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Narcotráfico

FRONTEIRA.Testemunha executada em Paranhos pode ligar caso ao narcotráfico no Paraguai

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Narcotraficante seria apontado como mandante do crime.
Mesmo sem ligação direta, a investigação do atentado a tiros contra Dirceu Bettoni (PSDB), prefeito de Paranhos, pode ‘encostar’ na atuação do narcotráfico em território sul-mato-grossense e paraguaio. A cidade faz divisa seca com o Paraguai, e vive em clima de faroeste desde o ataque, na última quinta-feira (14).

Nos últimos anos, os moradores de Paranhos assistiram a uma chacina e à execução de um policial civil, entre outros crimes violentos. Agora, relatam que evitam sair de casa e muitos andam armados.

Uma testemunha foi executada em praça pública no domingo (17), na frente da Delegacia de Polícia Civil onde tinha acabado de testemunhar. Os policiais brasileiros ouviram os tiros, mas nem tiveram tempo de fazer algo. No local, acharam 37 cápsulas de munição de pistola nove milímetros e oito de ponto quarenta, que mataram o homem logo após o interrogatório.
Já o ataque ao prefeito tucano foi feito com um revólver 32, considerado de uso ‘doméstico’ na fronteira e pouco adequado para um atentado de pistoleiros profissionais.

‘Treme Terra’
O homem fuzilado depois de falar com os policiais civis, Jomar Lemes ou Jomar Alcange de Oliveira, já que ele tinha duas identidades, descobertas após a morte, seria funcionário de ‘Treme Terra’, apontado pelas autoridades paraguaias como narcotraficante.

MATERIA NO JORNAL PARAGUAIO. AQUI.

Policiais da Unidade Especializada de Combate ao Narcotráfico de Curuguaty (Unidad Especializada en la Lucha contra el Narcotráfico de Curuguaty) apontam ‘Treme Terra’ como arrendatário de uma área onde flagraram 17 hectares de plantação de maconha, em junho de 2017.

No ano anterior, também encontraram dois corpos incinerados em uma casa que seria dele em Puente Kyjhá.

FOTO. ‘Treme Terra’
Segundo informações do ABC Color, ‘Treme’ teria nacionalidades brasileira e paraguaia, e está implicado em diversas ações judiciais e disputas por posse de fazendas em regiões como Chaco, pantanal paraguaio.

Em comentário na notícia do jornal paraguaio, no entanto, um advogado paraguaio rechaça as acusações. Segundo ele, ‘Treme’ é que teria, na realidade, denunciado a existência da plantação de maconha na área arrendada, já que o cultivo estaria sendo realizado em uma mata de reserva ambiental da fazenda arrendada.

Ainda segundo o advogado, o flagrante contra ‘Treme Terra’ teria sido plantado por pessoas com quem ele estaria em disputas judiciais.

Uma das linhas de investigação sobre a motivação para os tiros de 32 disparados com o prefeito peessedebista do município sul-mato-grossense, segundo apurou a reportagem, é justamente uma disputa envolvendo suposta venda de fazenda pelo prefeito.

Segundo apurado, o suposto mandante do crime não teria feito o pagamento da propriedade, e por isso, o prefeito protocolou ação na Justiça Paraguaia, que teria bloqueado os bens do comprador. Oficialmente, a Polícia Brasileira não fala sobre o assunto, nem confirma as linhas de investigação.

Velho Oeste
Após o atentado contra o prefeito, o clima na cidade que faz fronteira com o Paraguai é de um verdadeiro ‘velho oeste’, a definição dada por moradores do município. Com clima de medo muitas pessoas começaram a andar armadas na cidade. O Jornal Midiamax entrou em contato com alguns moradores que relataram que a insegurança e o medo se instalaram depois da tentativa de homicídio contra Dirceu.

“Saio na rua só se for muito necessário, porque tenho muito medo depois de tudo que aconteceu”, disse um morador, que por razões de segurança não foi identificado na matéria. Segundo ele, muitas pessoas estão andando armadas e qualquer fato já é motivo para “mandar bala”. Agora o que está acontecendo é “atira primeiro e pergunta depois”, disse um servidor.

Casal preso
Um casal identificado como Gabriel Queiroz, 26 anos, e Djuly Priscilla Couto, 28 anos, foi preso na madrugada do último domingo (17), na BR-163, em Rio Brilhante, quando vinha para Campo Grande. Eles são acusados pelo atentado.

O autor dos disparos confessou que teria recebido R$ 20 mil de um homem identificado apenas como um brasileiro que vive no Paraguai para executar o crime. A moto utilizada pelo casal no crime foi encontrada pela Polícia ainda na quinta-feira, a poucas quadras da casa do prefeito de Paranhos.

O atentado
O crime ocorreu na última quinta-feira (14). O prefeito Dirceu Bettoni (PSDB) sofreu o atentado enquanto chegava em casa em sua caminhonete. Ele recebeu disparos no maxilar, pescoço, ombro e abdômen.

O prefeito foi levado ao Hospital Municipal Nossa Senhora Conceição. Ele foi socorrido pelo vice-prefeito da cidade e por familiares que escutaram os disparos, e está fora de risco.
MIDIAMAX

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Narcotráfico

Fiscalía niega “rapiña” en la quinta Nápoles

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La fiscal Lorena Ledesma aseguró que no hubo irregularidades en el manejo de los bienes incautados del detenido Reinaldo “Cucho” Cabaña, quien denunció a siete agentes de la Secretaría Nacional Antidrogas (Senad) por “rapiña” ante la Fiscalía.

