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Mitos e verdades sobre a certificação digital

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Cada vez mais, a comunicação é transferida do meio físico para o meio virtual. Nas empresas, processos que antes acumulavam papéis são agora realizados pela internet. É assim na hora de cumprir obrigações junto aos órgãos públicos, como Receita Federal e Justiça, e também para realizar tarefas pessoais, como vender ou comprar um bem.

Notadamente, um dos instrumentos que viabilizaram a mudança foi o certificado digital, que autentica o usuário no meio digital e confere validade jurídica a e-mails e documentos assinados eletronicamente. Para se ter ideia da magnitude desse mercado, no período de abril de 2015 a abril de 2016, foram emitidos quase seis milhões de certificados digitais, segundo o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). Em 2015, o mercado de certificação cresceu 28 % e até o final do ano, a expectativa é um avanço da ordem de 20 %.

É preciso, no entanto, estar atento a alguns mitos e verdades sobre o uso do certificado. Quem faz o alerta é o diretor de comunicação da autoridade certificadora DOCCLOUD, Renato Teixeira, que aponta cinco mitos e verdades sobre o uso da assinatura eletrônica.

Não requer a guarda de documentos – MITO

Embora no ambiente virtual seja feito uso de documentos eletrônicos, isto é, documentos digitalizados, o certificado digital não dispensa a guarda de documentos. As empresas precisam ter o cuidado de imprimir os comprovantes dos pagamentos feitos ao Fisco, ao passo que as pessoas físicas devem ter o cuidado de guardar recibos das transações. «A documentação assinada eletronicamente só estará salva no meio digital – em um computador, por exemplo – se o usuário tiver esse cuidado», afirma Teixeira.

Evita fraudes – VERDADE

A tecnologia da certificação funciona como uma assinatura eletrônica, com dados protegidos por chaves criptografadas, que identifica o usuário no ambiente virtual e atesta quem fez uma determinada transação no sistema. O sigilo e a autenticidade são inerentes ao certificado digital. «O sistema de chaves criptografadas é atualmente a forma mais sofisticada e segura de acesso à informação», afirma Teixeira.
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Pode ser usado por terceiro – MITO

O certificado digital é intransferível e deve ser usado apenas por seu titular. Quando alguém compartilha o certificado com terceiros, corre o risco do uso indevido do documento. «É como se o terceiro tivesse o RG e o CPF do titular do certificado em mãos e ainda pudesse fazer uso da assinatura dele para validar contratos, comprar e vender bens», explica o diretor de comunicação da DOCCLOUD. Isso porque o certificado confere validade jurídica a tudo que for assinado com ele. «Você não quer passar cheque em branco assinado, quer?», investiga Teixeira. Quando o titular de um certificado precisar de um terceiro para representá-lo, deve fazer uma procuração eletrônica, informando a validade da procuração e a que fim se destina. O procurador, nesse caso, deverá fazer uso de um certificado digital próprio para cumprir a tarefa.

Dispensa autenticações – VERDADE

O certificado digital serve para comprovar que o titular do certificado é quem diz ser, permitindo a ele realizar transações remotamente, sem a necessidade de autenticações por autenticidade (verificação do cartão de assinatura no cartório) ou veracidade (quando é requerida a presença física do solicitante). A tecnologia do certificado digital é tão consistente que atribui validade legal a tudo que for assinado por seu titular.

Só empresas precisam ter – MITO

Embora o governo venha ampliando a exigência da adoção da identidade digital para as empresas, que precisam do certificado para estar em dia com o Fisco, não são só elas que precisam ter o certificado digital. Hoje, a identidade eletrônica é indispensável para profissionais liberais, como advogados, médicos e contadores. As mudanças no mercado de trabalho e o aumento da mobilidade também são mercados potenciais para as certificadoras. Uma pesquisa do Home Office Brasil mostrou que, comparado a 2014, em 2016 aumentou 50 % o número de empresas que implantaram o trabalho fora do escritório. Por dar validade jurídica a documentos e e-mails e tornar desnecessária a presença física para cumprir compromissos, o certificado digital tem sido amplamente utilizado por PFs (pessoas físicas). «Quem faz uso da certificação não precisa estar em um lugar fixo. Mesmo em trânsito, consegue cumprir tarefas de ordem profissional e pessoal», afirma Teixeira. Em número de certificações digitais pessoa física, só de janeiro a abril deste ano, foram cerca de 340 mil os certificados emitidos.

Sobre a DOCCLOUD

A DOCCLOUD é uma empresa especializada em certificação digital, que atua como Autoridade Certificadora homologada pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) e pela Receita Federal. Fundada em 2012, a empresa encontra-se em pleno processo de expansão com oportunidades para parceiros empreendedores gerenciarem novos pontos em todo o País. Com 470 pontos de atendimento por todo o Brasil, a DOCCLOUD garante celeridade, autenticidade e segurança nas transações eletrônicas pessoais e de empresas dos mais diversos ramos de atividade. Site: www.doccloud.com.br

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O que se sabe sobre a GlobalCoin, criptomoeda que o Facebook quer lançar em 2020

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O Facebook está finalizando o projeto de lançar no primeiro bimestre de 2020 sua própria criptomoeda, um dos pilares de um sistema de pagamentos digitais que funcionaria em uma dezena de países.

