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VIDEO. Mundo Novo,MS – Capital do Peixe.

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Mundo Novo, capital do peixe.
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Narcoilusão: advogada conta como salário de R$ 15 mil e romance na fronteira de MS a puseram na cadeia

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Presos que tentaram ganhar algum dinheiro trabalhando para o narcotráfico são maioria nas cadeias de Mato Grosso do Sul: a cada 10 detentos, 4 estão atrás das grades por ligação com tráfico de drogas. E essa proporção aumenta no caso das mulheres, que geralmente vão para trás das grades depois de se envolverem nas atividades de homens com quem se relacionam.

Os casos de mulheres aliciadas são muitos, e não têm a ver com nível econômico, beleza ou grau de escolaridade. “Eu ganhava muito bem”, resume Sirlei de Marques, 45 anos, bacharel em direito, cumprindo pena há 1 ano e 8 meses no Presídio Feminino Irmã Irma Zorzi, em Campo Grande. Com ganhos de R$ 15 mil por mês, a advogada diz que ‘se deixou levar pelo namorado e pela vida boa’.

O caso é muito comum entre as detentas no Irma Zorzi. Quase todas as presas por tráfico de drogas contam que caíram depois de serem apresentadas à vida de crime pelos parceiros. Algumas, inclusive, juram que não sabiam do envolvimento de namorados e maridos com o narcotráfico quando acabaram implicadas.

É o caso da advogada Sirlei. Ela conta que foi envolvida na trama que a colocou no presídio por causa de duas tentações: dinheiro e amor.

“Vou sair de cabeça erguida porque já paguei pelos meus crimes”, fala. A advogada diz que o tempo na cadeia a ensinou e a fez perceber que a sua família é seu alicerce e que, apenas, eles merecem seu afeto.

Sirlei contou que namorava um homem na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, e que durante um ano era a responsável pelos contratos da empresa dele, que atuava na venda e compra de imóveis e de carros. Para isso, ganhava muito bem: R$ 15 mil.

“Eu desconfiava de que ele fazia algo errado, já que eram muitas pessoas estranhas entrando e saindo do escritório. Mas, pensei: Ah! Tô ganhando bem”.

Mesmo sabendo que o namorado fazia tráfico de drogas, Sirlei resolveu continuar na relação que proporcionava luxos sem grandes esforços.

Para ela o tempo no presídio é o tempo que quer esquecer. “Vou me mudar de Mato Grosso do Sul. Quero arrancar está página da minha vida”.

Durante uma viagem que precisava fazer a São Paulo emprestou o carro do namorado, mas acabou sendo ‘pega’ no meio do caminho pela polícia. Em um compartimento oculto da carroceria, estavam nada mais nada menos que 70 quilos de maconha.

Sirlei jura que não sabia da carga, e achava que o namorado nunca a envolveria diretamente no tráfico.

Presa em flagrante, foi condenada a 9 anos e 8 meses de prisão. Sirlei foi condenada por tráfico privilegiado, que diminui a pena em até um sexto, e só cabe a quem é ‘traficante’ eventual ou ocasional.

Sobre o namorado, a advogada diz que não tem notícias e nem quer saber. “Quase enlouqueci quando cheguei aqui. Chorava todo dia”, fala. Ela está presa há 1 ano e 8 meses, e logo deve ganhar o regime semiaberto. Sirlei fala que teve de começar a tomar remédios controlados para conseguir dormir na cela da prisão.

“Vou sair de cabeça erguida, porque já paguei pelos meus crimes”, aposta.

A advogada diz que o tempo na cadeia a ensinou e a fez perceber que a sua família é seu alicerce e que, apenas, eles merecem seu afeto. O tempo de reclusão a fez se aproximar novamente do pai, com quem não falava há 20 anos.

Para ela o tempo no presídio é o tempo que quer esquecer. “Vou me mudar de Mato Grosso do Sul. Quero arrancar esta página da minha vida”, concluiu.

Dados do Mapa Carcerário da Agepen são de que no Estado 67% das mulheres cumprindo pena em presídios é pelo crime de tráfico de drogas. Um percentual de quase o dobro em relação aos homens, que somam 38,1%.

No Presídio Feminino Irmã Irma Zorzi, são 324 internas sendo que 238 cumprem pena pelo crime de tráfico de drogas, e em sua maioria foram atraídas para o crime por companheiros.

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MS.Filha de PM assistia vídeos no celular momentos antes de atirar na própria cabeça em MS

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Antes de atirar contra a própria cabeça na noite deste domingo (17), a filha do policial militar de Mundo Novo, estaria assistindo vídeos no celular. A polícia ainda não tem informações do conteúdo dos vídeos. A menina usou a arma pessoal do pai para fazer o disparo.

Segundo a delegada Allana Mariele que está à frente do caso, o aparelho celular, e o computador da menina foram apreendidos e agora se espera autorização judicial para poder saber o que havia neles.

Um caderno com mensagens de descontentamento também foi levado pela polícia para passar por análise. “Eram mensagens de brigas familiares, afastamento de colegas, mas ainda não foi confirmado se a caligrafia seria da menina”, disse a delegada.

Na hora dos fatos, os pais da criança estavam na cozinha e a filha assistindo vídeos no celular. Ela foi chamada pelos pais, mas não apareceu na cozinha, momento que ouviram o disparo. A menina foi encontrada caída no chão do quarto com a arma do militar ao lado do corpo. O pai da criança não pode ser ouvido pela polícia, já que estava em choque e teve de ser levado para atendimento médico.

A arma estava guardada em uma gaveta junto da arma funcional do policial, mas a gaveta não estava trancada. A mãe contou a delegada, que a filha era uma adolescente normal, e que não apresentava nenhum quadro de depressão. A morte da menina coincide com rumores que circularam na internet sobre a veiculação de vídeos com desafios suicidas usando a figura da ‘boneca Momo’.

Boneca Momo: o que é e como proteger as crianças
A Boneca Momo já foi tema de reportagem do Jornal Midiamax, quando era disseminada em correntes no WhatsApp. Com um desafio parecido com o da Baleia Azul, uma a corrente foi causa de preocupação entre os pais.

A Boneca Momo é uma figura medonha, de olhos esbugalhados e parecida com uma mulher pássaro. Na corrente, alguém se passa pelo personagem e lança um jogo com desafios perigosos, como o sufocamento e enforcamento.

Especialistas defendem tanto a mediação de responsáveis quanto ao conteúdo acessado por crianças e jovens na internet, como tratar os jogos perigosos como uma política de prevenção à saúde.

Eles destacam que em alguns países, como a França, Canadá e África do Sul, a prevenção aos jogos de risco recebem a mesma atenção dos governos que a prevenção do suicídio, ou seja, são tratados como problemas de saúde pública. No Brasil, há pouquíssima discussão sobre o tema.

“Nós observamos que os pais têm medo de quando os filhos estão na rua, porque eles podem correr riscos. Risco do assalto, risco do sequestro, de usar drogas, das violências urbanas. Mas, quando o filho está trancado no quarto ou no banheiro, ele está exposto a outros perigos que infelizmente são invisíveis aos pais.

São nesses ambientes que os jogos de risco costumam acontecer”, explica Luísa Maria Freire Miranda, psicóloga que desenvolve em seu mestrado na UFC (Universidade Federal do Ceará) pesquisa sobre os jogos de risco como um fenômeno da atualidade, uma espécie de espetacularização totalmente inconsequente. MIDIAMAX

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