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Paraguay firma con la ONU protocolo para luchar contra tráfico de armas

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La ONU capacitará al personal público involucrado en la lucha contra el tráfico de armas en Paraguay, en el marco de un protocolo de cooperación firmado hoy por el ministro de Exteriores, Luis Castiglioni, y la Oficina de Desarme de las Naciones Unidas
Paraguay firma con la ONU protocolo para luchar contra tráfico de armas
Mediante el acuerdo suscrito, la ONU otorga a Paraguay los medios técnicos necesarios para llevar a cabo dicha capacitación, mientras que el Ejecutivo paraguayo será quien provea de fondos la iniciativa que “va a fortalecer las capacidades” del país en el combate contra “este flagelo”, afirmó Castiglioni.

Añadió que el acuerdo contribuirá “a la lucha contra el crimen trasnacional y todos sus delitos conexos”, una prioridad, dijo para el Gobierno.

La representante interina de la ONU en Paraguay, Regina Castillo, destacó “la importancia” de que un país cuente con personal cualificado que se enfrente al desafío del tráfico ilegal de armas, “cuyas redes cada día son más sofisticadas y operan a través de fronteras porosas”.

Castillo insistió en la importancia de la cooperación entre las distintas entidades involucradas en el control del comercio de armas y aseguró que el acuerdo ayudará a “incrementar la seguridad de las personas, un pilar fundamental para el desarrollo de los derechos humanos”.

Felicitó, además, al Ejecutivo “por comprometer fondos financieros y humanos” en esa lucha, lo que a su entender “demuestra que hay voluntad política” para prevenir el comercio ilícito de armas en Paraguay.

El protocolo firmado desarrolla el Tratado de Comercio de Armas suscrito en 2014 por 130 países, entre ellos Paraguay, que tiene como propósito mejorar la regulación del comercio internacional de armas convencionales (desde una pistola hasta un buque de guerra) y combatir su tráfico ilícito.

El Tratado establece normas estrictas en el comercio de armamento convencional, tanto a nivel nacional como internacional.

En Paraguay el mercado negro de armas mueve entre 100.000 y 700.000 objetos armamentísticos al año, frente a las 400.000 armas registradas de manera legal para el uso civil, según datos del Centro de Estudios Judiciales correspondientes a 2016.

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Brasil inicia operativo militar en sus fronteras

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El gobierno de Brasil comenzó hoy el operativo militar “Fronteira Sul I” en sus fronteras con Paraguay, Argentina y Bolivia, con el objetivo de contrarrestar el contrabando de mercancías y el tráfico de drogas y armas.

El gobierno de Brasil comenzó hoy el operativo militar “Fronteira Sul I” en sus fronteras con Paraguay, Argentina y Bolivia, con el objetivo de contrarrestar el contrabando de mercancías y el tráfico de drogas y armas.

Este tipo de operativo militar se vienen realizando desde el 2016 y generalmente dura dos semanas. Una de sus consecuencias en Paraguay es que afecta el movimiento comercial en ciudades fronterizas como Ciudad del Este, Pedro Juan Caballlero y Salto del Guairá.

Se trata de una intensificación en los controles de seguridad y fiscalización en aduana de la franja de frontera de Argentina, Paraguay y Bolivia. “Fronteira Sul I” está a cargo de la 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada del Exército Brasileiro, según informa la Sección de Comunicación Social de esta unidad militar.

En un comunicado de prensa se detalla que desde el inicio del año se iniciaron los patrullajes terrestres y fluviales, el establecimiento de puestos de bloqueo y control de carreteras, vías urbanas y fluviales, el control de personas, vehículos, embarcaciones y aeronaves, y la intensificación de la fiscalización de productos controlados.

El operativo se fundamenta en el “Programa de Proteção Integrada de Fronteiras”, establecido por el gobierno de la República Federativa do Brasil para el fortalecimiento de la prevención del control, la fiscalización y la represión de los delitos transfronterizos y ambientales. ABC

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Narcoilusão: advogada conta como salário de R$ 15 mil e romance na fronteira de MS a puseram na cadeia

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Presos que tentaram ganhar algum dinheiro trabalhando para o narcotráfico são maioria nas cadeias de Mato Grosso do Sul: a cada 10 detentos, 4 estão atrás das grades por ligação com tráfico de drogas. E essa proporção aumenta no caso das mulheres, que geralmente vão para trás das grades depois de se envolverem nas atividades de homens com quem se relacionam.