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, teve encontro sobre criptomoeda com o dirigente do banco central do Reino Unido. (Fotos: BBC)

A empresa, que deve dar mais detalhes nos próximos meses, pretende testar a GlobalCoin ainda neste ano.

No mês passado, o fundador da empresa, Mark Zuckerberg, se encontrou com Mark Carney, dirigente do Banco Central do Reino Unido, para falar sobre as oportunidades e os riscos que envolvem o lançamento de uma criptomoeda.

Além disso, a empresa pediu conselhos ao Tesouro americano, sobre questões operacionais e regulatórias de oficiais, e a companhias de transferência de dinheiro, como Western Union, em busca de maneiras fáceis e baratas para pessoas sem contas bancárias mandarem e receberem dinheiro.

Como funcionará a criptomoeda do Facebook?

O Facebook, que reúne mais de 2 bilhões de perfis no mundo, quer seu sistema de pagamentos com moeda digital sirva para usuários que também não tenham conta bancária.

A empresa, dona também do WhatsApp e do Instagram, busca quebrar barreiras financeiras, competir com bancos e reduzir custos de consumidores.

O projeto, apelidado de Libra, foi noticiado pela primeira vez em dezembro passado.

O Facebook também estaria negociando com comerciantes online para que aceitem a moeda como pagamento em troca de taxas de transação mais baixas.

O que é uma criptomoeda?

Moedas virtuais podem ser usada para pagar por coisas na vida real, como um quarto de hotel, comida ou até uma casa.

Elas são armazenadas em carteiras e podem ser enviadas de forma anônima entre usuários.

Criptomoedas são rodadas com a tecnologia blockchain, que usa blocos de informação, como acordos ou transações, a serem armazenados em uma rede de computadores.

A informação é armazenada cronologicamente, pode ser vista por uma comunidade de usuários, e normalmente não é administrada por uma autoridade central como um banco ou um governo.

O conceito foi criado para garantir segurança e anonimato aos usuários, prevenindo adulteração ou sequestro da rede.

Por que a criptomoeda do Facebook gera preocupações?

O Facebook tem sido criticado pelo modo com administra e preserva as informações pessoais de usuários, e por isso reguladores devem examinar de perto o lançamento de uma criptomoeda da empresa.

No início do mês, o Senado americano escreveu uma carta aberta a Zuckerberg perguntando como que a moeda funcionará, que proteção será oferecida ao consumidor e como será a proteção das informações.

Mark Zuckerberg

Empresa já tentou criar moeda virtual há uma década

O Facebook também debateu o processo de checagem de identidade e como reduzir os riscos de lavagem de dinheiro com o Tesouro americano.

Estima-se que o Facebook e seus parceiros queiram prevenir grandes flutuações cambiais atrelando a moeda a câmbios estabelecidos, como o dólar americano, o euro e o iene japonês.

Empreitada anterior da empresa não vingou

Não é a primeira vez que o Facebook tenta aproveitar a onda das moedas digitais. Há uma década, a empresa criou o Facebook Credits, moeda virtual que permitia aos usuários comprar itens em aplicativos na rede social.

Mas a companhia acabou com o projeto há dois anos depois que afundou.

Na nova empreitada, a empresa terá que navegar também uma míriade de regulações nos países em que quer entrar. Um deles é a Índia, que recentemente refreou o segmento de moedas digitais.

As conversas estão na fase inicial com governos, bancos centrais e reguladores, e pessoas que acompanham o processo admitem que lançar qualquer criptomoeda até o começo do ano que vem é uma meta ambiciosa.

Procurados, Facebook, Western Union e o Banco da Inglaterra não quiseram comentar o assunto.

Acesso a dados financeiros

A maior atração das moedas digitais para bancos e grandes empresas é a tecnologia por trás delas.

A tecnologia blockchain pode ajudar a reduzir o tempo e o custo de mandar dinheiro através de fronteiras ultrapassando redes bancárias.

O especialista David Gerard disse que o Facebook teria acesso a informações valiosas sobre gastos criando seu próprio sistema de pagamento.

No entanto, ele questionou por que a gigante rede social precisaria de sua própria criptomoeda para guardar os dados. Ele disse que, em vez disso, o Facebook poderia criar uma plataforma como o PayPal, que permite a usuários transferirem moedas tradicionais.

Criptomoedas são vulneráveis a flutuações de valor, que, segundo Gerard, pode criar uma barreira para o sucesso da GlobalCoin do Facebook.

«Pessoas normais não querem lidar com uma moeda que está subindo e descendo o tempo todo», ele explicou.

