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Internacionales

Facebook lanza una sección de noticias asociada con medios de comunicación

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Nueva York, Estados Unidos | AFP |

Acusada de propagar la desinformación, Facebook lanzó este viernes una sección de noticias dedicada al periodismo “de calidad”, un proyecto limitado por ahora a Estados Unidos pero celebrado por analistas como un paso importante para apoyar a la prensa y mantener a raya las “fake news”.

«El trabajo que todos ustedes hacen, en la prensa y el periodismo, es esencial para la democracia», dijo Mark Zuckerberg, director ejecutivo de la mayor red social del mundo, al presentar en Nueva York «Facebook News», actualmente a prueba con un grupo de usuarios en Estados Unidos.

«Los grandes servicios de Internet tienen la responsabilidad de asociarse con los medios de comunicación para crear modelos viables a largo plazo para financiar este importante trabajo», afirmó.

«Facebook News» será una selección de noticias alimentada por periodistas profesionales «independientes» basándose en directivas visibles para todos, combinadas con algoritmos de «personalización».

La sección estará separada del flujo que los usuarios reciben a través de su «news feed» o hilo de noticias, donde hay mucha información que no proviene de medios profesionales.

– Más de 200 medios asociados –

Más de 200 medios forman parte de esta asociación, entre ellos The Wall Street Journal, The Washington Post, People, ABC, CBS News y Fox News, pero también el sitio Breitbart, cercano a la extrema derecha estadounidense.

«Facebook News» dará a «las personas más control sobre los artículos que ven y la oportunidad de explorar una variedad más amplia de intereses directamente a través de la aplicación de Facebook», dijo el grupo con sede en California en un comunicado.

Esta sección «destacará las principales noticias nacionales del día», y también se centrará en «entretenimiento, salud, economía, deporte», cuatro temas a los que los usuarios de Facebook han mostrado ser especialmente aficionados.

Algunos socios, incluido Breitbart, no recibirán pagos por su contenido, según Zuckerberg, que no explicó cómo se calcularían las ganancias de los medios que sí lo harán. Según dijo, no hay «una única fórmula», sino «compromisos financieros de varios años» que permitirán «crear un modelo comercial viable a largo plazo».

También señaló que Facebook no espera que una parte significativa de sus casi 200 millones de usuarios activos en Estados Unidos utilice Facebook News en el futuro inmediato.

«Creo que tal vez podemos llegar a 20-30 millones de usuarios en unos pocos años (…) Eso ya sería significativo», agregó, indicando que la idea es ampliar gradualmente la sección a medios locales y no estadounidenses.

– Reacciones positivas –

Este lanzamiento ilustra la voluntad de Zuckerberg, que es objeto de varias investigaciones y criticado desde varios frentes, de restaurar su imagen ante los medios tradicionales.

A pesar de poner en marcha iniciativas concretas para apoyar el «fact-checking» o a los periódicos locales estadounidenses, la red social es acusada de ser un importante vector de propagación de información falsa y de arrebatar parte de los ingresos publicitarios a los grupos de prensa.

El proyecto constituye «un fuerte precedente que tendrá eco en todas las salas de redacción», dijo Robert Thomson, director ejecutivo de News Corp., propietario del Wall Street Journal y Fox News, quien presentó el proyecto junto a Zuckerberg en Nueva York.

Thomson afirmó que aunque el camino será «largo» antes de sacar a los medios de sus dificultades financieras. «Este es un paso importante», dijo.

Expertos en medios se manifestaron optimistas respecto a que «Facebook News» ayude a combatir la información falsa en las redes sociales.

«Los consumidores que no son conocedores de la información pueden no ver la diferencia entre información exagerada o falsa y viral y el verdadero periodismo de medios respetados», estimó Dan Kennedy, profesor en la Universidad Northeastern. Este proyecto «debería por lo tanto ayudar mucho».

«Tengo esperanzas en esta iniciativa de Facebook porque le dice a un público escéptico ante la información: ‘esto está bien, ha sido filtrado y publicado por profesionales'», señaló Ken Paulson, director del Centro para la Libertad de Expresión de la Universidad Estatal Middle Tennessee.

