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Exército lança Operação Ágata Fronteira Sul no Oeste com base em Santa Helena

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A 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada deflagrou na manhã de quinta-feira (15) a Operação Ágata/ Fronteira Sul 3º Trimestre em toda a extensão de fronteira no Oeste do Paraná.

As ações foram desencadeadas pelo Exército Brasileiro, em coordenação com as demais Forças Armadas e contará com apoio de vários órgãos de Segurança Pública com fiscalizações federais, estaduais e municipais.

A operação é para inibir a entrada de produtos contrabandeados do Paraguai no Brasil, controlar as mercadorias das estradas e fazer a fiscalização de veículos, embarcações e aeronaves, e intensificação da fiscalização de produtos controlados.

As patrulhas serão em estradas, matas, rios, estabelecimentos de postos de bloqueio e controle de estradas, vias urbanas e fluviais.

Santa Helena conta com uma das bases montadas pelo Exército Brasileiro. Também haverá bloqueios em rodovias que cortam o município.

Denúncias sobre crimes podem ser repassadas ao 181 de forma anônima e gratuita.

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‘Pode faltar milho sim no ano que vem’, diz Aprosoja

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O presidente da Aprosoja Brasil, Bartolomeu Braz, sugere um melhor planejamento por parte do consumidor para garantir o abastecimento do cereal.

A grande utilização do milho na geração de etanol e o aumento na produção de carnes, reflexo da peste suína que atingiu na China, impactaram o abastecimento interno. Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural

O atraso no plantio da soja em alguns estados poderá comprometer o início da segunda safra de milho, a safrinha, e trazer problemas de abastecimento interno. A avaliação foi feita pelo presidente da Aprosoja Brasil, Bartolomeu Braz. 

“Ainda é cedo para traçar um cenário mais preciso, mas pode faltar milho, sim, no ano que vem”, alertou o dirigente. Ele sugere um melhor planejamento por parte do consumidor para garantir o abastecimento. “A indústria tem que se organizar, tem que estar preparada, buscando fechar contratos antecipadamente para não perder o milho para outros países”. 

A entrada do milho brasileiro em novos mercados, segundo Braz, é uma realidade, citando como exemplo o Vietnã. E esta disputa foi um dos fatores que assegurou a sustentação dos preços do milho em 2019. “Tivemos problema climáticos e uma demanda crescente. A procura superou a oferta, que foi grande”, acrescentou. 

Entre outros pontos de elevação para as cotações internas, o presidente da Aprosoja apontou ainda a ascendente utilização do cereal na geração de etanol e o aumento na produção de carnes, reflexo da peste suína que atingiu o rebanho chinês, resultando na aceleração das compras da principal economia asiática. 

Para 2020, mesmo com o possível atraso na semeadura, as perspectivas ainda são favoráveis e a aposta do dirigente é de uma grande safra. “Tivemos problemas pontuais que elevaram a demanda. Mas a produção vai atender às necessidades internas e externas, ainda que em um quadro apertado”, completa.

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BRASIL.Setor agropecuário prevê faturamento de R$670 bilhões em 2020

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Não faltará carne no mercado brasileiro”, diz CNA

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) prevê uma alta de 9,8% na receita do setor em 2020, na comparação com 2019. A expectativa é que o Valor Bruto de Produção (VBP), índice que mede a receita “dentro da porteira”, totalize cerca de R$669,7 bilhões. Para o Produto Interno Bruto (PIB) do setor a previsão é de um crescimento de 3% em 2020.

De acordo com a entidade, o carro-chefe do faturamento será a agropecuária, com previsão de crescimento de 14,1%, equivalente a R$ 265,8 bilhões. Na avaliação da CNA, a perspectiva de aumento da produção fará com que 2020 seja considerado “o ano do setor”.

No caso da carne bovina, a expectativa é de expansão de 22,2% no VBP, atingindo receita de R$129,1 bilhões. Já para os suínos, espera-se aumento de 9,8% do VPB. A pecuária de leite deverá crescer 7,5% o VPB; e o frango, 7,1%.

De acordo com o superintendente técnico da CNA, Bruno Lucci, “o produtor [de carne] vai reagir, estimulado pelo preço, e investirá em tecnologia pare ganhar em escala”. Segundo ele, com isso, “não faltará carne no mercado brasileiro”.

Em 2020, o VBP da gricultura deverá crescer 7,2%, alcançando R$403 bilhões. O principal destaque ficará com a soja,com previsão de alta de 14,1%, encerrando o ano agrícola (que vai de agosto a julho) com um lucro de R$ 165,2 bilhões. Este aumento é atribuido ao aumento dos preços e da produção, informa a CNA.

Ao apresentar o balanço de previsões, o presidente da CNA, João Martins, informou que a entidade está preocupada com as desigualdades sociais observadas no setor. “Menos de 10% dos agricultores detêm 84? renda do setor. Isso mostra que poucos estão se beneficiando da pungência do setor”, alertou.

Para diminuir essa distorção, a CNA pretende facilitar o acesso à assistência técnicas a esses produtores. A expectativa é que esta medida resulte na “criação de uma nova classe média no setor”.

Fonte: Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

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Guaraní es la segunda moneda más fuerte en lo que va de este 2019

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La situación regional de las monedas frente al dólar va cerrando el año con resultados de pér­dida con fuerza, por una apre­ciación mundial. Sin embargo, pese a que el guaraní sufrió esta “embestida”, quedó como la segunda menos depreciada frente a la divisa estadounidense en 11 meses del 2019. La moneda local se devalúo 8,28% a noviem­bre, mientras que el peso argen­tino y el peso uruguayo fueron los de mayor depreciación, con 59,1% y 16,7% cada uno.

De acuerdo con datos de Bloomberg, la divisa latinoa­mericana más estable y fuerte es el sol peruano, con solo un retroceso de 1,11% en el mismo periodo. El peso chileno, por su parte, ante el estallido social por la alta desigualdad en el país, hizo que se desplo­mara ante el dólar, algo atípico de lo que era la mejor econo­mía de la región. Con esto, la divisa chilena se ubicó como la tercera con mayor pérdida de valor frente al dólar en lo que va del 2019, con 16,26%, mientras que el real brasileño quedó cuarto, con 11,92%.

La cotización del tipo de cambio local arrancó de esta manera el último mes del año, en G. 6.300 por unidad mino­rista a la venta, precio esta­ble en la última semana de noviembre. El precio de la coti­zación referencial, de acuerdo al Banco Central del Paraguay (BCP), se ubicó en G. 6.463 por unidad mayorista.

“La inestabilidad social de la región afecta a monedas his­tóricamente estables como el peso chileno, que ya lleva una devaluación del 15% en lo que va del año, siendo este un porcentaje inusual para dicha moneda. Por otro lado, el real brasileño sigue presionado al igual que el peso argentino”, menciona el comunicado mensual de Basa Capital.

Dentro de este contexto, el gua­raní se encuentra haciendo rango en niveles de G. 6.430 y G. 6.470 (mayorista). El BCP con­tinúa interviniendo el mercado, pero en menor volumen, con referencia a meses anteriores.

“Seguimos ubicando soportes o pisos en G. 6.400 y G. 6.300; mientras que las resistencias o techos situamos en G. 6.500 y G. 6.800”, menciona.

LN
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