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Abdo Benítez valora apoyo de la JICA para impulsar desarrollo del país

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Asunción, IP.- El mandatario Mario Abdo Benítez, recibió este viernes en Mburuvicha Róga al presidente de la Agencia de Cooperación Internacional del Japón (JICA), Shinichi Kitaoka, en el marco del 40 aniversario de la cooperación técnica en Paraguay.

Shinichi Kitaoka se encuentra desarrollando una nutrida agenda en la capital paraguaya, Asunción, en torno a los 100 años de las relaciones diplomáticas entre Paraguay y Japón y por el 40º aniversario de la cooperación técnica en Paraguay.

A través de su cuenta oficial en Twitter, Abdo Benítez, valoró el apoyo de la agencia japonesa al desarrollo del país.

En 1978 se firmó un acuerdo entre el Ministerio de Relaciones Exteriores y la Embajada del Japón en Paraguay para implementar el Programa de Envío de Voluntarios japoneses. Hasta la fecha ya suman 65 profesionales voluntarios que se encuentran trabajando en el país.

Entre las tareas desarrolladas figuran la asistencia social y técnica en diferentes comunidades, así como la transferencia de conocimiento y tecnología en las áreas más vulnerables.

La JICA es la agencia de cooperación internacional del gobierno japonés que promueve el desarrollo de sus actividades con una orientación hacia el trabajo de campo, haciendo foco en la seguridad humana y realiza un apoyo efectivo y eficiente bajo la política de asistencia del gobierno japonés.

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Brasil cai em ranking de liberdade da internet

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O Brasil caiu no Ranking da Liberdade da Internet 2019, divulgado pela organização internacional Freedom of the House. O país foi avaliado na edição de 2019 com índice 64 (considerando uma escala de 0 a 100), contra 69 em 2018. Com o desempenho, a nação ficou na categoria de “parcialmente livre” em relação à rede mundial de computadores.

A queda da nota incluiu o país entre os que mais retrocederam em relação a 2018, juntamente com Sudão, Kazaquistão, Bangladesh e Zimbábue. Esses países foram identificados como locais onde houve ações coordenadas para influenciar eleições e processos políticos nos últimos anos, como também Estados Unidos, Egito e Tailândia. “Atores não identificados realizaram ciberataques contra jornalistas, entidades governamentais, usuários engajados, com a manipulação das redes sociais alcançando novo patamar”, pontua o relatório.

A pesquisa mede diversos aspectos. Um deles são os obstáculos ao acesso à internet, cujo índice de pessoas conectadas em 70% foi considerado insuficiente em comparação com médias de nações da América do Norte, da Europa e da América Latina. O estudo cita políticas públicas, como o programa do governo federal Internet para Todos, mas aponta problemas, como as desigualdades no acesso à rede entre ricos e pobres.

Também foram analisadas as limitações à circulação de conteúdos. A pesquisa não identificou atuação de autoridades para bloquear mensagens, mas mapeou iniciativas tanto de políticos para derrubar conteúdos (500 pedidos nas eleições de 2018 segundo a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo – Abraji) quanto das próprias plataformas digitais, que removeram publicações alegando estarem ferindo seus termos e serviços.

A investigação avaliou também violações dos direitos dos usuários. Os autores destacaram a importância do Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965) como arcabouço de proteção dos internautas, mas apontaram diversas tentativas de regulação que ameaçam garantias dos cidadãos, como projetos de lei para criminalizar quem compartilha fake news e com restrições à discussão online sob o argumento de “combate ao terrorismo”. Por outro lado, o documento celebra a aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709 de 2018) como uma conquista.

Situação global

Entre as 65 nações analisadas pelo estudo, 20% foram consideradas “livres”, 32% “parcialmente livres” e 35% “não livres”. No total, 33 países tiveram quedas em suas notas, enquanto 16 melhoraram no índice. No topo estão Islândia, Estônia, Canadá, Alemanha e Austrália. As piores colocações foram de China, Irã, Síria, Cuba e Vietnã.

Nações como Rússia e China foram apontadas pelo estudo como promotoras de ciberataques visando influenciar processos democráticos em outros países. No primeiro caso, ações russas teriam mirado a eleição na Ucrânia.

Contudo, a maioria das ações de interferência em processos eleitorais ocorre majoritariamente por forças políticas internas. Essas iniciativas se deram de três formas: medidas informacionais, com disseminação de mensagens favorecendo governos ou partidos; medidas técnicas, como restrição a veículos online e censuras; e medidas legais, como punição de oponentes.

Fonte: Jonas Valente – Repórter Agência Brasil

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Un asteroide pasa entre la Tierra y los satélites de comunicaciones y nadie lo nota hasta minutos antes

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El bólido sobrevoló el sur de África a una altura mucho más baja de la que se encuentran los satélites geoestacionarios.

Un asteroide pasó muy cerca de la Tierra y fue detectado solo en la mañana de este 31 de octubre, menos de una hora antes de que ese bólido ‘llegara’ a nuestro planeta.

El objeto espacial, que ha sido denominado como C0PPEV1, fue captado inicialmente por el observatorio estadounidense Catalina Sky Survey y luego por varios otros observatorios del país norteamericano. El asteroide se acercó a solo 6.200 kilómetros de la superficie terrestre, pasando por encima del sur de África a una velocidad de aproximada de 43.452 kilómetros por hora.

A modo de comparación, los satélites de telecomunicaciones geoestacionarios orbitan a 35.786 km, mientras que la Estación Espacial Internacional se encuentra a unos 400 kilómetros de altitud. Los investigadores estiman que el diámetro del C0PPEV1 es de entre 2 y 7 metros, por lo que es demasiado pequeño para representar una amenaza real incluso si hubiera chocado contra nuestro planeta.

No obstante, este acercamiento demuestra una vez más la vulnerabilidad ante un posible impacto de asteroides a la que estamos expuestos, pese a los esfuerzos de la NASA y otras agencias espaciales para detectar a tiempo objetos que puedan representar un peligro para la Tierra.

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WhatsApp libera desbloqueio por impressão digital no Android

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O WhatsApp anunciou nesta quinta-feira (31) autenticação por impressão digital para desbloquear o aplicativo de mensagens em smartphones Android.

Usuários que queiram adicionar a camada de segurança devem acessar o ícone de três pontos que fica na área superior do app. No menu, precisam clicar em conta, depois em privacidade e, por último, acionar o recurso para desbloqueio pela digital.

A nova função trava o mensageiro automaticamente após um período de inatividade. Ele pode ser configurado para bloqueio imediato após o uso, depois de um minuto ou meia hora. Mesmo com a segurança, o usuário consegue atender as chamadas.

O mensageiro, que pertence ao Facebook, liberou o recurso, além de desbloqueio por reconhecimento facial, em iPhones no início deste ano. 

Segundo a empresa, a liberação do recurso para celulares Android será gradual devido ao tamanho da base do WhatsApp. É possível que usuários do Brasil ainda não consigam acessar o recurso, mesmo que tenham atualizado os dispositivos com a última versão do sistema operacional.

O WhatsApp está disponível em 180 países e tem mais 1 bilhão de usuários, sendo o Brasil um de seus principais mercados.    

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