La organización de vigilancia de medios Media Matters, por su parte, criticó la inclusión de Breitbart entre los socios de los medios como «un nuevo ejemplo de que Mark Zuckerberg sirve a los supremacistas blancos y la extrema derecha».

“Es necesaria una diversidad de puntos de vista para que (Facebook News) sea una fuente confiable de información”, replicó el jefe de Facebook. LN

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Novas tecnologias digitais aumentam produtividade de empresas

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Indústria 4.0 é um termo recente que explica a aplicação das novas tecnologias nos principais processos industriais.

Um programa piloto realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), com 43 empresas de 24 estados, mostrou que as novas tecnologias digitais da Indústria 4.0 aumentam em cerca de 22% a produtividade de micro, pequenas e médias empresas. Denominado Indústria Mais Avançada, o projeto é o primeiro a testar o impacto na produção do uso de ferramentas de baixo custo como sensoriamento, computação em nuvem e internet das coisas (IoT).

Indústria 4.0 é um termo recente que explica a aplicação das novas tecnologias nos principais processos industriais. Entre as características mais marcantes estão a automação de tarefas e o controle de dados e informações. O surgimento e utilização dessas ferramentas está sendo classificado como a quarta revolução industrial, devido à possibilidade de um impacto mais profundo e por se caracterizar por um conjunto de tecnologias que permitem a fusão do mundo físico, digital e biológico. 

Entre as ferramentas utilizadas estão a Impressão 3D (adição de material para fabricar objetos, formados por várias peças, constituindo uma montagem); Inteligência Artificial (busca simular a capacidade humana de raciocinar, tomar decisões, resolver problemas, dotando softwares e robôs de capacidade de automatizar vários processos); Internet das Coisas (possibilidade de que objetos físicos estejam conectados à internet, podendo assim executar de forma coordenada uma determinada ação).

Há ainda a Biologia Sintética (convergência de novos desenvolvimentos tecnológicos nas áreas de química, biologia, ciência da computação e engenharia, permitindo o projeto e construção de novas partes biológicas); e Sistemas Ciber-Físicos (sintetizam a fusão entre o mundo físico e digital, com todo objeto físico e os processos físicos que ocorrem, em função desse objeto, digitalizados). 

“O objetivo do Senai com a experiência-piloto, chamada de Indústria mais Avançada, é refinar um método de baixo custo, alto impacto e de rápida implementação, que ajude as empresas brasileiras a se inserirem na 4ª Revolução Industrial. A iniciativa do Senai prova que a Indústria 4.0 é para todos: qualquer tipo de empresa, em qualquer estado do Brasil. O resultado nacional é relevante, e, principalmente, houve ganhos significativos para todas as empresas atendidas”, disse o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi. 

Segundo o Senai, os pilotos foram realizados entre maio de 2018 e outubro deste ano, em empresas dos segmentos de alimentos e bebidas, metalmecânica, moveleiro, vestuário e valçados. Foram instalados sensores para coletar dados, e as informações foram transmitidas para uma plataforma que acompanha em tempo real o desempenho da linha de produção, podendo ter maior controle dos indicadores do processo e antecipar-se a possíveis problemas.

“As empresas que obtiveram maiores ganhos com as tecnologias digitais foram aquelas que utilizavam menos técnicas de gerenciamento da produção antes de participar do programa. A técnica nova, ao ser introduzida em uma empresa que utiliza poucos métodos de gestão, proporciona ganho maior em produtividade”, disse o gerente executivo de Inovação e Tecnologia do Senai, Marcelo Prim.

De acordo com o Senai, a análise mostrou ainda que a percepção do ganho obtido com a tecnologia é muito afetada pelo porte da empresa. As médias e grandes empresas tendem a investir em tecnologias da Indústria 4.0 para dar continuidade aos esforços de aumento de produtividade. Os micro e pequenos empresários valorizam mais a agilidade permitida pelo sistema. 

