contra el edificio federal en Oklahoma, en 1995, que costó la vida a 168 personas y 600 heridos.

Allí están José Padilla, de origen puertorriqueño, conocido como el “talibán boricua”, por su apoyo a la red terrorista Al Qaeda; Mahmud Abouhalima, por el atentado contra las Torres Gemelas en el 1993; el asesino en serie, el médico Michael Swango, y el “Unabomber” Ted Kaczynski, profesor de matemáticas que enviaba cartas bomba.

También el franco-marroquí Zacarías Moussaoui, por su conspiración en los atentados terroristas del 11-S, o Dzhokhar Tsarnaev, condenado a pena de muerte por las dos bombas caseras que mataron a tres personas e hirieron a otras 264, en el maratón de Boston en 2013, cuya sentencia apeló el pasado diciembre.

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