Mas Garrick Hileman, um pesquisador da London School of Economics, disse que o projeto pode ser um dos eventos mais significativos na curta história de criptomoedas.

Ele faz uma estimativa conservadora: 30 milhões de pessoas usam criptomoedas hoje.

Fonte: BBC Brasil

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Scania anuncia investimento de R$ 1,4 bilhão no Brasil

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As oscilações de humor do mercado acerca da política e da economia brasileira parecem passar longe da indústria automotiva. Nesta terça-feira (21), a Scania anunciou um programa de investimentos de 1,4 bilhão de reais de 2021 a 2024, além de um aporte extra de 75 milhões de reais que começam a ser aplicados imediatamente em um novo centro de pesquisa e desenvolvimento em São Bernardo do Campo (SP).

“Não esperamos um grande ciclo de investimentos para modernizar os produtos e a nossa fábrica. Precisamos ter uma evolução constante”, afirma o diretor de relações institucionais da Scania na América Latina, Gustavo Bonini.

O anúncio da marca de caminhões e ônibus, que está há mais de 60 anos no País, vem em um momento que outras montadoras também estão apostando suas fichas por aqui. Recentemente, a General Motors anunciou um aporte de 10 bilhões de reais em suas plantas no Estado de São Paulo. A Honda também divulgou aporte de 500 milhões de reais em seu parque fabril de motos na Zona Franca de Manaus. Ainda no primeiro trimestre, a Hyundai anunciou aporte de 125 milhões de reais para aumento de capacidade na planta de Piracicaba (SP). Um ponto fora da curva, neste cenário, é a Ford, que anunciou que fechará sua fábrica de caminhões em São Bernardo do Campo como parte de uma estratégia de deixar o negócio de veículos pesados.

Para Bonini, o investimento da Scania no Brasil visa longo prazo. O foco, segundo ele, é principalmente o desenvolvimento de produtos com combustíveis alternativos. “Estamos estudando e desenvolvendo todos os tipos de tendências, passando pelo gás natural, híbridos, elétricos, entre outros”, acrescenta. Segundo ele, um programa de investimentos da ordem de 2,6 bilhões de reais ainda está em curso no País e vai até 2020.

O diretor da Scania salienta que, hoje, o complexo industrial da empresa no ABC Paulista é modular, ou seja, a manufatura depende da chegada do pedido à linha. “Além de produtos customizados, isso nos deu flexibilidade principalmente durante a crise dos últimos anos, quando contratamos 1.200 funcionários”, destaca. Hoje, a unidade conta com 4.500 funcionários.

Com grande foco, atualmente, nas exportações, a montadora encerrou 2018 com 65% a 70% da produção voltada às vendas externas. “Claro que a crise na Argentina, que é um importante mercado para nós, nos afetou. Mas temos conseguido compensar essa retração. Nosso perfil continua exportador”, garante Bonini. No Brasil, a montadora informa ter 20,9% de market share na categoria de caminhões pesados, uma das mais disputadas localmente. EXAME

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Papa nomeia mulheres para cargos-chave no Vaticano pela primeira vez

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O Papa Francisco nomeou quatro mulheres como consultoras na secretaria-geral do Sínodo dos Bispos, considerado um departamento chave no Vaticano, nesta sexta-feira (24). É a primeira vez que mulheres ocupam este cargo na Igreja Católica, informou a Santa Sé, desde que o sínodo foi fundado, há mais de 50 anos.

O Sínodo é uma assembleia de bispos que representam o conjunto de todos os bispos da Igreja Católica e tem a missão de ajudar o Papa no governo da Igreja. Ele também pode oferecer orientações sobre a doutrina católica que podem ser transformadas em lei pelo pontífice. Foi estabelecido em 1965 pelo Papa Paulo VI.

Três freiras e uma mulher não ordenada na Igreja foram nomeadas para a secretaria-geral, uma instituição permanente vaticana que se encarrega de preparar a assembleia do Sínodo e de aplicar suas conclusões.

«É uma ótima notícia, porque, até agora, não havia estruturas para as mulheres terem influência nos sínodos enquanto estão sendo preparados», disse à Reuters Zuzanna Fliosowska, gerente geral do Voices of Faith, um grupo de defesa internacional que promove um papel maior para as mulheres na Igreja.

A próxima reunião do grupo, marcada para outubro deste ano, vai discutir as necessidades da Igreja na região da Amazônia – como, por exemplo, a escassez extrema de padres, diz a Reuters.

Duas das quatro nomeadas são italianas – a irmã Alessandra Smerilli, professora de economia, e Cecilia Costa, professora de sociologia. As outras são a Irmã Maria Luisa Berzosa Gonzalez, da Espanha, e a Irmã Nathalie Becquart, da França.

Além delas, foram nomeados dois consultores homens: os reverendos Giacomo Costa e Rossano Sala.

G1

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