Os casos de mulheres aliciadas são muitos, e não têm a ver com nível econômico, beleza ou grau de escolaridade. “Eu ganhava muito bem”, resume Sirlei de Marques, 45 anos, bacharel em direito, cumprindo pena há 1 ano e 8 meses no Presídio Feminino Irmã Irma Zorzi, em Campo Grande. Com ganhos de R$ 15 mil por mês, a advogada diz que ‘se deixou levar pelo namorado e pela vida boa’.

O caso é muito comum entre as detentas no Irma Zorzi. Quase todas as presas por tráfico de drogas contam que caíram depois de serem apresentadas à vida de crime pelos parceiros. Algumas, inclusive, juram que não sabiam do envolvimento de namorados e maridos com o narcotráfico quando acabaram implicadas.

É o caso da advogada Sirlei. Ela conta que foi envolvida na trama que a colocou no presídio por causa de duas tentações: dinheiro e amor.

“Vou sair de cabeça erguida porque já paguei pelos meus crimes”, fala. A advogada diz que o tempo na cadeia a ensinou e a fez perceber que a sua família é seu alicerce e que, apenas, eles merecem seu afeto.

Sirlei contou que namorava um homem na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, e que durante um ano era a responsável pelos contratos da empresa dele, que atuava na venda e compra de imóveis e de carros. Para isso, ganhava muito bem: R$ 15 mil.

“Eu desconfiava de que ele fazia algo errado, já que eram muitas pessoas estranhas entrando e saindo do escritório. Mas, pensei: Ah! Tô ganhando bem”.

Mesmo sabendo que o namorado fazia tráfico de drogas, Sirlei resolveu continuar na relação que proporcionava luxos sem grandes esforços.

Para ela o tempo no presídio é o tempo que quer esquecer. “Vou me mudar de Mato Grosso do Sul. Quero arrancar está página da minha vida”.

Durante uma viagem que precisava fazer a São Paulo emprestou o carro do namorado, mas acabou sendo ‘pega’ no meio do caminho pela polícia. Em um compartimento oculto da carroceria, estavam nada mais nada menos que 70 quilos de maconha.

Sirlei jura que não sabia da carga, e achava que o namorado nunca a envolveria diretamente no tráfico.

Presa em flagrante, foi condenada a 9 anos e 8 meses de prisão. Sirlei foi condenada por tráfico privilegiado, que diminui a pena em até um sexto, e só cabe a quem é ‘traficante’ eventual ou ocasional.

Sobre o namorado, a advogada diz que não tem notícias e nem quer saber. “Quase enlouqueci quando cheguei aqui. Chorava todo dia”, fala. Ela está presa há 1 ano e 8 meses, e logo deve ganhar o regime semiaberto. Sirlei fala que teve de começar a tomar remédios controlados para conseguir dormir na cela da prisão.

“Vou sair de cabeça erguida, porque já paguei pelos meus crimes”, aposta.

A advogada diz que o tempo na cadeia a ensinou e a fez perceber que a sua família é seu alicerce e que, apenas, eles merecem seu afeto. O tempo de reclusão a fez se aproximar novamente do pai, com quem não falava há 20 anos.

Para ela o tempo no presídio é o tempo que quer esquecer. “Vou me mudar de Mato Grosso do Sul. Quero arrancar esta página da minha vida”, concluiu.

Dados do Mapa Carcerário da Agepen são de que no Estado 67% das mulheres cumprindo pena em presídios é pelo crime de tráfico de drogas. Um percentual de quase o dobro em relação aos homens, que somam 38,1%.

No Presídio Feminino Irmã Irma Zorzi, são 324 internas sendo que 238 cumprem pena pelo crime de tráfico de drogas, e em sua maioria foram atraídas para o crime por companheiros.

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