Tras la denuncia de Reinaldo Javier Cabaña, alias Cucho, por robo y quebrantamiento del depósito de sus bienes contra agentes de la Secretaría Nacional Antidrogas (Senad), la agente fiscal, Lorena Ledesma, a cargo de la investigación del caso, informó a través de un comunicado que “no hubo irregularidades en el manejo de lo incautado de las viviendas allanadas” en el Operativo Berilo y negó los delitos denunciados por el presunto narcotraficante.

Asimismo, Ledesma manifestó que el conteo de dinero se realizó en “público y bajo acta”, respondiendo al texto de la denuncia de “Cucho” que tras los allanamientos realizados los intervinientes del caso se apropiaron de dinero y otros objetos que debían ser incautados.

“En todos los allanamientos que se realizaron en conjunto con la Senad se tomaron las medidas necesarias y los bienes fueron correctamente custodiados”, dice la agente fiscal en el comunicado del Ministerio Público.

De esta forma, la Fiscalía niega la “rapiña”, a pesar de que existe un informe de la Secretaría Nacional de Administración de Bienes Incautados y Comisados (Senabico) que expresa que “desaparecieron” diversos bienes que pertenecen a la Quinta Nápoles, propiedad de Cabaña.

Ledesma además aseguró que el dinero fue depositado en dólares como evidencia en una cuenta del Banco Nacional de Fomento (BNF), administrada por la Senabico que además guarda bajo su disposición los bienes de Cabaña.

Cucho amenazó con hablar de continuar la situación mientras que el ministro de la Senad, Arnaldo Giuzzio, y ahora el Ministerio Público niegan la “rapiña” denunciada. abc

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Narcotráfico

“Campaña de desprestigio”

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Esta mañana el abogado de Cucho, Pedro Wilson Marinoni, amplió la denuncia en la cual involucran al agente especial y jefe del Departamento Técnico de la Senad, Alejandro Rodríguez, además de los agentes Mauro Ruiz Díaz, Juan Barrios, Luis López, Alicia Vázquez, José Nizza y Nelson Rojas en el supuesto robo de sus pertenencias.

Arnaldo Giuzzio, ministro de la Senad, habló al respecto en comunicación con ABC Cardinal. “No me sorprende viniendo del abogado Marinoni, en realidad tiene que defenderse en juicio, van a testificar en su momento (…) que busque embarrar la cancha como se dice con argumentos que no tienen fundamentos”, expresó.

Los agentes del ‘Operativo Berilo’ irán a juicio si es necesario, pero es una denuncia completamente falsa, que demuestre su veracidad y con que elementos cuenta para comprobar una supuesta sustracción”, agregó.

En ese contexto, la Secretaría Nacional Antidrogas (Senad) emitió un comunicado en el cual desmienten estas acusaciones. “Creemos que dichas acciones obedecen a una campaña de desprestigio hacia esta institución, para lo cual existiría una poderosa estructura movida por intereses económicos”, afirma.

Aseguran desde esta entidad que seguirán los eslabones que componen “esta campaña tendenciosa”. Explican que desde el inicio el operativo Berilo, en el cual se allanaron propiedades del hoy detenido, además de la incautación de bienes, siempre se llevaron a cabo con la presencia de representantes del Ministerio Público.

Además en el comunicado la Senad sostiene que antes del allanamiento en la quinta Nápoles aparentemente hubo una alerta en la presunta organización narco, por lo que antes de la llegada de los encargados del operativo fueron arrancados varios electrodomésticos del lugar, el sistema de circuito cerrado y otros elementos.

“Esto quedó corroborado al momento de la llegada de la comitiva, encabezada por la fiscal Lorena Ledesma, quien en el acta de procedimiento hizo constar que las puertas estaban violentadas y que los mencionados elementos ya habían sido arrancados de los mencionados soportes”, subraya.

Entretanto la Senad se pone a disposición del Ministerio Público y en el comunicado dicen estar abiertos a revisar toda la documentación que compete a los allanamientos. ABC

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Narcotráfico

Tras operativo de búsqueda de miembros del PCC, falleció uno de los prófugos e incautan 574 kilos de marihuana picada

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Este martes, fue llevado a cabo un operativo de búsqueda y seguimiento realizado por la Unidad Especializada de Crimen Organizado, con la Policía Nacional, intervinieron los agentes fiscales Hugo Volpe y José Morinigo.

El procedimiento fue realizado en el marco de búsqueda y seguimiento de Reinaldo Araújo y Thiago Ximenez. Ambos sujetos son miembros del Primer Comando Capital (PCC), que se habían fugado el año pasado de la Agrupación Especializada.

Tras la fuga, la Policía Nacional se abocó a trabajos investigativos e inteligencia, y en la fecha se llegó a un campamento donde se procedía al prensado de marihuana, en el que estaban estas dos personas mencionadas que, ante la presencia del grupo policial, los delincuentes enfrentaron a tiros, lo cual derivó en el fallecimiento de Reinaldo Araújo, mientras que Ximenes se dio a la fuga y está siendo buscado por efectivos policiales.

Los agentes fiscales intervinientes se dirigieron al lugar donde cayó abatido Araújo, en un campamento hallado en Villa Ygatimi, Canindeyú. Acompañó a la comitiva fiscal un equipo de Criminalística para levantar evidencias del sitio. Posteriormente se constituyó el médico forense para el examen corporal de rigor y levantamiento del cuerpo que fue trasladado a la morgue.

Asimismo, en el campamento se hallaron 574 kilos de marihuana picada, 3 prensas y 7 gatos hidráulicos. Antes de finalizado el procedimiento se procedió a la incineración de los 574 kilos de marihuana conforme al mandamiento de allanamiento otorgado por la jueza penal de garantias Lici Sánchez.

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