“O sistema permite aprender com o processo produtivo, diminuindo o tempo de resposta, tornando-o mais ágil e previsível. Garantir que aquilo que o empresário planejou será entregue nos prazos que ele combinou com o mercado traz um nível de competitividade maior para a pequena empresa, e ela consegue se inserir mais facilmente nas cadeias de valor”, explicou Prim. 

Entre as recomendações para aderir à indústria 4.0 estão enxugar processos, qualificar trabalhadores, empregar tecnologias disponíveis e de baixo custo, investir em pesquisa. 

Com informações da Agência Brasil

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Mito ou verdade: nutricionista explica se maçã dá fome ou não

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Quem está começando uma dieta ou tem o hábito de ter uma alimentação saudável, com certeza já pode ter passado pela seguinte situação: comer uma maça e, em seguida, o estômago “roncar”. Em algumas pessoas, ao invés de matar a fome, essa fruta aumenta a vontade de comer. Mas isso é um mito ou verdade?

Foto: Leonardo de França, Midiamax

Segundo a nutricionista esportiva Bruna Samways, é verdade. Isso porque a maçã é uma fruta leve, de fácil digestão e porque contém um componente que explica essa sensação de (mais) fome.

“Ela vai dar mais fome por causa do ácido málico que contém, por isso ela pode acelerar esse apetite. Muitos pacientes chegam reclamando que isso acontece, mas isso é normal e pode acontecer em algumas pessoas”, explicou Bruna.

Para quem não o conhecia, o ácido málico é uma substância que é facilmente encontrada em frutas e legumes, principalmente na maçã. O ácido málico traz benefícios para a saúde, como aumentar a imunidade do corpo, reduzir o risco de acumulação de metais tóxicos no organismo e promover uma pele mais lisa e firme.

Outras frutas que contém o ácido málico além da maçã são as cerejas, lichias, pêssegos, tomates e morangos, que também são classificados como alimentos mais leves, conforme a nutricionista. Para quem quer seguir a dieta e manter uma alimentação saudável, pode também optar por frutas mais ficas em fibras, como pera, manga, laranja e alimentos com gorduras boas, como o abacate e o coco.

Mas por causa disso deverá parar de comer a maçã? Não por isso. A dica para obter saciedade por mais tempo é consumir a maçã acompanhada de algum alimento fonte de proteína, gordura ou fibra, pois esses nutrientes são digeridos mais lentamente pelo nosso organismo e irão retardar o esvaziamento gástrico dessa refeição. A maçã tem excelente valor nutritivo, e seu consumo pode trazer diversos benefícios à saúde.

Foto: Leonardo de França, Midiamax
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Áreas protegidas de Itaipu evitan millonarias pérdidas a Paraguay y Brasil, destacan en conferencia del clima

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Asunción, IP.- Durante la Conferencia Mundial sobre el Clima (COP 25), técnicos de la Itaipu Binacional presentaron un estudio que busca cuantificar los servicios basados en la naturaleza, llamados ecosistémicos.

El principal dato económico es que sin las más de 100.000 hectáreas de áreas protegidas alrededor de la usina de la hidroeléctrica, el embalse recibiría sedimentos en un volumen que acortaría la vida útil de la hidroeléctrica cada año.

La presentación fue realizada por el director de Coordinación Ejecutiva del lado paraguayo, Miguel Gómez, con su homólogo brasileño, Luis Felipe Carbonell, quienes destacaron la gestión binacional para proteger el medio ambiente y la calidad del agua, fuente principal de la generación de energía.

El objetivo es demostrar cómo las compañías que tienen servicios basados en la naturaleza, con la protección del medio ambiente pueden contribuir a la longevidad de los recursos y minimizar el riesgo comercial.

 Los datos fueron parte de un estudio presentado por ITAIPU este sábado 7 de diciembre en Madrid, España, durante la Conferencia Mundial sobre el Clima (COP 25), en un evento promovido conjuntamente con el Departamento de Asuntos Económicos y Sociales de las Naciones Unidas (UNDESA).

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